Primeiro registro histórico de uma Santa Missa

Pre-sistina

Desde o século II temos o testemunho de São Justino sobre as grandes linhas do desenrolar da Celebração Eucarística, que permaneceram as mesmas até os nossos dias. O relato, a seguir, data do ano de 155:

“No dia do Sol, como é chamado, reúnem-se num mesmo lugar os habitantes, quer das cidades, quer dos campos. Lêem-se, na medida em que o tempo o permite, ora os comentários dos Apóstolos, ora os escritos dos Profetas. Depois,quando o leitor terminou, o que preside toma a palavra para aconselhar e exortar à imitação de tão sublimes ensinamentos. A seguir, pomo-nos todos de pé e elevamos as nossas preces por nós mesmos e por todos os outros, onde quer que estejam, a fim de sermos considerados justos pela nossa vida e pelas nossas ações, e fiéis aos mandamentos, para assim obtermos a salvação eterna.

Quando as orações terminaram, saudamo-nos uns aos outros com um ósculo. Em seguida, leva-se àquele que preside pão e um cálice de água e de vinho misturados. Ele os toma e faz subir louvor e glória ao Pai do universo, no nome do Filho e do Espírito Santo e rende graças longamente pelo fato de termos sido julgados dignos destes dons.

Terminadas as orações e as ações de graças, todo o povo presente prorrompe numa aclamação dizendo: Amém.

Depois de o presidente ter feito a ação de graças e o povo ter respondido, os que entre nós se chamam diáconos distribuem a todos os que estão presentes pão, vinho e água ‘eucaristizados’ e levam também aos ausentes.”

O Catecismo da Igreja Católica dedica um longo espaço para o estudo e aprofundamento deste sacramento importantíssimo, que é a Eucaristia. Vale a pena ler e refletir os parágrafos do 1345 ao 1419.

Fonte: http://salvemaria.sites.uol.com.br/salv61.htm

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BIOGRAFIA DO PAI DO PROTESTANTISMO DEPOIS QUE ABANDONOU A IGREJA DE CRISTO. E PROVAS QUE O PROTESTANTISMO NASCEU POR VONTADE E INSPIRAÇÃO DE SATANÁS.

Neste Tópico provaremos que as manifestações doentias do Pai do protestantismo SÃO BEM POSTERIORES à “conversão” de Lutero, e que, portanto, o (de)formador já estava livre das lendas e da influência que os biógrafos protestantes descaradamente atribuem à Igreja Católica.

A partir de 1521, Quando Lutero abandonou a batina. Lutero deveria possuir a paz e a alegria que atribuía à sua doutrina de justificação SOMENTE pela fé, livre da prisão moral imposta pela Igreja!

“Quanto mais Lutero se afastou da Igreja Católica e mais se afundou em seus erros, mais desesperado e doentio foi seu comportamento” (Grisar: 384)

Basta lembrar que Lutero irá encontrar o demônio durante toda vida, e de modo mais intenso ainda depois que abandonou a Igreja Católica e supostamente libertou-se da opressão que denunciara.

LUTERO E O DEMÔNIO: As doentias discussões com o demônio são um lugar comum na vida de Lutero.

Em Wartburg (1521), por exemplo, no ócio que ele mesmo disse estar, demônios começam a povoar sua imaginação e mesmo “tornam-se visíveis e audíveis para ele (…)” (Grisar: 200)

Outras manifestações anormais o acompanhavam, como o diabo que lhe aparece em forma de um cachorro (Grisar: 202)

E Lutero admirava o poder do príncipe das trevas em termos estarrecedores (em 1530):

“Eu mal posso esperar o dia (…) no qual veremos o grande poder desse espírito e, como era, sua quase divina majestade.” (sic!) (Grisar: 383)

Via demônios em Cobourg em 1530, como a serpente de fogo que depois de transforma em estrela cadente; e ainda:

“Eu vi meu demônio sobrevoando a floresta de Cobourg”; O diabo era companheiro inseparável de Lutero.

Lutero, Dirá que “Levava o diabo pendurado no pescoço”; e também:

“Conheço o diabo a fundo, de pensamento e de aspecto, tendo comido em sua companhia mais de uma pipa de sal” (Brentano: 93)

E AINDA, SURPREENDENTEMENTE:

“O diabo dormiu ao meu lado, em minha cama, mais vezes do que minha mulher.”; (Brentano: 93)

Ao que ajunta Brentano:

“Satã mostrava-se ao pai da reforma sob os mais diversos aspectos: ora sob a forma de uma grande porca preta, ora sob a de uma tocha acesa; no castelo de Cobourg insinua-se na pele duma feia serpente, para aparecer, em seguida, na forma de estrela radiosa. (…)” (Brentano: 93)

E vemos Lutero falando aos discípulos sobre as tentações do demônio, e a forma anticristã de afastá-las:

“Muitas vezes os ataques do demônio vos caem na cabeça, como o raio; não há melhor remédio do que comer bem, passar boa vida, e as maquinações do demônio derretem-se como neve ao sol.” (Brentano: 97)

E ainda:

“Cuida de teu estômago, não te vás matar com jejuns; dormirás melhor; quando não durmo, o diabo acorre logo e põe-se a discutir comigo. Fala com voz grave e forte” (Brentano: 97)

Ora, esse é um comportamento diametralmente oposto ao sola gratia de Lutero: é um comportamento pelagiano, através do qual o homem se julga capaz de disputar com a tentação e de vencê-la com as próprias forças, sem apelar à graça divina através da oração!

É mais uma das inúmeras contradições do rebelde…

Nessa linha, Brentano vai além, mostrando como o demônio, além de companheiro, era de fato MESTRE de Lutero:

ESSA AQUI É TERRÍVEL, LEIAM BEM !!!

“Mas às vezes o reformador tinha com o Espírito do mal longas conversas; dava-lhe ouvidos aos argumentos. Aconteceu deixar-se convencer por eles. Por sua própria confissão, esta e aquela parte de sua doutrina nascem dessas infernais discussões.”

Nicolau anotou, (…):

“Nunca houve ninguém, a não ser Lutero, que se tivesse gabado, numa obra impressa, de ter tido uma longa conferência com o diabo; que se tinha convencido de suas razões, que as missas privadas eram um abuso e que era esse o motivo que o tinha levado a aboli-las”.

Bossuet volta ao mesmo ponto, em sua História das variações… (liv. IV):

“Nesse tempo Lutero publicou esse livro contra a missa privada, onde se encontra a famosa conversa que tivera com o anjo das trevas e onde, forçado pelas razões deste, aboliu, como ímpia, a missa que celebrara durante tantos anos (…) ” (Brentano: 98-99)

Como dissemos, aqui encontramos a justificativa para Lutero mentir tanto e se contradizer continuamente: ele tinha por mestre o próprio pai da mentira…

Portanto está provado que a reforma tem por pai o próprio Satã.

E se o diabo era mestre e companheiro inseparável de Lutero, convém notar também que o rebelde foi descrito pelo menos três vezes como dotado de um olhar estranho, faiscante, como o de um homem possuído pelo demônio:

Em Worms, pelo Cardeal Alexander (Grisar: 183), no retorno a Wittemberg, pelo bispo John Dantiscus (Grisar: 217) e pelo núncio Vergério, que entrevistou Lutero em 1535. (Grisar: 414)

É fato que Lutero tinha um encantamento estranho; que cativava as pessoas, em que pese suas incoerências e inúmeros vícios. Diz-se que, entre os luteranos, somente Schwenkfeld não foi dominado pela estranha atração de Lutero.

“Se eu não posso mais rezar, ao menos poderei maldizer. Não direi mais: “Santificado seja o teu nome…”; mas “Que seja maldito, emporcalhado, danado, o nome dos papistas!”

Não direi mais: “Venha a nós o teu reino… Repetirei: “Que o papado seja maldito, danado, aniquilado… Sim, é assim que eu rezo todos os dias, do fundo do coração.” (Brentano: 194)

Pasmem,!
Até o Pai-Nosso Lutero inverteu!

DEMAPRO: DESMASCARANDO MANOBRAS PROTESTANTES

TESTEMUNHO DE MYRIAN RIOS

Durante a Santa Missa na parte da manhã com o Padre Fábio o Evangelho nos falava que não é possível servir a dois senhores, não é possível servir a Deus e o dinheiro, a Deus e a riqueza. A maioria dos artistas começa a carreira pensando em dinheiro. Eu comecei minha carreira com 16 anos e nunca havia pensado em ser artista e a primeira coisa em que me preocupava era quanto eu ia ganhar. Minha meta era ganhar dinheiro, era ficar conhecida e embora minha família fosse católica, eu segui por estes caminhos.

O que falta a você para ser 100% católico?

Eu passei dos meus limites, aceitei assinar um contrato com uma grande emissora e queria ficar famosa e ganhar muito dinheiro, fiz algumas fotos sensuais com a finalidade de ter mais dinheiro para pagar minhas contas. Eu pensava comigo que aquela oportunidade havia caído do céu, mas na verdade não caiu do céu, veio foi do inferno! Eu me lembro que cheguei no estúdio para fazer este trabalho constrangedor e estava com muita vergonha, mas precisava estar ali para pagar minhas contas.

 
Mas Deus às vezes nos permite “enfiar o pé na lama” para que possamos provar de que na verdade Ele quer nos dar uma vida de paz e prosperidade. Os trabalhos que convidaram para que eu fizesse falavam sobre adultério, sobre roubo, sobre passar as pessoas para trás. Lembro que na época em que começou a AIDS, eu tive que fazer um pedido para um diretor meu de não me filmar numa cena beijando um colega de trabalho que era homossexual e tinha AIDS, pois eu tinha medo de pegar AIDS dele, porém depois fui perceber que eu não tinha que me preocupar se eu ia pegar AIDS ou não, mas sim me preocupar com aquela pessoa que tinha se desviado em seus caminhos e tentar ajudá-la de alguma forma.

 
Enquanto eu estava com meus pais, eles impunham os meus limites, eu ia numa festa e meu pai ia me levar e tinha que olhar o ambiente, se era bem iluminado, quem estava lá, mas depois que eu passei a morar no Rio de Janeiro, foi Deus quem me segurou, pois tive que “enfiar o pé na jaca” para hoje poder dar este testemunho aqui. Imagine, você vai fazer um trabalho e todos os seus amigos fumam maconha, pois muitos no meio artístico e não somente neste meio mas em muitos outros, buscam estes meios para estarem vivendo em seus trabalhos. E eu convivia com pessoas assim, com 18 anos cansei de pegar meu carro e dar carona aos meus colegas para comprar maconha e eu não sabia que eu estava levando eles para o caminho do inferno.

 
Com quase 20 anos eu fui para os Estados Unidos, pois queria falar Inglês fluentemente e tinha acabado de me separar do Roberto Carlos, então fui morar na Califórnia e vi que era tudo muito descartável, tinha que andar na moda e vivi esta cultura do descartável. Comecei a notar que aqueles que viviam naquelas festas, que davam uma de conquistadores, quando chegavam em casa ficavam com um “buraco” e um vazio que não tem o que os poderia preencher, eles não tinham alegria, brilho no olhar. Estas pessoas ficam tão tristes, tão vazias, tão secas e elas são de Deus, porém elas não sabem, então dependem de nós, do padre Fábio, do monsenhor Jonas que apresente este Deus a eles.

 
Alguns pensam que eu fiquei louca, porém eu não ligo, pois sei que meu lugar é o céu. Há cinco anos que estou na Canção Nova e comecei prestando serviços e hoje sou da Comunidade como aliança. Eu chamava uns amigos meus nos programas e eles achavam estranho, falavam que havia alguma coisa diferente, pois nas emissoras seculares nas gravações ouvíamos xingamentos, gritos e aqui todos os tratavam muito bem.

 
O artista de Deus tem que se despojar de títulos, ele tem que ser simplesmente um evangelizador, no dia em que eu marquei com o Eto para me colocar a disposição da Canção Nova, eu cheguei e falei: “estou aqui, eu sou atriz, eu falo Inglês e estou disposição para fazer qualquer coisa aqui como voluntária”. Se você abre o seu coração com docilidade, com obediência, com docilidade, Deus agirá em você, agora se você disser, “eu quero ser um artista de Deus”, mas continuar fumando maconha, vivendo um namoro no pecado, você não será ajudado por Deus.

 

 

‘Deus às vezes nos permite “enfiar o pé na lama’, diz Mirian Rios

 



Se você se envergonhar de Deus, de ser um cristão, de ser um artista de Deus, também Deus se envergonhará de você, imagine se Deus chegar e nos pegar assistindo um programa desqualificado como estes que temos hoje ou se estivermos na paróquia dançando mas quando saímos de lá, temos um namoro que não é santo.

 
Uma vez eu estava no aeroporto via uns irmãos muçulmanos e em um determinado momento eles faziam as orações deles, e não se envergonhavam, nós também não devemos nos envergonhar, devemos ser católicos que fazem a diferença. Numa semi-final de futebol vi o goleiro de um dos times rezando o terço e ao final da partida depois de uma série de pênaltis o time saiu vencedor, eu vibrei pois vi que aquele rapaz rezava o terço antes das cobranças de pênalti e Maria intercedeu por aquele time, se aquele goleiro rezava o terço para todos verem, porque nós temos vergonha de rezar o terço onde trabalhamos, no lugar em que tivermos.

 
Um dia fui a uma feira de livros com meu filho, eu estava com meu terço e fui ver os livros que eles colocavam a disposição das crianças, os títulos dos livros só falavam coisas ruins, chamei o rapaz e perguntei quem era o responsável pela escolha de títulos dos livros e me coloquei a disposição para poder escolher os títulos, sei que fui só eu entre muitos outros pais, mas se a gente não fizer nossa parte quem fará? Se nossos filhos não forem formados em casa direito vão sair de casa e fazer o que todos os outros fazem, é preciso pedir esta graça a Deus, pedir que estejamos sempre atentos, sempre vigiando dentro daquele projeto que Deus tem para nós. Como artista eu preciso ter a sensibilidade de saber que se componho uma música, devo fazer a pergunta a mim mesmo, será que esta musica tocaria no céu? As mulheres quando colocarem uma roupa, por exemplo, devem perguntar a si mesmas, será que Nossa Senhora se vestiria deste jeito?
Padre Léo dizia que Jesus foi o primeiro artista, pois Ele veio interpretar o Evangelho para nós e nós não devemos ter vergonha ou ter duas caras na paróquia sou uma coisa e fora de lá sou outra. Se formos diferentes em Deus, as pessoas que estão tão secas, tão desesperadas vão querer saber porque trazemos em nós estas diferenças. Você tem que colocar o maior dom que você tem, o dom da vida, 100% a serviço do Senhor. Uma vez recebi um email de uma menina de 16 anos que mora no nordeste e ela me perguntou o que eu achava de ela freqüentar os forrós que acontecem lá no nordeste e eu parei, rezei um pouco e pensei, a dança foi feita para louvar ao Senhor, preciso saber se estou dançando para Deus ou para seduzir alguém, assim saberemos se realmente poderemos dançar aonde for.

 
Comece a evangelizar com os dons que Deus te deu que Ele mesmo proverá aquilo que você precisa, há seis anos atrás eu vivi esta experiência, passei minhas necessidades e a providência de Deus agiu em minha vida. Precisamos confiar em Deus e para confiar em Deus você precisar tirar do seu coração todos os lixos, todas as misérias e isso podemos fazer através do sacramento da confissão.
Se você se coloca inteiro nas mãos de Deus, Ele terá como agir e é maravilhoso experimentar a providência de Deus, não busque salários. Eu não sei hoje o que falta a você para se entregar ao Senhor de maneira plena, 100%, mas peça ao Senhor a graça de ser inteiro Dele.

 

O que falta a você para ser 100% católico? Peça ao Espírito Santo que te dê esta sabedoria para entender o que te falta para ser este 100%.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Mulher compra brinquedo Chinês e encontra carta de funcionário escravo pedindo socorro

onte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Em outubro de 2012, Julie Keith, [foto abaixo] uma mãe do Oregon (EUA), enregelou-se: num pacote para Halloween “made in China” que ela comprara na loja Kmart havia uma carta escondida meticulosamente. Grafada num inglês trêmulo, a mensagem [foto abaixo] falava de um cenário de horror. O autor estava preso num campo de trabalho forçado no norte da China, trabalhando 15 horas diárias durante toda a semana sob o látego de desapiedados guardas.

“Se você comprar este produto, por favor, mande esta carta para a Organização Mundial de Direitos Humanos” – leu Julie.“Milhares de pessoas na China, que sofrem a perseguição do Partido Comunista, ficar-lhe-ão gratas para sempre”.

Entrementes, o autor – Zhang, 47 – conseguiu sair da fábrica-prisão. Como muitos outros ex-detentos, ele descreveu o universo carcerário socialista marcado por abusos estarrecedores, espancamentos frequentes e privação de sono de prisioneiros acorrentados semanas a fio em posições doloridas. A morte de colegas por suicídio ou doenças fazia parte do pão quotidiano. Trabalho-escravo-na-China

Corrobora-o Chen Shenchun, 55, que passou dois anos num desses campos: “Às vezes os guardas puxavam-me pelos cabelos, colavam na minha pele barras ligadas à eletricidade, até que o cheiro de carne queimada enchia a sala”, disse.

A maioria dos escravos-operários de Masanjia foi presa por causa de sua crença. Mas o regime os mistura com prostitutas, drogados e ativistas políticos. As violências se concentram naqueles que se recusam a renegar sua fé.

Nem os responsáveis do campo de concentração, nem a Sears Holdings, dona da loja Kmart, quiseram atender pedidos de entrevista. Julie repassou a carta para um órgão governamental americano, mas a administração Obama adota uma atitude de subserviência diante das práticas inumanas chinesas. Por exemplo, um funcionário disse que o esclarecimento deste caso levaria muito tempo. O que equivale mais ou menos dizer que ele nunca será esclarecido.

Como aconteceu com Zhang…

Da próxima vez que o leitor for comprar algum produto chinês, pense na tragédia que pode estar levando para sua casa.

A IGREJA CATÓLICA MUDOU OS 10 MANDAMENTOS?

Deus fez uma aliança com a humanidade através de Moisés, que hoje chamamos de Antiga aliança. Os 10 mandamentos foram enviados por Deus à Moisés de acordo com esta antiga aliança em Êxodo 20.

Jesus veio ao mundo e Ele mesmo modificou a Lei, ele disse que não veio para modificar a lei, mas para cumpri-la, dizendo assim que essa foi a vontade do Senhor.Uma das maiores provas de que o próprio Cristo modificou a Lei é que os fariseus da época o condenavam dizendo que Ele não poderia ser o filho de Deus, pois não guardava os mandamentos, e não guardava o sábado nem Ele, nem seus discípulos:

“Ora, aconteceu atravessar Jesus, em dia de sábado, as searas, e os discípulos, ao passarem, colhiam espigas. Advertiram-no os fariseus: Vê! Por que fazem o que não é lícito aos sábados?”. (Marcos 2,23-28).

Se os Protestantes dizem que a Igreja Católica mudou os 10 mandamentos, ora, então eles deveriam também guardar o sábado, e não acender nem fogo, nem fazer comida em casa em dia de sábado. E sabemos muito bem que os protestantes não guardam sábado algum! Somente os Adventistas o guardam (erroneamente, alguém diz a eles que Cristo já veio, por favor).

Portanto, que fique claro: existe duas Alianças:

– Antiga (Antigo testamento).
– Nova Aliança (Novo testamento – Jesus Cristo).

Lembrando que nem tudo foi abolido, alguma coisas foram confirmadas por Cristo no novo testamento, e estas coisas continuam válidas:

Só as Leis Rituais foram abolidas. Como guarda do sábado, sacrifício de animais, abstinência de certas comidas. As Leis Morais persistem. Continua proibido idolatrar, usar o nome de Deus em vão, não honrar a Deus em culto público, matar, desobedecer a pais e superiores, roubar, adulterar, cobiçar o alheio e desejar impureza, homossexualismo, etc.

Os Dez Mandamentos no Catecismo da Igreja Católica (CIC)

A antiga Lei ensinava o princípio do “olho por olho e dente por dente” (cf. Ex 21,24; Lv 24,20; Dt 19,21). Porém, Cristo nos ensina a dar a face àqueles que nos batem (cf. Mt 5,39). Podemos perceber nisto um indício da perfeição que Cristo prometeu que daria à Lei.

Um outro exemplo é a exposição do Senhor no Sermão da Montanha (cf. Mt 5-7), culminando no resumo de toda Lei em duas ordenanças apenas:

“Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas” (Mt 22,36-40) (3).

Nos parágrafos 1961 a 1964, o CIC explica a Lei e seu aperfeiçoamento prometido por Cristo. Depois nos parágrafos 1965 a 1974, o Catecismo expõe sobre a Nova Lei, a Lei da Graça. É aqui que a Igreja Católica apresenta uma interpretação dos Dez Mandamentos, não segundo a Antiga Lei, mas conforme a Nova Lei inaugurada por Cristo, a Lei da Graça. A proposta da Igreja no CIC era mostrar como aqueles princípios universais expostos na Antiga Lei se aplicariam na Nova Lei.

Se por isto os Adventistas acusam a Igreja de alterar os Dez Mandamentos, porque também não acusam a Cristo, se foi Ele que primeiro o fez?

CAIAFARSA

Nota do Bispo de Pesqueira advertindo sobre a maçonaria.

Texto da Nota emitida por Dom José Luiz Ferreira Salles,  na tarde deste dia 30 de agosto de 2013, através da Cúria diocesana de Pesqueira, após reunião com a Comissão diocesana de pastoral para a Doutrina da Fé

Aos padres, religiosos (as), leigos (as) e a todos aqueles que as presentes letras virem, saudação, paz e bênção  em nosso Senhor Jesus Cristo.

A respeito da celebração presidida pelo Pe. José Gomes de Melo realizada em Sanharó no dia 20 do corrente mês, que deu margem a comentários  na internet que denigrem a Santa Igreja, faço saber a todos que:Lamento profundamente a reincidência neste erro gravíssimo que traz muitos transtornos à nossa Igreja diocesana. Por ocasião de denuncia sobre fato semelhante ocorrido em Belo Jardim, foram tomadas as medidas cabíveis de admoestação ao padre envolvido naquele triste e reprovável episodio, conforme o Direito Canônico e as orientações da Santa Sé.Também o Padre José Gomes de Melo foi severamente advertido, está afastado de suas funções paroquiais em Sanharó e das demais funções diocesanas. Ao mesmo, visivelmente arrependido, recomendamos recolhimento, penitência, oração e exigimos retratação perante a Igreja. Imediatamente, o citado padre nos apresentou uma carta escrita, assinada de próprio punho, na qual pede perdão e compromete-se a se retratar publicamente.

Esta Igreja diocesana reafirma a comunhão com a doutrina da Igreja e não permite que seja celebrada qualquer função em união com qualquer associação que não esteja em comunhão com a Doutrina da Igreja,. Não é permitido que se realize nenhuma ação litúrgica para a maçonaria nem consentido que sejam apresentados seus símbolos nas celebrações, muito menos que se celebre em ambiente de denominação maçônica.

Os presbíteros desta Diocese receberão um comunicado oficial do ocorrido tornando-os cientes de que será determinada a sumária suspensão do padre que porventura cometa qualquer abuso litúrgico ou ouse expor a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo à qualquer situação vexatória desta ou de outra natureza.

Aproveito esta Nota para ratificar a fidelidade desta Igreja diocesana à Cristo e à sua Igreja, sempre pronta a testemunhar a fé e anunciar a Boa Nova do Reino, percorrendo os caminhos da missão – frequentemente árduos – para santificar a todos.

Pesqueira, 30 de agosto de 2013

Dom José Luiz Ferreira Salles, CSsRBispo Diocesano

Fonte: Comissão diocesana para a Doutrina da Fé

A CONVERSÃO DE VOLTAIRE

Por: Carlos Valverde

gente famosa - voltaire30 DE MAIO DO ANO 1778: A investigação de documentos antigos sempre mostra surpresas. A última me veio ao folhear o tomo XII de uma velha revista francesa, Correspondance Littérairer, Philosophique et Critique (1753-1793), monumento riquíssimo para conhecer o século do Iluminismo e o começo da Grande Revolução.

Todos sabemos quem foi Voltaire: o pior inimigo que teve o cristianismo naquele século XVIII, em que emitia críticas cruéis. Com os anos crescia seu ódio ao cristianismo e a Igreja. Era nele uma obsessão. Cada noite cria haver afastado a infâmia e cada manhã sentia a necessidade de voltar a declarar: o Evangelho só havia trazido desgraças sobre a Terra.

Manejou como ninguém a ironia e o sarcasmo em seus inúmeros escritos, chegando até o inominável e o degradante. Lhe chamaram de o anticristo. Foi o mestre de gerações inteiras incapazes de compreender os valores superiores do cristianismo, cujo desaparecimento prejudica e empobrece a humanidade.

Pois bem, no número de abril de 1778 da revista francesa acima citada (páginas 87-88) se encontra nada menos que a cópia da profissão de fé de M. Voltaire. Literalmente diz assim:

«Eu, o que escreve, declaro que havendo sofrido um vômito de sangue faz quatro dias, na idade de oitenta e quatro anos e não havendo podido ir à igreja, o pároco de São Suplício quis de bom grado me enviar a M. Gautier, sacerdote. Eu me confessei com ele, se Deus me perdoava, morro na santa religião católica em que nasci esperando a misericórdia divina que se dignará a perdoar todas minhas faltas, e que se tenho escandalizado a Igreja, peço perdão a Deus e a ela.
Assinado: Voltaire, 2 de março de 1778 na casa do marqués de Villete, na presença do senhor abade Mignot, meu sobrinho e do senhor marqués de Villevielle. Meu amigo».
Assinam também: o abade Mignot, Villevielle. Acrescenta:
«Declaramos a presente cópia conforme a original, que foi entregue às mãos do senhor abade Gauthier e que ambos confirmamos e que ambos temos firmado, como firmamos o presente certificado. Paris, 27 de maio de 1778. Abate Mignot, Villevielle».

Que a relação pode estimar-se como autêntica o demonstram outros documentos que se encontram no número de junho da mesma revista – nada clerical, por certo -, pois estava editada por Grimm, Diderot e outros enciclopedistas.

Voltaire morreu em 30 de maio de 1778. A revista lhe exalta como “o maior, o mais ilustre e talvez o único monumento desta época gloriosa em que todos os talentos, todas as artes do espírito humano pareciam haver se elevado ao mais alto grau de sua perfeição”.

A família quis que seus restos repousassem na abadia de Scellieres. A 2 de junho, o bispo de Troyes, em uma breve nota, proíbe severamente ao prior da abadia que enterre no sagrado o corpo de Voltaire. A 3 o prior responde ao bispo que seu aviso chega tarde, porque – efetivamente – já tinha sido enterrado na abadia.

A carta do prior é longa e muito interessante pelos dados que contêm. Eis o que mais nos interessa agora: a família pede que ele seja enterrado na cripta da abadia até que possa ser trasladado ao castelo de Ferney. O abade Mignot apresenta ao prior o consentimento firmado pelo pároco de São Suplício e uma cópia – assinada também pelo pároco – “da profissão de fé católica, apostólica e romana que M. Voltaire tem feito nas mãos de seu sacerdote, aprovado na presença de duas testemunhas, das quais uma é M. Mignot, nosso abade, sobrinho do penitente e outro, o senhor marquês de Villevielle (…) Segundo estes documentos, que me pareceram e ainda me parecem autênticos – continua o prior – penso que faltaria com meu dever de pastor se lhe houvesse recusado os recursos espirituais. (…) Nem me passou pelo pensamento que o pároco de São Suplício houvesse podido negar a sepultura a um homem cuja profissão de fé havia legalizado (…). Creio que não se pode recusar a sepultura a qualquer homem que morra no seio da Igreja (…) Depois do meio-dia, o abade Mignot tem feito na igreja a apresentação solene do corpo de seu tio. Cantamos as vésperas dos defuntos; o corpo permaneceu a noite toda rodeado de círios. Pela manhã, todos os eclesiásticos dos arredores (…) tem dito uma missa na presença do corpo e eu celebrei uma missa solene às onze, antes da inumação (…) A família de M. Voltaire partiu esta manhã contente das honras rendidas a sua memória e das orações que temos elevado a Deus pelo descanso de sua alma. Eis aqui os fatos, monsenhor, na mais exata verdade”.

Assim me parece que passou deste mundo ao outro aquele homem que empregou seu temível e fecundo gênio em combater ferozmente a Igreja. A Revolução Francesa (1789) trouxe em triunfo os restos de Voltaire ao panteão de Paris – antiga igreja de Santa Genoveva – , dedicada aos grandes homens. Na escura cripta, frente a de seu inimigo Rosseau, permanece até hoje a tumba de Voltaire com este epitáfio:

«Aos louros de Voltaire. A Assembléia Nacional decretou em 30 de maio de 1791 que havia merecido as honras dadas aos grandes homens”.