DOM BOSCO PROFETIZA AO POVO QUE NOSSA SENHORA IRÁ ENVIAR CHUVA ABUNDANTE DURANTE UM CALOR SUFOCANTE

Esta é linda:
Em agosto de 1864, Dom Bosco se encontrava em Mirabello. Subiu ao púlpito e na pregação disse ao povo:
-Se vocês vierem a todas as pregações destes três dias, se vocês se reconciliarem com Deus por meio de uma boa confissão e se vocês se prepararem todos de um modo geral, eu prometo a vocês, em nome de Nossa Senhora, que uma chuva abundante virá refrescar os seus campos.
A sua calorosa exortação venceu todos os corações. No afã de falar, ele não tinha a intenção de fazer uma promessa absoluta, mas sim de fazer uma exortação eficaz, apoiado na bondade de Maria: Nossa Senhora, porém, tinha falado pela sua boca!
Tendo descido para a sacristia, Dom Bosco percebeu que o povo o olhava maravilhado e comovido, e o pároco, Padre Clivio, se aproximou e lhe disse:
-Que bom! Bravo! É preciso ter uma coragem como a sua!
-Que coragem?
-A coragem de anunciar ao publico que uma chuva copiosa cairá no dia da festa!
-Eu disse isso?
-Mas é claro! O senhor disse exatamente essas palavras: em nome de Maria Santíssima, prometia vocês que se fizerem uma boa confissão, terão chuva.
-Mas não! Terá entendido…eu não me lembro de ter dito isso.
-Então pergunte um a um dos ouvintes, e o senhor verá se todos entenderam isso que eu entendi.
De fato, era isso mesmo, e o povo ficou de tal forma persuadido que decidiu prontamente ajustar os jogos da própria consciência: os confessores não foram suficientes para tantos penitentes. Naqueles dias, os confessionários foram assediados desde manhãzinha até tarde da noite e muito mais. Padre Rua e especialmente Padre Cagliero ainda guardam na memória o cansaço daqueles dias.
Nas vilas próximas o povo comentava e ria da profecia. Alias, na vila de Grana, o povo preparou um grande baile para comemorar o blefe que o tempo teria dado no padre. Naqueles três dias, o céu parecia arder.
Dom Bosco continuava a rezar e, nas suas idas e vindas da igreja, o povo perguntava:
-E a chuva?
-Afastem-se do pecado- Respondia Dom Bosco.
No dia da festa da Assunção de Maria ao céu, que naquele ano caiu na segunda-feira, houve uma comunhão tão numerosa, como há muito não se via. Naquela manhã, o céu nunca pareceu tão sereno. Dom Bosco sentou-se para comer com o Marques Fassati, mas, antes ainda que os convidados tivessem acabado, levantou-se e foi para o quarto. Estava meio angustiado, porque sua previsão tinha causado grande expectativa. Ouvia ao longe o som das trompas do baile publico de Grana. No próprio Montemagno, certos liberais tinham organizado uma demonstração hostil contra ele.
Os sinos tocaram convidando o povo para as vésperas e na igreja começaram os cânticos dos salmos. Dom Bosco, apoiado na janela, interrogava ao céu que parecia inexorável. Reinava um calor sufocante. Ele pensava sobre o que dizer do púlpito se Nossa Senhora não lhe concedesse a graça.
(…) Acabado o Magníficat, Dom Bosco subiu ao púlpito, dizendo no seu coração a Maria:
-Não é a minha honra que se acha em perigo neste momento, mas a vossa. O que dirão os escarnecedores do vosso nome, se virem frustradas as esperanças desses cristãos que deram o melhor de si para vos agradar?
Dom Bosco apareceu no púlpito. Uma multidão densa, que ocupava cada canto da igreja, tinha os olhos fixos nele. Dita a Ave-Maria, pareceu-lhe que a luz do sol tivesse ficado ligeiramente obscurecida. Deu inicio à pregação. Logo em seguida, ouviu-se um prolongado barulho de trovão. Um grito de alegria correu por toda a igreja. Dom Bosco parou por um instante a pregação com a mais viva comoção. Os trovões se sucederam, e uma chuva copiosa e a cântaros bateu nos vitrais. Pensem vocês na eloqüente palavra que saia do coração de Dom Bosco, enquanto a chuva atingia o seu auge. Fluímos hino de agradecimento a Maria e de conforto e louvor aos seus devotos.
Chorava ele, choravam os ouvintes.

(Memórias Biográficas, vol 7)
Oremos:
LEMBRAI-VOS
Ó piedosíssima Virgem Maria, que JAMAIS se ouviu dizer que algum daqueles que tendo recorrido a vossa proteção, implorado vosso socorro e invocado vosso auxílio, fosse por vós desamparado.
Animado, eu, pois, com igual confiança, a vós recorro, de vós me valho e, gemendo sob o peso de meus pecados, prostro meu coração aos vossos pés.
Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Verbo de Deus Humanado, mas dignai-vos de as ouvir propícia e alcançar o que vos peço.
AMÉM

Maupal, criador do grafito do “SuperPapa”: Não vou à igreja mas gosto de Francisco; é o único a usar o poder para o bem

GrafitoNa segunda-feira, com a escuridão a seu favor («em teoria é uma ação ilegal, faz-se sempre de noite»), Mauro Pallota, pintor de profissão, artista de rua por paixão, desenhou na parede de uma das ruas de Roma, a dois passos do Vaticano, o “SuperPapa”.

«É um grafito ecológico e removível» que retrata o papa Francisco nas vestes de um super-herói», diz Mauro, nascido em 1972, que esta quarta-feira não teve descanso, com o telefone a tocar todo o dia.

«Disseram-me para ir à Via Plauto [onde o grafito foi desenhado] e encontrei câmaras de filmar, fotógrafos, jornalistas», recordou o artista, que esperava uma apreciação favorável mas nunca imaginou que desse a volta ao mundo.

«Os meus trabalhos de rua tiveram sempre reações positivas; pensava que este iria fazer um pouco mais de rumor, mas não que chegasse a todo o lado», disse sobre o grafito que o Pontifício Conselho das Comunicações Sociais publicou no seu perfil na rede social Twitter.

«Levei mais tempo a encontrar a parede certa sobre o qual o fixar do que a desenhá-lo», conta “Maupal”, como assina. «Quanto à zona – prosseguiu – nunca tive dúvidas: em Borgo Pio, o bairro papal por excelência, onde nasci e cresci, e aqui hoje todos adoram Francisco.»

Foto

Mauro Pallota junto do grafito

«Precisamente pela empatia que consegue criar à sua volta, o papa é muito pop, e quis desenhá-lo pop, como numa banda desenhada. Os superpoderes de que o dotei representam o enorme poder de que dispõe, que ele usa, o único líder no mundo, para fazer o bem. É o único que faz aquilo que diz e diz aquilo que faz.»

«Os heróis das bandas desenhadas americanos descendem dos da mitologia grega, e eu quis interpretá-lo nessa chave, mas com toques de humanidade, como o cachecol da equipa argentina do San Lorenzo, por quem ele torce, os sapatos velhos e aquela mala preta de que nunca se separa.»

«A ideia chegou-me numa tarde, há algumas semanas: estava a folhear um pequeno jornal de super-heróis quando na televisão começaram a falar do papa. Na minha cabeça foi como um curto-circuito: o papa é um super-herói.

Pallota teve uma educação católica, mas hoje «não frequenta». Por isso, parece-lhe que a sua homenagem a Francisco faz ainda mais sentido: «Gosto precisamente dele como homem, não porque acredite».

 

 

Via http://www.snpcultura.org/maupal_superpapa.html#.Uuvh112Pnv8.facebook

Igrejas do século 18 são pichadas com símbolos satânicos

Em Ouro Preto, cidade histórica de Minas Gerais, duas igrejas católicas do século 18 amanheceram pichadas. Os vndalos desenharam símbolos do satanismo e escreveram frases como “Satan é rei”. Os crimes aconteceram na madrugada de segunda-feira (27) nas igrejas São José e São Francisco de Assis.

Como os prédios não possuem câmeras de segurança, a investigação da polícia fica ainda mais difícil. “Existem solventes próprios, até que a limpeza não é problemática. O que preocupa é o fato de um sujeito se sentir dono da verdade e pichar o patrimônio desta forma”, disse José Alberto Pinheiro, secretário de Cultura e Patrimônio Histórico da cidade.

As igrejas são de três séculos, na época da exploração do ouro na região e tem grande valor histórico e cultural. Os crimes aconteceram na madrugada da segunda-feira (27) nas igrejas de São José e São Francisco de Assis.

É uma inversão de valores, desrespeito, pois com certeza não são fanáticos religiosos. Ele alega que cristãos são ignorantes, mas como classificar essa atitude?”, questiona Pinheiro.

Aos Católicos MODERNISTAS:

Aviso: O Papa Francisco NUNCA apoiou o casamento homossexual. Nem poderia, pois nem mesmo o papa pode mudar as leis e regras MORAIS da Igreja que foram deixadas por ninguém menos que Jesus Cristo nosso Senhor, e os apóstolos. Eis apenas algumas citações bíblicas condenando tal pecado, inclusive no novo testamento, escrito por SÃO PAULO:

1 Coríntios 6,9 “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas (homossexuais).”

1 Timóteo 1,10-11 “Para os devassos, os sodomitas, os roubadores de homens, os mentirosos, os perjuros, e para tudo que for contrário à sã doutrina, segundo o evangelho da glória do Deus bendito, que me foi confiado.”

Romanos 1,26-27 “Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.”

Levítico 18,22 “Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.”

As leis MORAIS, como castidade, as leis conservadores, NUNCA podem mudar, entenderam modernistas? NUNCA podem mudar.

Então o que o papa fez?

O Papa Francisco falou o seguinte:

Que se um homossexual SEGUE a Fé católica, e quer se aproximar de Deus, quem sou eu para julgá-lo? E ele tem toda razão! Ninguém pode julgar uma pessoa com tendência homossexual, que VIVE A CASTIDADE e quer se aproximar de Deus.

O que a Igreja condena é a PRÁTICA homossexual, que é gravemente pecaminosa, é um pecado que o catecismo chama “pecado que brada aos céus por vingança”.

Mas se uma pessoa que tem tendências homossexuais, ou foi homossexual, e quer mudar de vida, e viver a CASTIDADE, a Igreja nunca pode excluí-lo. Não tenho dúvidas que muitas pessoas com essa tendência já me precedeu no reino dos céus por ter vivido a castidade por Amor a Deus.

Isso está claramente expresso no catecismo da Igreja Católica, que posto abaixo. E reforço: A Castidade é para TODOS NÓS, não importa que más tendências temos.

Catecismo da Igreja Católica:

§2357 CASTIDADE E HOMOSSEXUALIDADE A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como DEPRAVAÇÕES GRAVES, a tradição sempre declarou que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente DESORDENADOS”. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.

(…)

§2359 As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.

Agora modernistas PAREM de caluniar o Santo Padre, colocando em sua boca palavras que ele não disse. E parem de querer a todo custo que a Igreja mude. Pois vocês SÃO INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO!

Via CaiaFarsa

Pastor é condenado a 78 anos de prisão por pedofilia

OPastor Reginaldo Sena dos Santos, de 59 anos, foi condenado por ter abusado sexualmente de 14 meninas que frequentavam sua igreja pastor Reginaldo Sena dos Santos, de 59 anos, foi condenado recentemente a 78 anos de prisão por ter abusado sexualmente de 14 meninas que frequentavam sua igreja e a casa dele, no bairro Retiro, em Volta Redonda. As vítimas tinham idades entre 8 e 15 anos.

O pastor foi sentenciado pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Volta Redonda, Cláudio Gonçalves Alves. O mesmo juiz também condenou a 16 anos de prisão, em regime fechado, a missionária Maria de Fátima Costa da Silva, de 58 anos. Ela foi responsabilizada por dopar e preparar as vítimas para serem abusadas pelo pastor.

O juiz justificou a sentença alegando que Reginaldo e Maria de Fátima se aproveitaram da autoridade que mantinham sobre as crianças e das condições de pastor e missionária da igreja.

Os dois foram presos no dia 4 de fevereiro de 2012. Na época, a polícia apurou que o pastor e a missionária eram amantes e que uma das vítimas era a própria neta de Maria de Fátima. Eles foram condenados pelos crimes de pedofilia, estupro de vulnerável e formação de quadrilha. As penas foram agravadas porque a maioria das vítimas era menor de 14 anos.

A advogada da missionária, Irani Martins, disse que vai recorrer da sentença no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Ela alega que o juiz não analisou as provas colhidas pela defesa que foram anexadas ao processo.

– O juiz analisou apenas as provas da acusação (Ministério Público) – disse.
Reginaldo que estava preso na Casa de Custódia de Volta Redonda será transferido para um presídio do Rio. O mesmo vai ocorrer com a missionária que está presa na Casa de Custódia do Complexo Penitenciário de Gericinó, na capital fluminense.

Segundo o Ministério Público, o pastor, que era conhecido pelo apelido de Ungido e estava fundando uma Igreja Pentecostal, tinha a confiança dos adultos do bairro onde morava, que deixavam seus filhos sob os cuidados dele para terem aulas de religião e música. As crianças também ganhavam doces do pastor. A denúncia do MP também confirmava que missionária Maria de Fátima mantinha um relacionamento amoroso com o pastor e o auxiliava na prática dos abusos. Na época, as vítimas confirmaram que eram abusadas, acariciadas e beijadas por Ungido.

Na casa de Reginaldo, a polícia apreendeu cinco calcinhas infantis, três tubos de pomada vaginal com aplicador, lubrificantes íntimos e duas seringas de nove milímetros, usadas para dopar as vítimas. Ainda foram encontrados dois preservativos contendo esperma, nove pen drives, três HDs, sacos de biscoito, material escolar e refrigerantes, que segunda a Justiça eram oferecidos as crianças.

Comungar de joelhos ou em pé?

Segue Normas da Igreja:

Comunhão na mão, boca, em pé, de joelho

Redemptionis Sacramentum

[91.] Na distribuição da sagrada Comunhão se deve recordar que «os ministros sagrados não podem negar os sacramentos a quem os pedem de modo oportuno, e estejam bem dispostos e que não lhes seja proibido o direito de receber». Por conseguinte, qualquer batizado católico, a quem o direito não o proíba, deve ser admitido à sagrada Comunhão. Assim pois, não é lícito negar a sagrada Comunhão a um fiel, por exemplo, só pelo fato de querer receber a Eucaristia ajoelhado ou de pé.

[92.] Todo fiel tem sempre direito a escolher se deseja receber a sagrada Comunhão na boca ou se, o que vai comungar, quer receber na mão o Sacramento. Nos lugares aonde Conferência de Bispos o haja permitido, com a confirmação da Sé apostólica, deve-se lhe administrar a sagrada hóstia. Sem dúvida, ponha-se especial cuidado em que o comungante consuma imediatamente a hóstia, na frente do ministro, e ninguém se desloque (retorne) tendo na mão as espécies  eucarísticas. Se existe perigo de profanação, não se distribua aos fiéis a Comunhão na mão.

 

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Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
D. Estevão Bettencourt, osb
Nº  493  –  Ano: 2003  –  p.  330

Em síntese:  A concessão da Santa Sé para os fiéis receberem a Santíssima Comunhão na mão (e, por conseguinte, em pé) datada de 1975 deixava aos comungantes a liberdade para aceitarem ou não o novo rito.  Contudo alguns sacerdotes têm obrigado os fiéis a receber a Santíssima Comunhão na mão (e em pé).  Daí resultaram queixas levadas à Congregação para o Culto Divino, que reiterou o caráter facultativo da nova modalidade de comungar, mediante um documento de 2002, o qual vai, a seguir, transcrito.

Em 1975 a Santa Sé concedeu ao clero do Brasil a faculdade de ministrar a S. Comunhão aos fiéis, postos em pé com a mão estendida, sendo que o novo rito não seria ser imposto aos fiéis; estes, se quisessem, poderiam continuar a comungar na boca e de joelhos.

Verificou-se, porém, que em vários países os sacerdotes se puseram a negar a Eucaristia a quem estivesse de joelhos.  Isto provocou queixas levadas à Congregação para o Culto Divino, que respondeu com Carta, a seguir, transcrita.A fim de que fique bem clara ao leitor a problemática em foco, vai, primeiramente, publicado o texto da concessão de 1975.

1.  A concessão de 1975

Em 05/03/1975 Santa Sé concedeu aos Bispos do Brasil a faculdade de permitirem a Comunhão na mão em suas respectivas dioceses, desde que sejam observadas as seguintes normas:

1. Cada Bispo deve decidir se autoriza ou não em sua Diocese a introdução do novo rito, e isso com a condição de que haja preparação adequada dos fiéis e se afaste todo perigo de irreverência.

2. A nova maneira de comungar não deve ser imposta, mas cada fiel conserve o direito de receber à Comunhão na boca, sempre que preferir.

3. Convém que o novo rito seja introduzido aos poucos, começado por pequenos grupos, e precedido por uma adequada catequese.  Esta visará a que não diminua a fé na presença eucarística, e que se evite qualquer perigo de profanação.

4. A nova maneira de comungar não deve levar o fiel a menosprezar a Comunhão, mas a valorizar o sentido de sua dignidade de membro do Corpo Místico de Cristo.

5.  A hóstia deverá ser colocada sobre a palma da mão do fiel, que a levará à boca antes de se movimentar para voltar ao lugar.  Ou então,embora por várias razões isto nos pareça menos aconselhável, o fiel apanhará a hóstia na patena ou no cibório, que lhe é apresentado pelo ministro que distribui a Comunhão, e que assinala seu ministério dizendo a cada um a fórmula: “O Corpo de Cristo”.  É, pois, reprovado o costume de deixar a patena ou o cibório sobre o altar, para que os fiéis retirem do mesmo a hóstia, sem apresentação por parte do ministro.  É também inconveniente que os fiéis tomem a hóstia com os dedos em pinça e, andando, a coloquem na boca.

6. É mister tomar cuidado com os fragmentos, para que não se percam, e instruir o povo a seu respeito.  É preciso, também, recomendar aos fiéis que tenham as mãos limpas.

7. Nunca é permitido colocar na mão do fiel a hóstia já molhada no cálice.

Estas normas se acham na Carta datada de 15/03/75, pela qual a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil transmitia a cada Bispo as instruções da Santa Sé.  A mesma Carta ainda observava o seguinte:

“Só mediante o respeito destas sábias condições poderemos aguardar os frutos que todos desejam desta medida. A experiência da distribuição da Comunhão na mão, em vários pontos do país, revelou pontos negativos, que deverão ser cuidadosamente eliminados.  Assim, alguns ministros deram na mão do fiel a hóstia já molhada no cálice, enquanto outros, para ganhar tempo, colocaram na própria mão várias hóstias, fazendo-as escorregar rapidamente, uma a uma, nas mãos dos fiéis, como quem distribui balas às crianças”.

Vê-se que a Santa Sé enfatiza o máximo cuidado para que não haja profanação da Santíssima Eucaristia nem ocorram irreverências.  Entre outras diretrizes, merecem especial atenção as seguintes: não se deve comungar andando, mas quem recebeu na mão a partícula sagrada, afasta-se para o lado (a fim de deixar a pessoa seguinte aproximar-se) e, parado, comungue.   Cada comungante trate de verificar se não ficou na palma na mão ou entre os dedos alguma parcela de pão consagrado (em caso positivo, deve consumi-la).É lícito comungar duas vezes no mesmo dia se, em ambos os casos, o fiel participa da S. Missa (cânon 917).

A intervenção da Santa Sé em 2002 (reiterada em 2003) Expressão do mal-estar causado pela recusa da Eucaristia, é a seguinte carta dirigida por uma pessoa devota à Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos:

“Desde muito sinto a necessidade interior de me ajoelhar no momento de receber a Sagrada Comunhão. Não o fiz até agora, ciente de que alguns sacerdotes e mesmo Bispos recusam ministrar o sacramento a quem esteja ajoelhado. Preferi evitar a possibilidade de um escândalo, embora soubesse que tinha o direito de me ajoelhar”.

Muitas cartas semelhantes suscitaram a seguinte resposta da Congregação para o Culto Divino datado de 2002 e reiterada em fevereiro de 2003.

Congregatio de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum

Protocolo nº 1322/02/L

Roma, 1º de julho de 2002.

 

Excelência Reverendíssimos,

 Esta Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos recebeu recentemente, da parte de fiéis leigos da sua diocese, informação comunicando que se tem recusado a Sagrada Comunhão aos fiéis que, para recebê-la, se põem de joelhos em vez de permanecer em pé.  Os informantes dizem que tal procedimento pode estar mais difundido na diocese; todavia a esta Congregação não é possível averiguá-lo; este Dicastério tem certeza de que Vossa Excelência está em condições que lhe permitem promover uma investigação certeira sobre o assunto.  Como quer que seja, as queixas proporcionam a este Discastério ocasião de que o torne conhecido a qualquer sacerdote que precise ser informado.

Esta Congregação está realmente preocupada com o grande número de queixas recebidas de várias partes nos últimos meses.  Ela considera que a recusa da Comunhão a um fiel que esteja ajoelhado, é grave violação de um dos direitos básicos dos fiéis cristãos, a saber: o de ser ajudado por seus Pastores por meio dos sacramentos (Código de Direito Canônico, cânon 213).

Em vista da lei que estipula que ministros sagrados não podem recusar os sacramentos a quem os pede de modo conveniente, com boas disposições e sem empecilho da parte do Direito (cânon 843 § 1), não se deve recusar a Sagrada Comunhão a nenhum católico durante a Santa Missa, excetuados os casos que ponham em perigo de grave escândalo a comunidade dos fiéis; ocorrem quando se trata de pecador público ou de alguém obstinado na heresia ou no cisma publicamente professado e declarado.

Mesmo naqueles países em que esta Congregação adotou a legislação local que reconhece o permanecer em pé como postura normal para receber a Sagrada Comunhão … ela o fez com a condição de que aos comungantes desejosos de se ajoelhar não seria recusada a Sagrada Eucaristia.

Com efeito, como o Cardeal Joseph Ratzinger enfatizou recentemente, o costume de ajoelhar-se para receber a Sagrada Comunhão tem em seu favor uma tradição multissecular, e é sinal particularmente expressivo de adoração, que corresponde à verdadeira real e substancial presença de Jesus Cristo Nosso Senhor sob as espécies eucarísticas.

Dada a importância deste assunto, esta Congregação pede que V. Ex. investigue se tal sacerdote recusa habitualmente a Sagrada Comunhão a algum fiel nas circunstâncias atrás descritas e, se tal é fato real, a Congregação pede também que V. Ex. lhe ordene firmemente que se abstenha de assim proceder no futuro; o mesmo seja feito em relação a qualquer outro sacerdote que haja praticado a mesma falha.

Os sacerdotes devem entender que a Congregação considerará qualquer queixa desse tipo com muita seriedade, e, caso sejam procedentes, atuará no plano disciplinar de acordo com muita seriedade, e, caso sejam procedentes, atuará no plano disciplinar de acordo com a gravidade do abuso pastoral.

Agradeço a V. Ex. a atenção dispensada a este assunto e conto com a sua amável colaboração.

Sinceramente seu em Cristo

 Jorge A. 

Cardeal

 

Medina Estévez

Prefeito

 

Francisco Pio Tamburrino

Secretário

 Como se pode depreender, a Congregação para o Culto Divino considera grave falta a recusa da Comunhão Eucarística a quem a queira receber de joelhos.

O padre não pode impedir as pessoas de se ajoelharem na hora da Consagração; seria abuso dele; pois o Missal Romano manda ajoelhar nesta hora (Ed. Paulus, 6ª Edição, pág. 36; n. 21), diz:

”Ajoelhem-se durante a Consagração, a não ser que a falta de espaço ou o grande número de presentes ou outras causas razoáveis não o permitam.”

A Instrução Geral do Missal Romano, diz:

43. Os fiéis estão de pé: desde o início do cântico de entrada, ou enquanto o sacerdote se encaminha para o altar, até à oração coleta, inclusive; durante o cântico do Aleluia que precede o Evangelho; durante a proclamação do Evangelho; durante a profissão de fé e a oração universal; e desde o invitatório “Orai, irmãos”, antes da oração sobre as oblatas, até ao fim da Missa, exceto nos momentos adiante indicados.

Estão sentados: durante as leituras que precedem o Evangelho e durante o salmo responsorial; durante a homilia e durante a preparação dos dons ao ofertório; e, se for oportuno, durante o silêncio sagrado depois da Comunhão.

Estão de joelhos durante a consagração, exceto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis a isso obstarem. Aqueles, porém, que não estão de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote genuflecte após a consagração.

Catecismo da Igreja:

§1378 – O culto da Eucaristia. Na liturgia da missa, exprimimos nossa fé na presença real de Cristo sob as espécies do pão e do vinho, entre outras coisas, dobrando os joelhos, ou inclinando-nos profundamente em sinal de adoração do Senhor. “A Igreja católica professou e professa este culto de adoração que é devido ao sacramento da Eucaristia não somente durante a Missa, mas também fora da celebração dela, conservando com o máximo cuidado as hóstias consagradas, expondo-as aos fiéis para que as venerem com solenidade, levando-as em procissão.” (Mysterium Fidei, 56).

Saiba também: Se chegar com atraso na missa pode comungar?

 

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Bento XVI na Sacramentum Caritatis

A reverência à Eucaristia

65. Um sinal convincente da eficácia que a catequese eucarística tem sobre os fiéis é seguramente o crescimento neles do sentido do mistério de Deus presente entre nós; podemos verificá-lo através de específicas manifestações de reverência à Eucaristia, nas quais o percurso mistagógico deve introduzir os fiéis.(190) Penso, em geral, na importância dos gestos e posições, como, por exemplo, ajoelhar-se durante os momentos salientes da Oração Eucarística. Embora adaptando-se à legítima variedade de sinais que tem lugar no contexto das diferentes culturas, cada um viva e exprima a consciência de encontrar-se, em cada celebração, diante da majestade infinita de Deus, que chega até nós humildemente nos sinais sacramentais.

Oração eucarística- Prefácio da Paixão II (a vitória da paixão):

“…Enquanto a multidão dos santos se alegre eternamente na vossa presença em humilde adoração, nós nos associamos a seus louvores,cantando a uma só voz.”

 

Via Editora Cleofas

Francisco: “Em algumas economias, solidariedade é ‘palavrão'”.

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco elogiou as empresas que durante a crise reduziram sua margem de lucro em benefício dos postos de trabalho e criticou as economias nas quais a palavra ‘solidariedade’ é quase um ‘palavrão’.

Em vídeomensagem enviada ao III Festival da Doutrina Social da Igreja, celebrado até domingo em Verona (norte da Itália), o Pontífice apostou nas cooperativas como forma de gestão empresarial e advertiu que deixar de lado os jovens desempregados é “uma hipoteca para o futuro”.

“A Doutrina Social não tolera que os benefícios sejam exclusivamente de quem produz; que a questão social seja delegada ao Estado ou às operações de assistência e voluntariado… É preciso coragem, decisão e a força da fé para estar dentro do mercado, mas colocando no centro a dignidade da pessoa e não o ídolo dinheiro. A solidariedade é uma palavra-chave na Doutrina Social da Igreja”, afirmou Francisco.

O tema do Festival de Verona é “Menos desigualdades, mais diferenças” e evidencia a riqueza da pluralidade das pessoas como expressão de talentos pessoais, tomando distância da homologação que mortifica e cria desigualdade.
(CM)