“Pequeno papa” recebe beijo de Francisco

© Emanuele Bertacchini

A tradicional catequese do Papa Francisco às quartas-feiras, na Praça de São Pedro, atrai cada vez mais peregrinos, que desejam abraçar, apertar a mão ou receber um beijo do Pontífice. Com tanta gente, é preciso ser criativo para chamar a atenção de Francisco. Pensando nisso, a família do pequeno Pedro Ciabatini, de apenas um ano e meio, conseguiu ser original e conquistou o carinho não só do Papa, mas também dos fiéis que participaram da audiência geral de hoje.

Paula Ciabatini, mãe de Pedro, conta com exclusividade à Aleteia que aproveitou a proximidade do carnaval para fantasiar o menino de Papa. Foi a avó quem confeccionou toda a roupa, que não deixou de ter o solidéu e uma pequena réplica da cruz de Francisco. “Foi um gesto de carinho pelo Santo Padre, não para fazer o ridículo. Queríamos receber a bênção do Papa original”, disse a romana, que trabalha como secretária em um instituto religioso.

Catequese aborda a unção dos enfermos

Papa começou a catequese agradecendo a presença dos quase 40 mil peregrinos que lotaram a Praça de São Pedro. “Hoje a previsão era de chuva e todos vocês vieram. Que coragem! Parabéns!”, saudou.

Continuando as meditações sobre os sacramentos, Francisco aprofundou na Unção dos Enfermos e disse que ela permite que Cristo se faça próximo dos que sofrem, por meio dos seus ministros.

“Há um pouco a ideia que, depois da visita do sacerdote a um doente, chega o caixão da funerária. Isso não é verdade. O sacerdote vem para ajudar o enfermo. É Jesus que vem para dar esperança e para perdoar os pecados e isso é belíssimo”, disse de improviso.

Segundo o Santo Padre, por meio desse sacramento, toda a comunidade cristã, como um só corpo, se une aos que sofrem para sustentá-los com a fé e a esperança. “Tenhamos o hábito de chamar o sacerdote para que os enfermos encontrem força e esperança”, pediu.

Papa envia mensagem à Venezuela

Ainda na audiênciaFrancisco disse que acompanha as notícias sobre aVenezuela, em postura de constante oração. Ele pediu que o povo venezuelano, principalmente as autoridades, busquem a reconciliação e o diálogo sincero:

“Sigo com particular apreensão o que está acontecendo nestes dias naVenezuela. Desejo vivamente que acabem o mais depressa possível as violências e as hostilidades e que todo o povo venezuelano, a partir dos responsáveis políticos e institucionais, favoreçam a reconciliação nacional, através do perdão recíproco e de um diálogo sincero, respeitoso da verdade e da justiça, capaz de enfrentar temas concretos para o bem comum. Ao mesmo tempo, asseguro a minha constante oração, em particular, para todos quantos perderam a vida nos confrontos e pelas suas famílias. Convido todos os crentes a elevar súplicas a Deus, pela materna intercessão de Nossa Senhora de Coromoto, para que o país reencontre prontamente paz e concórdia”, disse o Papa.

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