Católicos perseguidos na Ucrânia: “A Rússia espalhará seus erros pelo mundo…”

Por The Boston Pilot | Tradução: Fernando Seixas – Fratres in Unum.com –  Um padre na Crimeia relata que os fiéis estão alarmados pela ocupação militar russa, e temem que a Igreja seja posta na ilegalidade novamente se a invasão permanecer.

Pe. Mykhailo Milchakovskyi, pároco em Kerch, Ucrânia, descreveu a tensão dos residentes dessa cidade, parte oriental da Crimeia, inseguros sobre seu futuro.

“Ninguém sabe o que vai acontecer. Muitas pessoas estão tentando vender suas casas e mudar para outras partes da Ucrânia”, disse o Pe. Milchakovskyi ao Serviço de Notícias Católico em 12 de março.

“Nossa Igreja não tem reconhecimento legal na Federação Russa [referência à Igreja Ucraniana Greco-Católica, em plena comunhão com a Santa Sé], então é incerto qual Direito será aplicado se a Crimeia for anexada. Tememos que nossas igrejas sejam confiscadas e o clero seja preso”, disse o padre, em meio às tensões sobre o referendo de 16 de março, sobre a permanência dessa república autônoma como parte do Estado Ucraniano ou sua anexação à Rússia.

Pe. Milchakovskyi disse que o líder da Igreja Ucraniana Greco-Católica, o Arcebispo de Kyiv-Halych, Sviatoslav Shevchuk, pediu orações e apoio para o caso de qualquer católico “encontrar-se sob perigo”.

Ele menciona que a Igreja teme que a invasão russa possa resultar em nova opressão sobre os católicos ucranianos, a cujas cinco comunidades pertencem tradicionalmente 10% dos 2 milhões de habitantes da península da Crimeia.

“Muitos já deixaram de vir à igreja, depois de serem rotulados como nacionalistas e fascistas por provocadores locais”, disse o Pe. Milchakovskyi.

“Os ortodoxos sempre insistiram serem dominantes aqui, e fizeram tudo para tornar nossa vida o mais desagradável possível. Se tiverem as mãos livres agora, não sabemos se irão portar-se como cristãos ou se manterão tal política de inimizade”, adicionou.

Sob o regime soviético, de 1946-1989, a Igreja Católica de rito oriental foi banida. Os fiéis que puderam passaram à clandestinidade, enquanto outros tiveram de frequentar igrejas ortodoxas, ou nem isso. O governo confiscou todas as propriedades da Igreja, dando bens aos ortodoxos e secularizando os demais.

Em janeiro, o Arcepisbo Shevchuk disse que o presidente deposto, Viktor Yanukovych, ameaçou banir a Igreja Ucraniana Greco-Católica por seu apoio aos manifestantes pró Ocidente. No entanto, Leonid Novokhatko, antigo ministro da cultura, agora nega que Yanukovych o tenha planejado.

O pe. Milchakovskyi diz que tem-lhe sido permitido visitar os católicos que servem a infantaria naval em Kerch, como capelão militar, após a base ter sido bloqueada por forças russas.

Relatou que as tropas russas “controlam quem e o quê passa”, e disse que os jovens recrutas precisam de comida e remédios.

“Todos dizem que o resultado do referendo já é conhecido, embora muitos gostassem de votar pela permanência na Ucrânia, ou pela manutenção da Crimeia como seu estado autônomo”, disse o padre ao SNC.

“O referendo não terá validade jurídica, e não sabemos nem mesmo quem o irá conduzir ou contar os votos. Mas estamos muito preocupados que os resultados sejam usados como pretexto para atuação contra nós”, o padre disse ao SNC.

Dois dias antes, em outra entrevista ao SNC, o pe. Milchakovskyi disse que os católicos provavelmente nem votarão.

“Eles dizem que não é válido. Que é simplesmente ilegal, e não irão tomar parte nisso”, disse, usando sua esposa Alexandra como intérprete. Ao clero oriental é admitido casar-se antes da ordenação. Russos étnicos são 58% da população da Crimeia, composta, ainda, de 24% de ucranianos e cerca de 12% de tártaros muçulmanos.

Sobre a invasão russa na Crimeia, o pe. Milchakovskyi disse: “Temos Internet. Temos o suficiente para comer e podemos usar a Internet, além de alguns canais de TV ucranianos, que já não conseguimos sintonizar, então não assistimos. Os ocupantes trocaram os canais ucranianos por russos”.

Notícias de 12 de março relatam que grupos de voluntários desarmados, com apoio de autoridades locais, estão tentando proteger igrejas, mesquitas e cemitérios de saques e vandalismo.

Enquanto isso, em declaração de 11 de março, um bispo ortodoxo da Crimeia ligado ao Patriarcado de Kyiv, que apóia o novo governo da Ucrânia, disse que muitos proeminentes ativistas pró Ocidente desapareceram. A declaração menciona que há “perigo real à vida de ucranianos” no território.

Em apelo datado de 11 de março, clérigos do vicariato católico latino noticiaram que oficiais russos tomaram propriedades de habitantes da Crimeia.

“Nossos padres estarão com os fiéis aconteça o que acontecer, mas todos estão vivendo sob guerra e estado de sítio, sem ajuda humanitária”, disse, nesse apelo, o bispo auxiliar de Odessa-Simferopol, Jacek Pyl.

Comida e combustíveis têm seus preços sob “forte alta”, relata o padre Milchakovskyi.

“Nossos paroquianos não são ricos, nem o clero o é, mas nós não podemos pedir dinheiro ou ajuda material porque não há sequer como recebê-la”, disse o padre.

“Contamos com as preces dos cristãos de fora e seu apoio moral, protestando e dando conhecimento de nossas dificuldades pelos meios mais abrangentes possíveis”.

Mark Pattinson, em Washington, contribui para a reportagem.

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Três padres católicos desaparecem na Crimeia

Por Risu.org – Hoje [16 de março], por volta das 14:00 hs., o pe. Mykola Kvych desapareceu novamente. Ele foi sequestrado ontem, e libertado após algumas horas. A última coisa que ele disse foi: “se eu não entrar em contato novamente, comunique aos fiéis que meu apartamento em Khrustalova foi atacado. É a polícia e as forças armadas “pró Rússia”. Eles são muitos, muitos. Há portas de metal, mas não sei por quanto tempo elas conseguem resistir”. Agora, ambos os celulares do pe. Mykola encontram-se desligados, apesar de terem permanecido ligados durante a invasão de seu apartamento e sua prisão, ontem.

“Hoje, por volta das 12:00 hs., eu falei com Pe. Mykola. Ele disse que teria uma entrevista com jornalistas finlandeses. É possível que eles estivessem no apartamento quando houve o ataque”, disse o Pe. Ihor Yatsiv, do departamento de informações da Igreja Ucraniana Greco-Católica.

Um correspondente do Serviço de Informações Religiosas da Ucrânia falou com o pe. Mykola às 13:00 hs., que disse que havia jornalistas com ele, e que o apartamento estava sob ataque.

Paroquianos de Evpatoria relataram que o Pe. Bogdan Kostecki também desapareceu. Ontem ele retornou de Ternopil, para onde tinha levado sua família. Desapareceu após ter telefonado no sábado, às 22:00 hs., para dizer ter chegado na Crimeia. Os telefones do Pe. Bogdan também estão desligados.

Outro padre da Crimeia, Ihor Havryliv, também está desaparecido. De acordo com informações preliminares, ele estaria no carro junto com o pe. Bogdan Kostecki.

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Encontrados os três padres ucranianos desaparecidos, agora em segurança

Os padres ucranianos católicos cujo desaparecimento foi relatado na Crimeia hoje estão vivos e seguros. O correspondente do Serviço de Informações Religiosas da Ucrânia falou com o pe. Mykola Kvych, pároco em Sevastopol. Ele está em segurança em outra região da Ucrânia, com a ajuda de paroquianos que o ajudaram a fugir da Crimeia. Como noticiado mais cedo, forças armadas “de autodefesa” da Crimeia tentaram atacá-lo durante entrevista a jornalistas finlandeses.

“Na porta do apartamento em que vivo, hoje apareceram diversos indivíduos desconhecidos que, por longos períodos, e de forma contínua, tocavam um sino e forçavam a porta. Quando foram embora, saí do prédio com os paroquianos. Levei apenas o cálice, a patena e meus documentos”- disse o pe. Mykola.

O padre Kvych disse que conseguiu contactar o pe. Ihor Havryliv, pároco em Yalta, agora em lugar seguro com o outro sacerdote desaparecido, pe. Bogdan Kostecki, que serve em Evpatoria. Ele não mencionou os locais exatos.

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Renuncie às paixões mundanas

Nós estamos sendo oprimidos, mas o Senhor quer nos libertar e colocar sobre nós uma capa de proteção. Jesus veio para nos ensinar a renunciar à impiedade e às paixões mundanas.

Rezemos: “Liberta-me, Senhor! Eu eu não quero viver de paixões mundanas, não quero que ela me dominem. Senhor, venha dominar toda a minha mente, toda o meu ser, todo o meu corpo, todos os meus sentimentos e as minhas emoções. Liberta-me de toda impiedade, Jesus”.

Não podemos nos deixar dominar pelo maligno. Somos templos de Deus, independente de nossos pecados, de nossos sentimentos. Pelo batismo somos templo do Deus vivo.

Para expulsar o inimigo com o poder do batismo, precisamos fazer sempre o sinal da cruz, que é um sinal de exorcismo. O inimigo semeia e atiça as paixões mundanas. Precisamos ter a proteção de Deus em nossa vida. Clame o nome de Jesus, peça-Lhe que a sua vontade esteja de acordo com a d’Ele.

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Os tipos de Católicos

Tipos de católicos nocivos a igreja

-Católico Peter Pan: Aquele que não cresce nunca.
-Católico Fiscal: Só sabe Criticar e fiscalizar as ações da Igreja, mas não faz nada.
-Católico FANTÁSTICO: Só o vemos aos Domingos na missa e olhe lá.
-Católico Florzinha de Jesus: Qualquer probleminha com o padre ou com alguém, fica magoadinho(a) e sai da igreja, pastoral, ou Comunidade.
-Católico Agente secreto 007: Ninguém pode saber que ele é católico.Não usa cruz,escapulário,terço, e sempre diz que não é nem contra, ou a favor da Igreja, mas muito pelo contrário, entende ?…
-Católico Gabriela – Quer que os outros mudem, mas ele é sempre assim: Eu nasci assim,eu cresci assim e vou morrer assim.
-Católico Homem Aranha-Qualquer problema já está subindo pelas paredes.
-Católico Raimundo-Um pé na igreja e outro no mundo.
-CATÓLICO CARRINHO DE MÃO: Precisa ser empurrado para trabalhar, principalmente na igreja.
-CATÓLICO PIPOCA: Vive pulando daqui para ali; de igreja em igreja;de pastoral e pastoral, comunidade e comunidade , e não se firmam como membro de nenhuma

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-CATÓLICO DE TIETE OU DE CARTEIRINHA DE FÃ CLUBE: Acompanha o padre Artista onde ele for.

-CATÓLICO NASCER DO SOL – Só podemos contar com ele para um outro novo dia: Hoje num dá…amanhã…
-CATÓLICO DENOREX – Parece, mas não é : Diz que é Católico, mas acredita em Re-encarnação,Vive em terreiros de Umbanda,pratica o Exoterismo,é a favor do aborto, uso de camisinha,Uniões livres,e não aceita a autoridade da Igreja, o que vale é sua ACHOLOGIA, pois para este não importam o meios mas o fim: Ser feliz a qualquer custo.
-CATÓLICO KIKO DO CHAVES: não se mistura com a “gentalha”.
-CATÓLICO NOÉ: Nunca as coisas são com ele: ” Noé comigo irmão.”
-CATÓLICO DO CONTRA: Sempre arranja uma desculpa contrária para não colaborar.
-CATÓLICO ESCOSTEIRO: só aparece em época de acampamento.
-CATÓLICO KODAK – Vive de revelação: O Senhor me revelou que…
-CATÓLICO COM DOM DE “CANTO”: Fica lá no canto da igreja encostado e não quer ajudar em nada.
-CATÓLICO MACHADO: Qualquer ideia ele já corta logo.

-CATÓLICO PROTESTANTE: Tá na Igreja Católica, mas é contra as Imagens,não honra Maria a mãe de Deus,não vai a uma procissão, não reza o terço, nas faz novenas,diz que adorar o Santíssimo(biscoito branco)é idolatria, prefere a reunião do grupo a ir a missa,e seu linguajar parece o de um protestante fanático: Só quer saber das bênçãos e Vitórias de Deus, e esquece o Deus das bençãos e das Vitórias, e só vive repetindo: Ô glória !!!…Não quer servir a Deus, mas service de Deus.
Vejamos bem se em nossas comunidades já nos deparamos com situações semelhantes.
Ainda temos: O “católico IBGE” Porque só se descobre que é católico em questionários do Senso; O “católico INSS” Que acredita que a igreja é para os idosos; O “católico SOCIALITE” Pois só aparecem em ocasiões sociais, como casamentos, batizados, 1º Eucaristia, confirmação e enterros. O “católico DOENTE” (pensei que fosse doente pela igreja, assim como alguns são doentes pelos seus “times de futebol”, mas não); é aquele que só procura a igreja quando não tem mais jeito mesmo, está nas ultimas.O “católico POLITICO” Dá o ar da graça de quatro em quatro anos, faz promessas aos santos e ao povo e some. O “católico CELESTE” Porque vive olhando para o céu e não querem ouvir nem se preocupar com as coisas da terra.
O Último da lista, e o mais importante, diga-se de passagem, é o “católico CONSCIENTE” Estes se encantam em olhar a ascensão do Senhor, mas atendem ao mandamento de ir pelo mundo como testemunhas do evangelho, vivem a alegria do evangelho, levantam as mãos e dança com alegria como diz a canção, mas vivem a sua fé com os pés no chão e as mãos estendidas para o trabalho evangelizador. Quem vive sua fé somente com as mãos levantadas para o alto, com os olhos no céu, esqueceu que Jesus ajoelhou-se para lavar os pés dos amigos e nos enviou pelo mundo para testemunhar que somos seus discípulos.
Hoje um grito precisa ser dado em nossas comunidades: acordem, existe muita coisa a fazer na comunidade e neste mundo, por isso vivamos como discípulos de Jesus Cristo em toda parte.
Quantos dias por mês você é católico?
Ser Cristao no mundo de hoje É: “Ser o sal da terra e Luz do Mundo”.
É Ser fiel a vocação humana, e qual é a vocação do homem ?

Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, para viver com ele uma relação de amizade. É Ser fiel a Jesus Cristo,todos os cristãos deve ter esse encontro pessoal com Jesus, partir dele, com ele e para ele. Ele converteu pessoas ,devo fazer o mesmo com o exemplo, etc. Ele lutou por uma sociedade justa,lado social ;Jesus optou preferencialmente, e não exclusivamente pelos pobres, lado econômico; Jesus denunciou o apego, Lado politico; pregou o serviço, bem comum.
Lado cultural: Jesus falou a linguagem do povo. Lado religioso :foi judeu piedoso, condenou a religiosidade fingida, hipocrisia.
A vocação humana é Ser Fiel à igreja como mistério,fundada por Jesus cristo (Mateus 16,18),Igreja como povo de Deus,aberta a acolher aos novos que chegam, e atentos aos sinais dos tempos. Igreja como corpo Visível de cristo:Na qual inserimos pelo batismo, compromisso. Igreja apostólica:fundada na fé e ensino dos Apóstolos.
Igreja santa e meretrix:Pois é feita de pessoas humanas, mas conduzida pela ação do Espirito Santo.
Refletindo e observando bastante a juventude e as outras massas (idade) de católicos, resolvi escrever um post sobre os diferentes tipos de católicos existentes e com destaques a alguns tipos peculiares à lista acima postada.
Não vou discriminar os corretos e nem os errados, mas vou enumerá-los e mostrar suas características somente para uma profunda reflexão de onde estamos, e como está a nossa fé.
Primeiramente gostaria de falar do “CATÓLICO DINOSSAURO”
Normalmente é aquele tipo de pessoa que vive a muito tempo em cargos na paróquia. Está quase todo dia religiosamente na paróquia, ou não. Possui quadro de destaque. Uns são amáveis, outros não. Alguns são acolhedores, estão dispostos a aumentar a messe da Igreja, já outros se sentem pressionados com a chegada de novas pessoas dispostas a servir na paróquia, com medo de perderem o “poder”.
Na grande maioria, os “dinossauros” são ignorantes em doutrina, procuram fazer tudo usando o “jeitinho brasileiro” e como consequência, acabam atrapalhando a fé de outras pessoas menos desprovidas de contato com a Sã Doutrina.
“CATÓLICOS CHEIOS DE FOGO”
A principal característica é sempre o sorriso no rosto. Usam frases a todo momento como : “Jesus te ama”, “ô glória”, “Deus tem um propósito na sua vida”, “Jesus está me dizendo que…”Gostam de fazer lual, cantar e cantar e muitas das vezes, em Missas de adeptos da Renovação Carismática, bagunçam a liturgia pensando que estão em grupos de oração.
Porém, verdade seja dita, para não ser genérico e injusto,existem aqueles que possuem essas características, mas têm o pé mais no chão, preferem o silêncio nas missas, obedecem e a Liturgia, sabem o momento certo de orar com fogo do Espírito Santo, ou seja, num grupo de oração, e, procuram conhecer realmente a Sã Doutrina, e a Liturgia da Igreja pós Conciliar.
“CATÓLICO RELATIVISTA”
Em muitas das vezes é aquele que frequentemente está nas Missas, servem a paróquia nas suas necessidades, mas têm um pensamento diferente do que a Igreja prega.Essas pessoas ditam o que é pecado pra elas mesmas, geralmente não são obedientes e nem querem obedecer a Sã Doutrina, e ainda por cima, ficam colocando idéias erradas na cabeça do povo.
É bem assim que funciona:
“Eu sou muito católico, mas eu não concordo que os sacerdotes tem que ser celibatários”
“Eu rezo o terço todo dia, mas eu acredito que o aborto deveria ser aprovado”
“Sou muito fiel a Sã Doutrina, mas escuto thê thê rê thê, ai se eu te pego, e freqüento lugares que promovem essas músicas, afinal, a vida é pra se curtir”.
“Pra quê se confessar?, eu não roubei, não matei”
“E quando pior é próprio sacerdote que pensa assim: Sim, eu sou sacerdote, mas não quero usar hábito, ou clergyman , não tenho tempo para confessar ninguém, falo pra todo mundo se converter, mas é muito desgastante pra mim ouvir confissões”

 

“CATÓLICO TRADICIONALISTA”
Geralmente são muito rígidos com a Sã Doutrina, mas querem ser mais que o Papa. Não concordam com o Concílio Vaticano II em nenhuma espécie, falam mal do Papa de forma feroz e não estão abertos ao dialógo. Criminalizam a Missa Nova de Paulo VI (que celebramos hoje) e só aprovam a Missa Tridentina.
Fazem até certo um bem em questão doutrinária, mas pecam no diálogo, apegando-se a um tradicionalismo desagregado ao magistério da Igreja de sempre.
“CATÓLICO CONSERVADOR”
Esse aí da foto é o Padre Paulo Ricardo, sacerdote conservador, usa o hábito, quer obedecer a Igreja.As características do católico conservador são ligadas com todos os tipos de católicos que mostrei acima, mas ao contrário deles, são mais coerentes. São pecadores, afinal quem não é? Mesmo sendo pecadores, sabem muito bem o que é pecado e sabem do que precisam para se manter na Graça de Deus.

Eles filtram muito bem tudo aquilo que é ensinado por sacerdotes e leigos, e vêem se esses ensinamentos são baseados na Sã Doutrina. Geralmente estudam muito os ensinamentos da Igreja e procuram viver tudo aquilo que é proposto pela Igreja. São bastante ativos na internet, mas não conseguem ser tão ativos nas suas paróquias devido a mentalidade dos “dinossauros maus” e “relativistas”.

São muito perseguidos por quererem ser retos e obedientes e, se a pessoa não estiver com disciplina na oração e na freqüência dos sacramentos, geralmente deixam de abraçar a Cruz de Cristo.
CATÓLICO: “A ESPERA DE UM MILAGRE”
A característica deles vem do protestantismo. Tem muito anseio por milagres que envolvem coisas materiais, profissão, cura de doenças (dor na unha, coluna) e etc. Mas não podemos generalizar, pois existem os mais centrados quem procuram milagres não só materiais, mas espirituais. Pedem dons de sabedoria, humildade, castidade e abraçam a cruz se precisar abraçar.
“CATÓLICO QUE FOGE DA CRUZ”

 

Esse tipo de católico se parece um pouco com o católico relativista, alguma parte do católico cheio de fogo e do que espera milagres.Procuram a religião unicamente para se livrar dos problemas, não só pedem, mas determinam que Jesus faça um milagre na sua vida profissional, saúde e etc.

 

Quando a cruz chega, geralmente perde a fé pois pensa que o paraíso é aqui na Terra. São bastante sentimentalistas, escolhem a fé que quer seguir, constroem suas verdades e em seu egoísmo idolatram a si próprios, pois só querem o Venha a nós o vosso reino, e que seja feita na sua, mas a minha vontade.
CATÓLICO SINCRETISTA , OU EXOTÉRICO:

É aquele tipo de católico que quer juntar todas as religiões num rito só. Eles sentem muita “peninha” dos protestantes, dos espíritas, dos adeptos da umbanda e etc.Pra eles, respeito à outras religiões é unir tudo fazendo uma farofada de doutrina, em um covarde e condenável Irenismo.
Um exemplo clássico que acontece no Brasil, é trazer músicas protestantes para a Liturgia, convidar outras religiões e tirar o sentido do cristianismo.
Respeito à religião alheia é uma coisa, trazer elementos de outras religiões que são opostas a nossa fé para agradar os outros é totalmente diferente.
CATÓLICO OU “CAÓTICO”?
Dizem que no Brasil – mas não é só no Brasil, não! – muitos católicos adotam um cristianismo original. Em vez de: católico-apostólico-romano, passa a ser: caótico-apostático-romântico … E bote isso tanto no masculino como no feminino!
Comecemos pelo “católico-caótico”. A palavra “católico” é um adjetivo da língua grega que, no masculino, feminino e gênero neutro corresponde respectivamente a: katolikós, katoliká, katolikón.
O significado de católico é: universal. Quer indicar que o cristianismo deve ser universal, abranger todos os povos de toda a terra e de todos os tempos. O Evangelho é universal, é para todos. No caso, o substantivo é: cristão; católico é adjetivo, que poderia ser substituído por “universal”; mas, ficaria um tanto pernóstico dizer: “sou cristão universalll”… E por isso, ficamos com o adjetivo “católico” mesmo, querendo dizer “universal”. Entendido?
Pois bem. Mas, em nossa querida Pátria e alhures, o cristão em vez de ser “católico”, isto é, aceitar todo o Evangelho, a Igreja-Hoje, o tal cristão-“caótico” faz uma misturança de tudo e faz uma religião das suas conveniências, catando aqui e ali meias verdades e … bota tudo no “liquidificador” do seu egoísmo e da sua ignorância, aperta o botão das suas conveniências, e … dá aquela mistura caótica de católico-umbandista-cientificista-espiritualista-esotérico-maçonista e… diabo-a-quatro. E depois se mete a discutir religião sem entender bulhufas.
A Fé desse cristão caótico fica na periferia. E, no fundo mesmo, ele não quer é se comprometer com as dimensões da Fé: a dimensão pessoal da consciência limpa, a dimensão social da Justiça, a dimensão Política do compromisso com a ética do bem-comum; e, por aí afora. O cristão caótico cria um caos entre Fé e Vida, entre Fé e as realidades temporais onde ele deve atuar.
O “caótico” cria uma religião liberalóide, à imagem e semelhança de suas idéias e gostos. Assim é fácil, não? …
APOSTÓLICO OU “APOSTÁTICO”?
Outro tipo de católico original, mas muito comum, é o que afirma, nos recenseamentos, ser católico-apostólico, mas, em vez de “apostólico”, ele é “apostático”.
Sem querer fazer muita apologética nem muita discussão sobre o assunto, é fácil verificar qual é a verdadeira religião cristã (universal = católica), a que vem desde os tempos dos apóstolos, do tempo de Cristo, portanto. É só ver nos Evangelhos como Jesus quis sua Igreja como sinal do Reino. E logo constataremos que Jesus quis, nessa Igreja, u ma autoridade que fosse a pedra fundamental, garantia da unidade. E sabemos que ele colocou Pedro como a primeira autoridade, que depois vai tomando o nome de papa (pai).
Está clara, nos Evangelhos, a indicação do Apóstolo Pedro como o primeiro chefe. E como essa Igreja deveria perdurar e continuar através dos séculos, vemos, na história da Igreja, que vieram Uno, Cleto, Clemente … até o nosso atual Papa. Então esta será, claro, a Igreja Apostólica, a Igreja que o Cristo quis … apesar de todas as misérias acontecidas com a necessidade de contínuas reformas na parte humana da Igreja.
Pois bem. O nosso católico “apostático”, em vez de ficar com essa Igreja, ele vai “apostando”, como o “caótico”, num sincretismo reli¬gioso, numa mistura de religiões ou fantasias religiosas, superstições e “etceterões” que não podem caber num “mesmo saco”, numa mesma vida…
Assim, de manhã, o “apostático” aposta na missa. Ao meio dia, aposta no horóscopo (alguns jornalistas-horoscopistas disseram-me como fazem quando “falta assunto”: pegam horóscopos de uns anos atrás e recopiam com algumas mudanças e publicam o “horóscopo do dia”…). E à noite, em que “aposta” o nosso “apostático”? No terreiro, saracoteando e requebrando-se na macumba, ou nas mesas brancas dos espíritas.
E assim vai ele, pela vida, “apostando”, até que acaba é apostatando mesmo, sem eira nem beira, sem convicção cristã nenhuma, sem compromisso com a Fé. Uma religião na base da emoção, da fantasia, sem firmeza histórica, sem firmeza evangélica, sem firmeza da Fé. Apostando no que lhe convém no momento… Nem cristão, nem católico, nem apostólico, mas: “apostático”…
ROMANO OU “ROMÂNTICO”?
Vimos os dois tipos de cristãos batizados e crismados com os quais o Espírito Santo da Crisma não terá chance nenhuma de contar para o testemunho da Fé. São os católicos “caóticos” e os “apostáticos”.
Mas há um 3º espécimen, muito caracterizado e muito comum entre eles e entre elas… É o chamado cristão-católico “romântico”: “ái Jésúis!” E como os há, por aí afora… Dizemos “romântico” em oposição a romano; isto é, sem a adesão incondicional à Igreja de Jesus Cristo, desde os inícios sediada em Roma.

 

“Romano” só porque, desde Pedro, os 263 Papas sediaram-se em Roma.
“Romântico” é o católico superficial, que tem as emoções como termômetro da Fé; o que se apega às periferias da religião, sem convic¬ções profundas, e que age ao sabor do “gosto não-gosto”. Neles e nelas não é a firmeza da Fé, a constância da Esperança nem a fidelidade do Amor que orientam a vida, mas sim, os “gostinhos” e preferências da ocasião, da “moda”.
“Romântico” é o católico que não perde a procissão do Senhor Morto e faz questão fechada de depositar seu ósculo no esquife do Senhor Morto… Mas foge, na vidado dia-a-dia, de “beijar” o Senhor vivo do Evangelho, o Cristo da justiça, do amor ao irmão, do perdão. É fácil beijar um “Senhor Morto” de madeira, de pedra, de gesso: quero ver é você beijar o Cristo do Evangelho, quando exige tomadas de posição na caminhada da Igreja, na justiça etc., etc.

 

Católica “romântica” é aquela que me dizia: “Ah! padre, o dia da 1.a comunhão de minha filha, quero que fique ‘indelééévvelll’… na minha vida…” Mas, ela mesma nem “limpou a cocheira” dos pecados para poder comungar com a filhinha…
“Romântico” é o cristão que lê o Evangelho, concordando com umas coisas que Jesus disse e não con¬cordando com outras que o mesmo Jesus disse… “Eu acho… eu não acho… ” como se cristianismo fosse “achismo” … E, por aí afora, meus amigos, quantos cristãos e cristãs romântico (a)s”, não? E onde fica o Batismo dessa gente, onde fica a Crisma com o Espírito Santo exigindo uma vida coerente com o Evangelho, com a Igreja e não com os caprichos de cada um?
Pergunta para reflexão final:
“Que tipo de CATÓLICO você é? E qual deveria verdadeiramente ser ?”

POR QUE A QUARESMA?

Michel Quoist, em seu clássico “Construir o homem e o mundo”, diz que “a beleza da matéria depende da quantidade de espírito que penetra”. A Pietá de Michelangelo é bela porque a beleza da arte espiritual a moldou. Mas, nós somos materiais, e a natureza decaída pelo pecado é atraída pela matéria que sufoca o espírito, fazendo-nos agonizar. Sem o espírito livre a matéria nos escraviza e o homem corre risco. John Spalding disse que “as civilizações e os homens não perecem por falta de bens e de saber, mas por falta de força moral”. Segundo o livro dos Provérbios, “Vale mais um homem que domina a si mesmo do que aquele que conquistou uma cidade”.

Certa vez, perguntaram a Mahatma Gandhi quais os fatores que destruíam os seres humanos. Ele respondeu: “A política, sem princípios; o prazer, sem compromisso; a riqueza, sem trabalho; a sabedoria, sem caráter; os negócios, sem moral; a ciência, sem humanidade; a oração, sem caridade”.

Esses quarenta dias de Quaresma, inspirados nos quarenta dias de Jesus no deserto, enfrentando a tentação do espírito do mal, com jejum e oração, tem a finalidade de “colocar o espírito acima da matéria”; a alma dominando o corpo; a alegria superando o prazer.

Olhando para a tentação de Cristo no deserto, os 40 dias de Noé na Arca e Moisés vagando por 40 anos no deserto do Sinai com aquele povo de “cabeça dura”, a Igreja estabeleceu a Quaresma, que vai da quarta-feira de Cinzas até a Missa do Lava-Pés, como determinou Paulo VI. No tempo de São Gregório Magno (590-604), Roma já observava os 40 dias da Quaresma.

É um tempo de reflexão e penitência; a Igreja chama o jejum, a esmola e a oração de “remédios contra o pecado”, propícios para este tempo, para a conversão; isto é, para que o espiritual domine a nossa vida. Saint Exupéry disse que “o mais importante é invisível aos olhos!”

Essas práticas espirituais não são “um fim em si mesmas”, mas apenas “meios” que nos ajudam a “fazer a vontade de Deus”; este é o objetivo. O Código de Direito Canônico recomenda que se faça alguma penitência toda sexta-feira (Cân. 1250-1252). Mas, qual a penitência que eu devo fazer? Ora, aquela que você precisa. Qual o remédio que o médico prescreve? Aquele que cada doente precisa; não são todos iguais.

Assim, cada um deve fazer a mortificação que mais precisa. Se você é maledicente, então feche a boca; se você é glutão, então jejue; se você é apegado aos bens e ao dinheiro, então dê esmolas; se você não gosta de rezar; ponha-se de joelhos, vá a Igreja mais vezes; se você é orgulhoso, se cale e se esconda; se você é irado, perdoe com mais vontade… Entendeu? Cada um deve perguntar a si mesmo, diante de Deus; que pecados eu tenho? Que penitência eu preciso fazer?

Esse tempo de reflexão é recordado pela liturgia: as vestes e os paramentos usados são da cor roxa; o Glória não é cantado ou rezado; a aclamação do “Aleluia” também não é feita; não se enfeitam os templos com flores; o uso de instrumentos musicais torna-se moderado. Tudo isso para nos concentrar na meditação, e não na tristeza.

São Paulo insistia: “Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!” (2 Cor 5, 20); “exortamos-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação.” (2 Cor 6, 1-2).

Quaresma é um tempo de “rever a vida” e abandonar o pecado. Quais? O orgulho, a vaidade, a arrogância, a ganância, a pornografia, o sexo fora do plano de Deus, a gula, a ira, a inveja, a preguiça, a mentira, a maledicência, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: “Vigiai e orai, porque o espírito é forte, mas a carne é fraca”.

Não é um “tempo de tristeza”, ao contrário, a alma fica mais leve e feliz livre dos seus males. Santo Agostinho dizia: “os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria”. A verdadeira alegria brota no bojo da virtude.

 Prof. Felipe Aquino

Papa aos políticos: “Pecadores serão perdoados, corruptos não”

Cidade do Vaticano (RV) – Cerca de 500 políticos, entre deputados, senadores e ministros do governo italiano participaram, às 7h desta quinta-feira, da missa celebrada pelo Papa Francisco no Altar da Cátedra da Basílica de São Pedro.

Os Presidentes da Câmara e do Senado, Laura Boldrini e Pietro Grasso, lideraram o grupo. O convite foi feito no início de fevereiro pelo capelão de Montecitorio (sede do Governo), Mons. Lorenzo Leuzzi, “atendendo a desejo do Papa de acolher os pedidos de muitos parlamentares que queriam participar de sua missa da manhã”.

Em sua homilia, Francisco lembrou que nos tempos de Jesus, a classe dirigente havia se afastado do povo, o havia ‘abandonado’ por ser corrupta e incapaz de enxergar além de sua ideologia.

Interesses partidários e lutas internas: nisso pensavam aqueles que comandavam, ao ponto que quando Messias apareceu diante deles, não o reconheceram e o acusaram de ser um curandeiro do bando de Satanás”.

Na primeira leitura, extraída do livro de Jeremias, o profeta narra o “lamento de Deus” por uma geração que não lhe prestou ouvidos e que se justificava por seus pecados, dando-lhe as costas. “Esta é a dor do Senhor, a dor de Deus”, disse o Papa.

O coração daquelas pessoas com o tempo se endureceu tanto que ficou impossível ouvirem a voz do Senhor. É muito difícil um corrupto voltar atrás. Os pecadores sim, porque o Senhor é misericordioso e os espera, mas os corruptos ficam presos em suas coisas; e por isso, se justificam”.

Estas pessoas, prosseguiu o Papa, “erraram o caminho”, fizeram resistência à salvação de amor do Senhor e acabaram se desviando da fé.

Os fariseus recusaram o amor do Senhor e esta negação os levou a um caminho que não era o da dialética da liberdade que o Senhor oferecia, mas o da lógica da necessidade, onde não há lugar para o Senhor. Na dialética da liberdade, existe o Senhor bom, que nos ama tanto! Ao contrário, na lógica da necessidade não há lugar para Deus: a ordem é ‘fazer’, ‘dever’… é uma ordem comportamental: são homens de boas maneiras, mas de péssimos costumes”.

A Quaresma, concluiu Francisco, nos lembra que “Deus ama todos” e que “devemos fazer o esforço de nos abrir a Ele”:

Fará bem a todos nós pensar no convite do Senhor ao amor e nos questionarmos se estamos caminhando neste sentido, ou estamos ‘correndo o risco de nos justificar e escolhermos outro caminho?’ Rezemos ao Senhor para que nos dê a graça de optar sempre pela estrada da salvação, que nos abra à salvação que vem somente de Deus e da fé, e não das propostas dos ‘doutores do dever’ que perderam a fé e regiam o povo com a teologia pastoral do dever”.

Desde que tomou posse, em 22 de fevereiro passado, o Governo do jovem premiê Matteo Renzi tem recebido encorajamentos do Vaticano: o Cardeal Secretário de Estado, Dom Pietro Parolin, fez votos de que Renzi consiga realizar as reformas estruturais necessárias ao país, tendo como prioridade a questão do trabalho e as famílias.

Jovem encontra sua mãe biológica no Facebook e ao descobrir que foi concebida em um estupro agradeceu-lhe por não abortá-la

Katheryn DeprillDENVER, 27 Mar. 14 / 05:02 pm (ACI).- Há poucas semanas, Katheryn Deprill, de 27 anos de idade, foi notícia ao publicar um post em sua conta do Facebook para encontrar a sua mãe biológica. Em menos de duas semanas achou sua progenitora, descobriu que foi concebida após um estupro, agradeceu-lhe por não tê-la abortado. Elas se fizeram amigas e já tiveram um primeiro encontro.

“Procuro a minha mãe biológica. Ela me abandonou em um banheiro de um Burger King poucas horas depois do seu nascimento em Allentown, Pennsylvania. Por favor, ajudem-me a encontrá-la publicando esta mensagem”, escreveu Katheryn no post que compartilhou em seu perfil pessoal no dia 2 de março deste ano.

Em poucas horas, vários meios de imprensa recolheram sua história e a chamaram de “Bebê Burger King”. A fotografia foi compartilhada mais de 30 mil vezes no Facebook. Logo, sua mãe biológica a contatou e já se reuniram pela primeira vez.

No encontro, assegura Katheryn, el sentiu “pura felicidade”. “Ela é melhor do que poderia ter imaginado. É tão doce e amável, estou muito contente”, disse.

Ao ver sua mãe, cujo nome não foi revelado, Katheryn viu sua semelhança com ela e assegura que foi como se me estivesse vendo-se em um espelho.

A história de seu nascimento é estarrecedora. Sua mãe biológica tinha apenas 17 anos quando foi estuprada por um estranho durante umas férias familiares fora dos Estados Unidos. A jovem ocultou a gravidez dos pais, porque pensou que não acreditariam que tinha sido estuprada. Deu à luz a Kathryn em seu próprio quarto.

A mãe de Katheryn nunca pensou em abortar, mas pensava que não podia criar um filho. Devido às difíceis condições legais para entregar um filho em adoção que regiam na década de 80, levou a recém-nascida ao local de fast food, envolveu-a em uma camisa marrom e a deixou no banheiro de mulheres onde, relata, “beijou a bebê na testa e se foi”.

De acordo ao advogado John Waldron, que representa a mãe biológica do Katheryn, a mulher também tinha começado a procurar a sua filha. “Deixou-me em um lugar onde sabia que eu seria encontrada”, pois “não queria me desprezar”, relatou a jovem, que estudou para ser paramédico, e atualmente está casada e tem três filhos.

“Perguntei-lhe se ela poderia me abraçar e me disse ‘é obvio’ e estendeu seus braços, o resto é história. Ganhei o abraço que procurei por 27 anos e isso ajudou a quebrar o gelo”, acrescentou Katheryn.

Katheryn indicou que sua mãe expressou seu arrependimento por havê-la abandonado, e disse que a perdoou “110 por cento”. Agora “vamos começar a ter uma relação”, partilhou.