SÃO JOSÉ NÃO FALHA

Glorioso-São-José-172É impressionante como São José se destaca na história de Jesus; mesmo que os Evangelhos não registrem uma só palavra desse Gigante humilde e silencioso, mas pronto a fazer a vontade de Deus. Não foi sem razão que em 8 de dezembro de 1870, o Papa Beato Pio IX ,o proclamou Patrono Universal da Igreja. Assim como a Virgem sua Esposa, ele é nosso pai, advogado, protetor, mestre e senhor. Cuida da Igreja e de nós como cuidou de Maria e de Jesus.

Graças a Deus sempre tive uma profunda devoção a São José; me consagro a ele todos os dias, bem como a minha família. Santa Teresa de Ávila, doutora da Igreja, escreveu no livro de sua vida, que jamais ela deixou de ser atendida por São José quando, em uma de suas festas, lhe fazia um pedido. E dizia ainda mais: esse bom pai me livrou de muitos perigos sem mesmo que eu tivesse lhe pedido proteção. Ela ensinava uma coisa muito importante: a cada santo Deus concede, por sua intercessão, uma graça especial, conforme seja ele protetor de alguma atividade humana; por exemplo, Santa Luzia protetora da vista… Mas com São José é diferente, ele atende todas as necessidades.

Não é sem razão que a Igreja, no meio da Quaresma, tira o roxo no dia 19 de março e coloca o branco na liturgia (como que suspende a quaresma!), para celebrar a festa de São José, esposo da Virgem Maria. Entre todos os homens do seu tempo, Deus escolheu o glorioso São José para ser Pai adotivo de seu Filho divino e humanado. E Jesus lhe era submisso, como mostra São Lucas. “O Senhor escolheu para Si um homem segundo o seu coração” (1 Sm 13, 14).

Santo Gertrudes (1256-1302), um grande místico da Saxônia, disse que “viu os Anjos inclinarem a cabeça quando no céu pronunciavam o nome de São José”. Santa Teresa de Ávila (1515-1582), disse: “Quem não achar mestre que lhe ensine a orar, tome São José por mestre e não errará o caminho”.

Minha esposa adquiriu o hábito de fumar em sua adolescência e sempre fumou durante nossos quatro anos de namoro e noivado e mais trinta anos de casados. Mas sempre pedíamos a Deus a graça dela deixar este vicio.

Há anos ela lutava com muitas orações e súplicas para deixar o cigarro; pois bem, no dia 1º de maio de 2002, pouco antes da Procissão de São José, que houve em nossa cidade de Lorena, eu disse a ela: “Vamos à procissão de São José, e depois você vai jogar a sua carteira de cigarros fora”.

Movida por Deus ela aceitou o convite e fomos acompanhar a Procissão de São José Operário; fizemos a ele o nosso pedido. Quando chegamos em casa ela jogou fora o seu último maço de cigarros, e não mais fumou, depois de 35 anos de vício prolongado. Deus seja louvado!

São José não falha!

 

Via  Prof. Felipe Aquino

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