Íntegra da homilia do Papa Francisco na canonização de São João Paulo II e São João XXIII

10257756_712715742125779_930829636670301616_nVATICANO, 27 Abr. 14 / 09:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma cerimônia sem precedentes na história da Igreja, o Papa Francisco declarou santos a São João Paulo II e São João XXIII durante uma missa concelebrada por mais de mil pastores entre cardeaisbispos e sacerdotes, incluindo o Pontífice Emérito Bento XVI.

Esta é a íntegra da homilia que pronunciou o Papa Francisco:

No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Divina Misericórdia, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.

Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).

Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: ‘pelas suas chagas, fostes curados’ (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).

São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado transpassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.

Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.

Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.

Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que nos falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47). É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.

E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito.

Neste serviço ao Povo de Deus, João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”.

Papa Francisco: “João XXIII e João Paulo II não tiveram vergonha da carne de Cristo”.

idade do Vaticano (RV) – Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu neste Domingo da Misericórdia na Oitava de Páscoa, 27 de abril, a missa de canonização dos Papas João XXIII e João Paulo II, na Praça São Pedro.

A praça, a Via da Conciliação e demais ruas adjacentes ao Vaticano estavam lotadas de peregrinos que vieram de várias partes do mundo para participar desse evento histórico para a Igreja Católica. Muitos fiéis dormiram em sacos de dormir espalhados pelas ruas e quando a Praça São Pedro foi aberta às 5h30 locais eles entraram para dentro da praça e esperaram o horário da celebração. 

Vários fiéis participaram de vigílias de orações realizadas nas igrejas de Roma. Muitos passaram a noite em claro, cantando, rezando, fazendo adoração eucarística e se confessando. Muitos peregrinos acompanharam a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II através de telões espalhados em vários pontos do centro da capital italiana. Segundo o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, pelo menos 800 mil pessoas participaram, em Roma, da missa de canonização de João XXIII e João Paulo II. Mais de 500 cinemas de 20 países do mundo transmitiram ao vivo a cerimônia na Praça São Pedro.

O Papa emérito Bento XVI concelebrou com o Papa Francisco a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II. Ao entrar no adro da Basílica de São Pedro, pouco antes da cerimônia, Bento XVI foi aplaudido pelos fiéis. Os peregrinos aplaudiram também o Papa Francisco quando foi ao encontro do Papa emérito para saudá-lo com um abraço.

Durante a cerimônia, o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, acompanhado pelos postuladores de João XXIII e João Paulo II pediu ao Papa Francisco para que os beatos fossem inscritos no “álbum dos Santos”. 

O Santo Padre logo depois proclamou oficialmente a santidade dos dois Papas sob os aplausos dos presentes, proferindo a seguinte fórmula de canonização:

“Em honra da Santíssima Trindade, para a exaltação da fé católica e incremento da vida cristã, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e a nossa, após ter longamente refletido, invocado várias vezes o auxílio divino e escutado o parecer de nossos irmãos no episcopado, declaramos e definimos como Santos os Beatos João XXIII e João Paulo II, inscrevemo-los no Álbum dos Santos e estabelecemos que em toda a Igreja eles sejam devotamente honrados entre os Santos. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.”

Os relicários dos dois novos santos foram colocados junto ao altar, com as respectivas relíquias – uma ampola com o sangue de João Paulo II, a mesma da beatificação em 2011, e um fragmento da pele de João XXIII, recolhido na exumação, no ano 2000. 

A celebração prosseguiu com a Liturgia da Palavra. O Evangelho Segundo São João foi lido em latim e grego, para reiterar que nenhuma língua é estranha ao amor de Deus, assim como ninguém era um estranho para o coração de Angelo Roncalli e de Karol Wojtyla. 

“No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Divina Misericórdia, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado. Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria”, disse o Papa Francisco no início de sua homilia. 

“Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!». Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados»”, disse ainda o Santo Padre.

“São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado traspassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão, porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, de sua misericórdia, à Igreja e ao mundo. Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria”, frisou ainda o Papa Francisco.

Segundo o pontífice, “nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante». A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até a náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão”. 

“Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade de fiéis, em Jerusalém, da qual nos falam os Atos dos Apóstolos. É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor e a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.”

“E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhes deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito”, sublinhou Francisco.

“Neste serviço ao Povo de Deus, São João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos vivendo um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu”, destacou o Santo Padre.

“Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”, concluiu o Papa Francisco. 

Participaram da celebração de canonização de João XXIII e João Paulo II mais de 120 delegações provenientes de vários países, 24 chefes de Estado e monarcas, e 10 chefes de Governo. Também estiveram presentes 26 mil voluntários e 10 mil policiais. Foram disponibilizadas 77 ambulâncias, muitas das quais da Cruz Vermelha Italiana.
(MJ)

O que significa o Sinal da Cruz?

Um sacramental para todos os momentos de sua vida

O Verbo se fez carne para salvar-nos, reconciliando-nos com Deus: “Foi Ele que nos amou e enviou-nos seu Filho como vitima de expiação por nossos pecados” (1Jo 4,10). “O Pai enviou seu Filho como o Salvador do mundo” (1Jo 4,14). “Este apareceu para tirar os pecados” (1Jo 3,5). (CIC §457)

E, achado em figura de homem, humilhou-se e foi obediente ate a morte, e morte de cruz! (Fl 2,5-8).

O sangue de Cristo foi derramado em nome de toda a humanidade sem exceção, até por aqueles que não o reconhecem como Filho de Deus, para nos purificar, lavar todos os nossos pecados. Este ato de total entrega teve o seu ápice em uma cruz de madeira.

A cruz (cruce, em latim) era motivo de vergonha, pois apenas os piores bandidos, a escória da sociedade, eram pregados no madeiro. Eles eram obrigados a carregar a pesada cruz em que seriam mortos; mas a cruz de Cristo era a mais pesada de todas elas, porque além de seu peso normal ela estava sobrecarregada com o peso dos pecados de toda a humanidade.

Cristo mudou o simbolismo da cruz

Após a sua morte violenta, a cruz passou a ser o símbolo da vitória de Deus sobre o mal. Logo a cruz passou a ser o sinal do cristão. É com este sinal que nós bradamos ao mundo que somos filhos de Deus. Onde se vê uma cruz sabe-se que ali há Cristo.

A Enciclopédia Britânica chama a cruz de “o principal símbolo da religião cristã”. Num julgamento em tribunal na Grécia, a Igreja Ortodoxa Grega chegou a afirmar que aqueles que rejeitam a “Santa Cruz” não são cristãos. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cruz)

Segundo a tradição, o sinal-da-cruz remonta ao tempo dos Apóstolos. Alguns afirmam que o próprio Cristo, durante a sua gloriosa Ascensão, abençoou os discípulos com este símbolo de sua Paixão Redentora. Os Apóstolos e demais discípulos teriam, por conseguinte, propagado esta devoção em suas missões. (http://www.eradomilagre.com)

O cristão deve adotar o costume de fazer sempre o sinal da cruz antes de iniciar alguma atividade para confirmar que Deus está sempre a lhe acompanhar. Com isto invoca-se a presença divina em nosso meio, seja nos momentos de lazer, de trabalho, de dificuldades, de oração, da refeição, enfim, em todos os momentos de nossa vida.

O cristão começa seu dia, suas orações e suas ações com o sinal-da-cruz, “em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo. Amém”. O batizado dedica a jornada à glória de Deus e invoca a graça do Salvador, que lhe possibilita agir no Espírito como filho do Pai. O sinal-da-cruz nos fortifica nas tentações e nas dificuldades. (CIC §2157)

No século II, Tertuliano, o primeiro escritor cristão de língua latina, exortava: “Para todas as nossas ações, quando entramos ou saímos, quando nos vestimos ou tomamos banho, estando à mesa ou acendendo as velas, quando vamos dormir ou nos sentar, no início de nossas obras, façamos o sinal-da-cruz”. (Pe Eduardo Delazeri)

Ao fazermos o sinal da cruz professamos a nossa fé na Santíssima Trindade. Ao sermos batizados o fazemos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Pode-se fazer o sinal da cruz em si mesmo como uma forma de oração, de purificação, ou fazê-lo ao abençoar o filho, com um sinal da cruz em sua testa, por exemplo. Com isto trazemos a presença divina para nossos entes amados. Também, assim, o fazem os sacerdotes sobre os devotos ou sobre os objetos abençoando-os.

O Sinal da Cruz bem feito é riquíssimo em significado. Por Ele expressamos três verdades ou dogmas fundamentais da nossa fé: o Dogma da Santíssima Trindade, da Encarnação e da Morte de Jesus Cristo. Quando se diz: “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, você está proclamando o Mistério da Santíssima Trindade. Quando você leva à testa a mão direita, dizendo: “Em nome do Pai” e desce com a mão na vertical e toca na altura do estômago continuando: “e do Filho”, você está indicando o mistério da Encarnação: o Filho de Deus desceu ao seio da virgem Maria. Depois, levando a mão direita para o ombro esquerdo completando a cruz tocando o ombro direito, está se indicando a morte de Jesus na Cruz.http://www.movimentoliturgico.com.br)

Devemos fazer o sinal da cruz de forma correta, com respeito, e não de qualquer jeito, como se estivéssemos espantando moscas ou nos abanando.

Ao fazer este sinal devemos estar conscientes de que este gesto nos une a Deus, é um ato de fé e de amor. Este mesmo gesto que foi realizado no dia de nosso batismo nos deixa uma marca indelével de pertença a Cristo. Portanto deve ser feita com respeito.

Como fazer corretamente o sinal da cruz?

(Sinal da Cruz na testa) Pelo Sinal da Santa Cruz

(Sinal da Cruz na boca) Livrai-nos Deus Nosso Senhor

(Sinal da cruz no Peito) dos nossos inimigos

(Sinal da Cruz) Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.

O sinal da cruz é feito da seguinte forma: com a mão direita, levando-a da testa ao peito e do ombro esquerdo ao direito, pronunciando-se, ao mesmo tempo: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.” Com o polegar direito, fazer um pequeno sinal da cruz na TESTA, outro na BOCA e outro no PEITO, enquanto se pronuncia: “Pelo sinal da santa cruz, livrai-nos Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos”.

O inimigo pode estar dentro de nossas cabeças, incutindo maus pensamentos. Podem ser pensamentos de luxúria, de desejo de vingança, de egoísmos, de realizar o mal. Muitas vezes não conseguimos dominar nossos próprios pensamentos. O mal pode sair de nossa boca com palavras ásperas, ditas em um momento de tensão. Muitas são as oportunidades em que deveríamos calar, mas proferimos palavras que depois nos arrependemos. E, por fim, devemos em nossos corações cultivar o bem, encher nossos corações com coisas boas, próprias de Cristo. Só podemos dar aquilo que temos em nossos corações: se ele está cheio de coisas ruins, praticaremos coisas más; se ele está repleto de bons sentimentos, seremos praticantes de boas ações. Lembram do ditado: quem semeia ventos, colhe tempestades. Se praticamos boas ações, coisas boas nos aconteceram.

Completemos o sinal da cruz:

(†) Pelo sinal da Santa Cruz,

(†) livrai-nos Deus, nosso Senhor,

(†) dos nossos inimigos,

(†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos.

São inimigos aqueles que atentem contra a nossa pessoa, para nos causar tanto males físicos, quanto espirituais. O Sinal da Cruz, feito antes de iniciarmos as nossas orações, nos predispõe a bem rezar.

Analisando o sinal da cruz

† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa com o polegar direito, nós estamos pedindo a Deus que proteja a nossa mente dos maus pensamentos e nos leve a ter pensamentos puros e nobres, que nos livre das ideologias malsãs e das heresias, mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes e ciladas do demônio;

† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor aos seus Santos e aos seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos; que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão. Pedimos também que nos livre da gula, do excesso de apego a coisas inferiores, como, também, preservar nossa língua de toda a maldade e toda a mentira. A língua é uma arma de dois gumes, pois com ela você pode ferir, humilhar, difamar, envergonhar, esmagar, caluniar e matar. Mas com a língua você pode também, ensinar, orientar, animar, consolar, pacificar, abençoar e salvar. Outra passagem relacionada ao assunto é o Salmo que diz: “O justo meditará a sabedoria e sua língua falará segundo a justiça; a lei do Senhor está no seu coração”. Ai esta a síntese de uma vida cristã, marcada pelo sinal da cruz. (“Justiça”, na Sagrada Escritura, é sinônimo de santidade).

† Dos nossos inimigos: esta terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios; fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus, nos levando a ter um coração regido pela lei do Senhor, lei que Santo Agostinho tenta resumir nesta frase: “Ama e faze o que quiseres”. Mas cuidado, muitos falam de amor, inclusive os que confundem amor com luxúria, liberdade com libertinagem, paz com acomodação, equilíbrio com mediocridade. Se somos cristãos, procuremos “as coisas do alto”. E guardemos puro o nosso coração, “pois dele vêm as fontes da vida”. E, então, a nossa capacidade de amar será dilatada. E veremos como é bom ser bom.

Na Missa

Fazer o sinal da Cruz ao entrar na igreja;

Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no momento da Acolhida;

Quando houver o Rito da Aspersão, fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção;

Na Liturgia da Palavra, leitura do Evangelho: “Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo …” Na proclamação do Evangelho, aquele que proclama faz uma cruz com o polegar no livro dos evangelhos e três cruzes sobre si, na testa, na boca e no peito. A assembleia também faz as três cruzes sobre si. A cruz na testa lembra que o Evangelho deve ser entendido, estudado, conhecido; a cruz nos lábios lembra que o Evangelho deve ser proclamado, anunciado (missão de todo cristão); e a cruz no peito, à altura do coração, nos indica que o Evangelho, acima de tudo, deve ser vivido, pregado e testemunhado. Não é necessário fazer o quarto sinal da cruz no final;

Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade;
Fazer o sinal da Cruz ao sair da igreja, pra lembrar a nossa missão cristã de anunciar o Evangelho a toda criatura.

Não Tema

Qualquer que seja a sua dor ou problema, lembre-se que Jesus sofreu uma dor muito, mas muito maior e não desistiu, porque sabia que Deus estava com ele. Jó também não desistiu. Carregue a sua cruz, se ela te foi dada foi porque você podia carregá-la.

Jesus nos diz: “Vinde a Mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e Eu vos aliviarei

 

Via http://papocatolico.blogspot.com.br/2012/01/o-que-significa-o-sinal-da-cruz.html

‘Vai ser especial’, diz brasileira que assistirá à canonização de papas

O Vaticano promete uma cerimônia simples para comemorar a canonização dos papas João Paulo II e João XXIII neste domingo (27). Mas isso não é problema para os fiéis brasileiros que decidiram cruzar o Atlântico para participar, in loco, da celebração.

Eles já estiveram outras vezes no Vaticano, mas nunca conseguiram ver o Papa João Paulo II, pois o líder da Igreja Católica estava fora do país nessas ocasiões.

“Ele era um Papa muito carismático. E o João XXIII não é da minha época, mas minha mãe comentava muito sobre ele. Ela dizia que era um Papa santo, mesmo antes de se falar em canonização”, lembra Maria Luiza, que comprou o pacote de viagem há mais de 5 meses.

O grupo do qual a pediatra faz parte saiu do Brasil na terça-feira (22). O passeio inclui visitas a cidades italianas como Veneza, Pádua e Assis, e ainda passa por Portugal (Lisboa e Fátima), entre outras localidades, com a presença de um guia que fala português em todo o trajeto.

“Unimos o útil ao agradável. Eles vão visitar outros santuários, outras atrações turísticas e, no dia da canonização, estarão em Roma”, diz Luiz Scavone, proprietário da operadora de turismo Destine, que organizou a viagem.

É um privilégio conseguir ver a canonização de dois papas. João Paulo II era muito carismático.”
Maria Luiza Fonseca,
pediatra

A empresa, especializada em pacotes religiosos, lançou esse no fim do ano passado. “Assim que saíram as datas, já realizei os bloqueios nas empresas aéreas”, diz Scavone.

Também voltada para o turismo religioso, a operadora Século XXI ofereceu não uma, mas sete opções de pacotes para a canonização dos dois papas.

O mais simples, de cinco noites em Roma, é voltado aos turistas que querem apenas participar da cerimônia. Os demais incluem outras cidades da Itália e também mais países europeus.

“Tivemos reservas para todas as datas de saídas. Não houve procura de grupos grandes, mas tivemos muitos passageiros individuais, casais ou grupos pequenos de parentes ou conhecidos da mesma paróquia”, afirma Pedro Martinez, presidente da operadora, que também lançou os pacotes assim que soube da data da canonização de João Paulo II e João XXIII.

Até 7 milhões de pessoas
Segundo o Vaticano, a cerimônia de canonização dos dois papas será bem mais “sóbria” que a cerimônia de beatificação de João Paulo II, ocorrida em 2011, que durou três dias e custou cerca de US$ 1,65 milhão (R$ 3,7 milhões).

As igrejas do centro de Roma ficarão abertas durante toda a noite deste sábado (26) para vigílias e confissões.

Neste domingo, às 10h, estão previstas uma missa e a cerimônia de canonização presididas pelo Papa Francisco na Praça de São Pedro. O Papa emérito Bento XVI afirmou que também participará da cerimônia.

Papa emérito participa, concelebrando, na Missa das canonizações

Segundo referiu o Padre Lombardi, director da Sala de Imprensa do Vaticano, no encontro com os jornalistas neste sábado de manhã, o Papa emérito Bento XVI aceitou o convite e comunicou ao Papa Francisco que estará presente, domingo de manhã, na praça de São Pedro, na Missa de canonização de João XXIII e de João Paulo II. O Papa emérito concelebrará, tomando lugar juntamente com os cardeais e bispos, todos eles situados à esquerda do altar.

Como é a ação dos anjos maus?

Deus permite que o demônio tente o homem, isto é, sugira-lhe más ações, para que por meio destas tentações, o homem se torne ainda mais puro e fortalecido na virtude.

 

 

Sabemos que é pela luta, pela experiência, que cresce em nós a fortaleza e também a santidade. Então, Deus sabe usar até mesmo das más ações do demônio em nosso benefício. Enfrentando as tentações com a graça de Deus, podemos nos tornar melhores.

 

 

Certa vez, o Papa Paulo VI disse essas palavras: É claro que o pecado é um produto da liberdade do homem. Porém, no profundo dessa realidade humana, existem fatores em ação, que a colocam para além do meramente humano, na área limite onde a consciência do homem, a sua vontade e a sua sensibilidade estão em contato com as forças das trevas. Elas, de acordo com São Paulo, estão ativas no mundo quase a ponto de dominá-lo (Rm 7,7-25; Ef 2,2; 6,12) (Papa João Paulo II, Exortação Apostólica à Reconciliação e à Penitência, julho 1993). Deus, na sua sabedoria, permitiu que Adão e Eva fossem tentados no Paraíso (Gen 3, 1-5); mas por causa desta queda terrível, que Santo Agostinho chama de felix culpa, tivemos a honra de receber um tão grande Salvador; o próprio Deus se encarnou para nos resgatar; fez-se nosso Irmão, tornou-nos filhos de Deus.

 

 

Deus permitiu que Satanás tentasse a São Pedro (que acabou negando Jesus por três vezes) (Lc 22, 31); e Jesus chegou a dizer a Pedro que orou por ele. Mas certamente esta tentação e esta queda tão dura de Pedro, fizeram-no mais humilde e mais preparado para ocupar o lugar de primeiro Papa. Não nos esqueçamos que Pedro era um tanto arrogante: Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos. (Lc 22, 31) Mas a resposta de Pedro, diante da situação perigosa daquela tentação que o Senhor lhe avisava, mantém-se presunçoso: Pedro disse-lhe: Senhor, estou pronto para ir contigo tanto para a prisão como para a morte.

 

 

Jesus respondeu-lhe: Digo-te Pedro, não cantará hoje o galo, até que três vezes haja negado que me conheces. (Lc 22, 34) Vejo aí, nitidamente, que Pedro precisava de uma lição de humilhação para se tornar humilde, e preparado para ser o primeiro Vigário de Cristo na terra. Me parece que o Senhor permitiu que Satanás o tentasse até o ponto de faze-lo negar Jesus por três vezes. Mas, certamente Pedro se tornou muito humilde depois de derramar aquelas copiosas lágrimas de arrependimento, por não ter ouvido a Jesus que lhe avisava da tentação iminente. Deus sabe tirar o bem de todas as circunstâncias; Santo Agostinho nos garante que se Ele não fosse capaz de tirar um bem, mesmo do mal, Ele não permitiria que o mal existisse. Embora o Batismo elimine o pecado original, as suas seqüelas continuam em nós: os sofrimentos, a doença, a morte, a propensão ao pecado (concupiscência – fomes peccati).

 

 

O Concílio de Trento, o mais longo da história da Igreja (1545-1563), ensina-nos que: Deixada para os nossos combates, a concupiscência não é capaz de prejudicar aqueles que, não consentindo nela, resistem com coragem pela graça de Cristo. Mais ainda: aquele que tiver combatido segundo as regras será coroado (2Tm 2,5) (CIC § 405,1264). Santo Agostinho entendia que a permanência, da concupiscência em nós, mesmo após o Batismo, é uma oportunidade que temos de provar a Deus o nosso amor, lutando contra o pecado, por amor ao Senhor. Ele dizia que aquele que deixa o pecado por medo do castigo, e não por amor a Deus, acaba voltando a ele. É sobretudo, no rompimento radical com o pecado que damos a Deus a prova real do nosso amor filial. São Paulo nos lembra também que Deus não nos abandona na hora da tentação: Deus é fiel; não permitirá que sejais tentados acima das vossas forças, mas, com a tentação, ele vos dará os meios de sair dela e a força para suportar. (1 Cor 10,13) E também é preciso dizer que nem toda tentação vem do demônio – talvez ele aproveite também delas – mas podem vir da nossa própria concupiscência, como ensina São Tiago: Ninguém quando for tentado diga: é Deus que me tenta. Deus é inacessível ao mal e não tenta a ninguém.

 

Cada um é tentado pela sua própria concupiscência, que o atrai e alicia. A concupiscência, depois de conceber, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. (Tg 1, 13-15) Mesmo das más ações de Satanás, Deus é capaz de tirar coisas proveitosas para a nossa vida. É claro que isto não quer dizer que não devemos nos precaver contra a sua maldade.

 

Jesus nos ensinou a rezar no Pai-nosso: Livrai-nos do Mal. Esse Mal, com M maiúsculo, disse o Papa Paulo VI, é o demônio, é um ser vivo, terrível e maldoso, dos quais nos precisamos defender com os auxílios da graça de Deus. (cf. Alocução Livrai-nos do Mal, 1972) É fundamental, portanto, suplicar a proteção de Deus contra as insídias, as tentações e as maldades do demônio; mas não podemos achar que ele possa superar a ação ou o poder de Deus. Eu gosto muito daquela oração que a Liturgia faz o sacerdote rezar depois da oração do Pai-nosso, na Missa: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a Vossa paz; ajudados pela vossa misericórdia estejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo salvador.

 

Também é de se recomendar a repetição fervorosa da mais antiga oração que a Igreja conhece, dirigida a Nossa Senhora, para pedir-lhe a proteção. Esta oração foi encontrada num fragmento de um pergaminho, no Egito, no começo deste século, e contém uma oração que os fiéis já faziam a Nossa Senhora, por volta do ano 230, isto é, em plena perseguição romana, no norte da África: Debaixo da Vossa proteção nos refugiamos ó santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, Virgem gloriosa e bendita. Assim, os nossos primeiros irmãos mártires já se recomendavam aos cuidados maternos de Nossa Senhora. Portanto, não devemos ter medo do demônio; o medo é prejudicial em qualquer caso. É necessário estar em Deus e com Deus, e não temê-lo. Santa Teresinha dizia que sabia que o demônio era mais forte do que ela, então ela lhe virava as costas e se abrigava nos braços de Deus, contra quem ele nada pode. É muito mais seguro assim. Se Deus está conosco, quem será contra nós?… Quem nos separará do amor de Cristo? (Rom 8, 31.35).

Prof. Felipe Aquino

Como é ser um jovem católico?

Entende-se por católico, aquela pessoa que aderiu à religião Católica para o seguimento a Jesus Cristo. Ser católico não é só dizer que é, mas seguir com amor o que Ela – A Igreja – nos apresenta e nos propõe para um seguimento fiel a Jesus Cristo. Deve-se escutar sempre a Palavra de Deus e praticá-la, observar os mandamentos de Deus e da Igreja, servir e amar os irmãos, participar das pastorais e movimentos, celebrar os Sacramentos, especialmente a Eucaristia, Ápice da Vida da Igreja.

Ser católico não é fácil, menos ainda nos tempos modiernos. As críticas à Igreja e à Doutrina Católica são bastante, o protestantismo aumenta a cada dia, os fieis cada vez mais dispersados no mundo. Se para os mais experientes é difícil, quanto mais para um jovem, que sempre está em mudança, com sua garra e disposição, agitado, sempre em discernimento. Como ser um jovem católico ativo na Igreja?

Muitos têm uma pequena concepção que “a Igreja é pra gente velho”, mas não ver que hoje a maioria dos padres são jovens e que têm muitos jovens ativos na comunidade e são felizes por isso. A Igreja é rica em movimentos e pastorais, ou seja, em ministérios e  vem investindo muito em como evangelizar a juventude. Hoje existe a PJ (pastoral da juventude), o EJC (Encontro de Jovens com Cristo), vários encontros para jovens, como, por exemplo o DNJ (Dia Nacional da Juventude),  a Catequese, especialmente da Crisma, que são jovens os catequistas. A Igreja está aberta para a novas comunidades de vida e aliança e aos novos carismas.Hoje muitos jovens são participantes da Renovação Carismática Católica, que vem sendo uma grande ajuda na evangelização da juventude.

O jovem tem muitas opções para ser um católico fiel e ativo, basta ser incentivado, querer e ter responsabilidade. Ser um jovem católico nos proporciona novas conquistas, amizades, um bom relacionamento com o próximo e um grande amigo: DEUS. O jovem é bem querido na Igreja e é o futuro desta mesma Igreja. Por isso vamos aderir com amor a proposta da Igreja em seus ministérios diversos e servir a Deus na observância da Palavra, Eucaristia, Caridade e anunciar o Cristo, que é Caminho, Verdade e Vida.

 

Via: http://jovemdefe.wordpress.com/2009/04/21/como-e-ser-um-jovem-catolico/