Francisco: Na comunidade cristã, a divisão é um pecado grave

A praça de São Pedro voltou a acolher os fiéis para a catequese semanal do Santo Padre, após duas semanas em que as audiências gerais aconteceram na Sala Paulo VI. Na manhã de hoje, os milhares de peregrinos de todas as partes do mundo esperavam Francisco cheios da costumeira alegria e entusiasmo.

O papa deu prosseguimento à série de catequeses sobre a Igreja, focando hoje nos adjetivos “una e santa”, que professamos no Credo.

No resumo final da catequese, ele disse: “Queridos irmãos e irmãs! Quando recitamos o Credo, dizemos que a Igreja é ‘una’ e ‘santa’, embora saibamos por experiência que ela também é composta por pecadores e que não faltam nela as divisões. Jesus, antes da sua Paixão, pediu pela unidade dos seus discípulos: ‘que todos sejam um’. Ele nos confia, assim, o seu desejo de que a unidade seja uma das características da nossa comunidade. Os pecados contra a unidade não são só os cismas; são também as cizânias mais comuns das nossas comunidades: invejas, ciúmes, antipatias… Tudo isso é humano, mas não é cristão. Numa comunidade cristã, a divisão é um dos pecados mais graves, porque ela não permite que Deus atue. É o diabo quem separa, destrói as relações, semeia preconceitos. O que Deus quer é que sejamos acolhedores, que nos perdoemos e nos amemos para nos parecermos cada vez mais com Ele, que é comunhão e amor. Nisto consiste a santidade da Igreja: em reproduzir a imagem de Deus, rico em misericórdia e em graça”.

A seguir, o papa saudou os peregrinos e, ao se dirigir aos latino-americanos, destacou que “amanhã acontecerá nos jardins do Vaticano a colocação de uma imagem de Nossa Senhora da Caridade do Cobre, padroeira de Cuba. Saúdo com afeto os bispos de Cuba, vindos a Roma para esta ocasião, ao mesmo tempo em que lhes peço para enviar a minha bênção a todos os fiéis cubanos. Que Jesus os abençoe e a Virgem Santíssima cuide de vocês”.

Depois do resumo e das saudações em cada língua, Francisco dedicou uma saudação especial aos jovens, aos doentes e aos recém-casados. Além disso, recordou que hoje celebramos Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho. Que “o seu amor por nosso Senhor aponte, queridos jovens, a centralidade de Deus na sua vida; anime vocês, queridos enfermos, a enfrentar com fé os momentos de sofrimento; e os estimule, queridos recém-casados, a educar cristãmente os filhos com que nosso Senhor quiser abençoá-los”.

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