Maria, modelo de fé e de unidade

Confira trecho da pregação da cofundadora da Comunidade Shalom, Emmir Nogueira, sobre “Maria, modelo de fé”. Aqui, Emmir propõe uma reflexão sobre Nossa Senhora presente na Igreja que nasce e dá seus primeiros passos, após a Páscoa de Jesus e o Pentecostes.

Nossa Senhora continua o seu itinerário de fé. Ela, que viveu como Esposa do Espírito e, evidentemente, nunca deixa de ser, que viveu como Porta do Céu e, evidentemente, nunca vai deixar de ser, passa agora a ter um papel único de unificadora.

A Esposa do Espírito agora é chamada como mãe a unificar uma igreja medrosa, que corre um para cada lado, que se tranca no Cenáculo, que um vai, o outro fica, os outros se escondem. Ela é chamada a ser agora essa figura de unidade. Ela recebeu a humanidade aos pés da Cruz. Isso serve para todos nós que estamos aqui, se foi aos pés da Cruz que recebemos nossa missão e vocação. Quem recebe essa missão e essa vocação aos pés da Cruz, recebe junto com ela a graça de vivê-la, de levar os outros a viverem.

Aos pés da Cruz, a humanidade e os discípulos de Jesus foram entregues a Nossa Senhora e ela os recebeu pela fé, por um ato de fé e de amor, e de coerência com tudo aquilo que ela havia entendido ali, aos pés da Cruz da sua vida, sua vida que toma sentido, que se unifica, que tem agora um sentido novo, um poder novo de carregá-la, vamos dizer assim. Ela recebe aos pés da Cruz um mandato de ser mãe da Igreja e mãe da humanidade, ela recebe, com isso, a graça de promover a unidade. Ela, como que arregimenta aquele bando de medrosos, fujões, e os unifica na fé e na esperança. “Ele nos mandou vir para Jerusalém, vamos ficar em oração. Foi isso o que Ele mandou fazer. Vamos rezar. A promessa do Pai vai ser cumprida”.

Nossa Senhora, então, está pronta para promover a unidade, para fazer viver a unidade. É Pentecostes e é novamente Nossa Senhora que vai estar junto com eles quando for iniciada a evangelização. E essa mulher, Mãe de Deus, Mãe da Igreja, em Pentecostes, essa mulher que promove a unidade e envia à evangelização, é a Rainha da Paz, que na sua vida viveu o itinerário de preparação para nos assumir como filhos e que na sua vida e que no ponto de vista da nossa vocação*, viveu a contemplação, a unidade e a evangelização.

*A vocação Shalom

Emmir Nogueira

Transcrição: Irlanda Aguiar

Retiro da Grande Comunidade, outubro/2013

Via Com. Shalom

Os evangélicos são mais católicos do que eles imaginam

A tradição é importante.

Como declaração sobre as bases da doutrina da Igreja, este comentário pode não soar muito surpreendente. Aliás, ele é bastante óbvio para os fiéis católicos e ortodoxos. Mas ele também evoca um grande paradoxo que existe no pensamento de uma numerosa e influente parcela dos cristãos do mundo inteiro: os evangélicos. Por mais surpresos e até chocados que eles possam ficar ao ouvir ou ler isto, o fato é que os evangélicos são muito mais católicos do que eles imaginam.

Os evangélicos se orgulham do alicerçar a sua fé somente na Bíblia. Este, afinal, é o núcleo da doutrina da “sola scriptura”, proposta pela reforma protestante. Se você acompanhar um debate evangélico, verá que esta questão não demora quase nada para surgir: “Onde é que esta afirmação consta na Bíblia? Indique o capítulo e o versículo”.

E aí é que está o problema. Os evangélicos acreditam de modo irrenunciável em doutrinas centrais da fé que não podem se basear simplesmente na escritura, pois se desenvolveram na tradição da Igreja. Depois de formulada uma crença, caso se queira, é possível pinçar versículos bíblicos para ampará-la, mas nunca se chegaria a essas posições doutrinárias por meio das escrituras sozinhas.

O exemplo mais óbvio é a própria Trindade, que os evangélicos consideram uma crença fundamental para qualquer cristão. No entanto, ela não aparece explicitamente na Bíblia. A sua única base bíblica é aquilo que ficou conhecido como “os parênteses joaninos”, uma menção abertamente trinitária feita em 1 Jo 5, 7-8, passagem consagrada no texto da Bíblia do rei James, de 1611. Mas os estudiosos sabem há séculos que aquelas palavras foram inseridas muito tardiamente no texto original. Nenhum escritor sério as cita hoje como autênticas.

Deixar esses parênteses de lado não gera dificuldade alguma para quem acredita na Trindade, que é uma doutrina muito arraigada na tradição da Igreja. A doutrina foi abraçada pelos cristãos no segundo século, em especial por padres apostólicos como Inácio e Justino Mártir. Falar de tradição da Igreja não significa, é claro, que tais figuras inventaram doutrinas para satisfazer os seus próprios propósitos obscuros. Ao contrário, como os teólogos católicos e ortodoxos sempre destacaram, a Igreja foi e é guiada pelo Espírito Santo. Sem essa crença no poder da tradição contínua, porém, como é que se poderia justificar a própria doutrina da Trindade?

Sem tradição da Igreja, sem Trindade.

Também é fundamental para os evangélicos a crença na encarnação de Cristo. O Novo Testamento nos permite formar ideias, é claro, sobre a divindade de Cristo e sobre o fato de Ele ter se tornado homem. No entanto, basear-se nesses textos bíblicos deu aos primeiros crentes uma enorme margem de manobra no tocante ao entendimento de qual seria a relação entre o humano e o divino. Cristo era literalmente Deus caminhando sobre a terra em forma humana? Ou será que a divindade “desceu” sobre Jesus em algum momento da sua vida terrena, presumivelmente no batismo, para depois abandoná-lo na hora da crucificação? Os cristãos discutiram sobre essas doutrinas complexas ao longo de séculos e só as estabeleceram no Concílio de Calcedônia, no ano de 451. Em outras palavras, trata-se uma doutrina definida por meio do debate no seio da Igreja, com base na escritura e na tradição, sob a orientação do Espírito Santo.

Sem tradição da Igreja, sem doutrina da Encarnação.

Os protestantes sempre tiveram a Igreja primitiva em alta estima. Ilustres estudiosos evangélicos publicaram obras sobre os primeiros padres. Em língua inglesa, por exemplo, a editora evangélica IVP apresentou uma série maravilhosa de volumes sob o título “Ancient Christian Commentary on Scripture” [“Comentários do cristianismo primitivo sobre as escrituras”]. Dito isso, os evangélicos ainda rejeitam o uso da sabedoria da Igreja dos primeiros séculos para estabelecer a doutrina.

Não existe isso de brincar inocentemente com o demônio

Charlie Charlie Challenge: o que um católico precisa saber. O jogo pode parecer uma brincadeira, mas é muito perigoso invocar o demônio.

Em uma carta aberta aos alunos da escola Ss. Neumann and Goretti High School, na Filadélfia (Estados Unidos), o Pe. Stephen McCarthy advertiu os jovens sobre o perigo de participar do popular jogo Charlie Charlie Challenge.

Charlie Charlie Challenge é um jogo que se tornou popular mediante as redes sociais; nele, dois lápis são colocados em forma de cruz, escreve-se “yes” e “no” em cada quadro e se invoca Charlie, um suposto espírito mexicano.

O Pe. McCarthy explica em sua carta: “Um jogo perigoso circula nas redes sociais, convidando abertamente os jovens a invocar o demônio. Quero lhes recordar que não é possível brincar ‘inocentemente’ com o demônio“.

“Por favor, não participem disso e alertem seus conhecidos, para que também evitem a participação”, exorta o sacerdote.

“O problema de abrir-se à atividade demoníaca é precisamente este: abrir uma porta a inúmeras possibilidades, e tal porta dificilmente se fechará depois.”

O padre faz um convite final: se você busca uma experiência com o sobrenatural, participe de uma missa católica.

Via Aleteia

Lituânia: a Colina das Cruzes que desafiou e derrotou a tirania do ateísmo obrigatório

Colina das Cruzes na LituâniaA Lituânia é um dos muitos países que permaneceram durante cinco décadas debaixo dos punhos de ferro da União Soviética. E um local concreto da norte da Lituânia sofreu com especial intensidade a força dos punhos de ferro da ideologia soviética, marcada pelo absolutismo antirreligioso.

Trata-se de uma simples colina, situada nos arredores da cidade deSiauliai. No século XIX, ainda sob o Império Russo, a população lituana se revoltou contra o czar porque ele impedia que as famílias da região prestassem tributo aos seus entes queridos já falecidos. O povo então plantou cruzes na colina em memória dos seus mortos.

Na década de 1960, a KGB decretou o fim dessa prática. Em abril de 1961, o número de cruzes na colina já era muito grande: além da memória dos familiares falecidos, os lituanos honravam, através delas, seus concidadãos deportados para a Sibéria por ordem deStálin. Os soviéticos queimaram as cruzes de madeira e destruíram as de metal e as de pedra. Não sobrou nenhuma cruz intacta.

No dia seguinte, porém, a colina estava novamente cheia de cruzes: à noite, os cristãos as repunham. A União Soviética destruiu o lugar várias vezes, mas os católicos da Lituânia não renunciavam a demonstrar a sua fé nem sequer com a presença do exército vermelho.

O governo bloqueou os acessos à colina e chegou até a lançar falsos alertas de epidemias na região. Os lituanos não se entregaram: toda vez que as cruzes eram destruídas ou retiradas, eles voltavam a erguê-las.

Em 1979, um sacerdote corajoso convocou uma procissão da sua paróquia até a colina. A KGB não pôde fazer nada para impedir, porque percebeu que seria pior. Quando a União Soviética finalmente ruiu, a Colina das Cruzes já tinha mais de 100 mil crucifixos e ícones sacros.

Nos anos 1990, foi erguido ali um santuário que passou a atrair peregrinos do mundo inteiro. Um deles foi ninguém menos que o papa João Paulo II, que, em 1993, declarou:

“Depois dessa visita, parecia mais clara para todos nós a verdade expressada pelo Concílio Vaticano II: o homem não pode compreender profundamente a si mesmo sem Cristo e sem a sua cruz. A Colina das Cruzes é um testemunho eloquente disto e também uma advertência. A eloquência daquele santuário é universal: é uma palavra escrita na história da Europa do século XX”.
A Colina das Cruzes, que resistiu aos poderes tirânicos deste mundo, ainda está de pé.

* Com informações do site Christo Nihil Praeponere, do pe. Paulo Ricardo.
Via Aleteia

* ‘Charlie-Charlie’: Atenção jovens, nem de brincadeira se deve “invocar espíritos”. Você brinca, eles não!

Embora o tom seja predominantemente de brincadeira (basta vê vídeo abaixo) o assunto é sério e preocupante.

Não se deve brincar com isso pois os demônios, seres reais e não míticos, não brincam NUNCA. Nossa inocência e descompromisso não é capaz de nos defender se ‘brincarmos’ com o mal.

As sagradas escrituras condenam a invocação dos mortos ( Necromancia) e a doutrina da Igreja reafirma essa orientação.

Nos vídeos, o Lápis se mexe pela gravidade ou outros fenômenos naturais. O que assusta não o lápis mexer, mas a quantidade de jovens que assumem a possibilidade de respostas do além para questões de sua humanidade e a inocência sobre o Demônio como um ser real, embora pelo senso comum, percebam que essa ação “sobrenatural” não tem Deus por origem já que se assustam quando o fenômeno acontece.

Melhor não mexer com fogo, melhor EVOCAR a Deus em Jesus Cristo e não INVOCAR o mal. Jamais!

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Em uma carta aberta aos alunos da escola Ss. Neumann and Goretti High School, na Filadélfia (Estados Unidos), o Pe. Stephen McCarthy advertiu os jovens sobre o perigo de participar do popular jogo Charlie Charlie Challenge.

Charlie Charlie Challenge é um jogo que se tornou popular mediante as redes sociais; nele, dois lápis são colocados em forma de cruz, escreve-se “yes” e “no” em cada quadro e se invoca Charlie, um suposto espírito mexicano.

O Pe. McCarthy explica em sua carta: “Um jogo perigoso circula nas redes sociais, convidando abertamente os jovens a invocar o demônio. Quero lhes recordar que não é possível brincar ‘inocentemente’ com o demônio“.

“Por favor, não participem disso e alertem seus conhecidos, para que também evitem a participação”, exorta o sacerdote.

“O problema de abrir-se à atividade demoníaca é precisamente este: abrir uma porta a inúmeras possibilidades, e tal porta dificilmente se fechará depois.”

O padre faz um convite final: se você busca uma experiência com o sobrenatural, participe de uma missa católica.

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Nos últimos dias, um “jogo de invocação de espíritos” denominado “Charlie Charlie”, foi espalhado nas redes sociais, que para alguns seria uma versão simplificada da ‘Ouija’ ou ‘Jogo do Copo’.  Milhões de jovens em todo mundo asseguram tê-lo praticado e existe uma grande preocupação pelo mencionado risco de possessão demoníaca àquela pessoa que se expõe ou a quem o realiza, adverte um conhecido exorcista espanhol.

O ‘jogo da última moda’ –conforme o descrevem seus difusores nas redes sociais- consiste em um par de lápis ou canetas, um papel e a invocação de um espírito chamado “Charlie” que responde com ‘sim’ ou ‘não’ as perguntas que lhe fazem.

Consultado pelo Grupo ACI no dia 27 de maio, o famoso exorcista espanhol José Antonio Fortea advertiu: “O chamado ‘#CharlieCharlieChallenge’ presume uma ‘invocação de espíritos’ e alguns espíritos, como resultado dessa prática, perseguirão àqueles que a realizem”.

Embora Fortea considere que por jogar os jovens não venham necessariamente “a serem possuídos”, o espírito invocado “ficará ao redor destas pessoas por um tempo”.

Além disso, advertiu: “A prática deste conhecido jogo fará que outros queiram introduzir-se numa comunicação mais frequente. E deste modo a pessoa pode sofrer consequências muito piores dos demônios”, concluiu o exorcista Fortea.

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Uma nova ‘brincadeira’ tem se espalhado pelas redes sociais. Jovens invocam demônios para responder dúvidas comuns e compartilham as respostas com os amigos. 

Quem tem mais de 20 anos vai se lembrar da ‘brincadeira’ do compasso onde um ‘espírito era invocado’ para dar respostas em uma folha de papel, podendo falar sobre inúmeros temas respondendo sim ou não ou apontando para números.

Outro jogo semelhante que levantou muitos debates no Brasil e no mundo é a brincadeira do copo, onde um  espírito também dava respostas como Sim, Não, Sair e a apontava para os números de 0 a 9 e para as letras do alfabeto que eram registradas em um tabuleiro.

Agora a moda é invocar o demônio “Charles” cruzando dois lápis e escrevendo na folha não, sim, sim e não. Ao invocar o espírito e fazer a pergunta o lápis se move e dá a resposta que o jogador está pedindo.

O jogo ganhou adeptos em diversas partes do mundo e um vídeo postado no Youtube mostra vídeos publicados em redes sociais revelando os resultados das perguntas e a reação dos participantes.

Até crianças brincam com o espírito e muitas se assustam e saem correndo ao verem os lápis se movendo. Outras pessoas encaram como uma piada e brincam sobre jogar e provocar o suposto demônio.

Fonte: Revista Galileu

Via Com. Shalom

Papa: é feio ver um cristão que segue Jesus e a mundanidade

Na celebração de ontem, 26, o Papa Francisco chamou a atenção dos fiéis presentes na celebração da Santa Missa na Casa Santa Marta. O Santo Padre destacou que não pode haver um cristianismo dividido, ou seja, não se pode ter o céu e a terra ao mesmo tempo. Pois ele mesmo afirma que “é feio ver um cristão que segue Jesus e a mundanidade”.

Na liturgia de ontem, Pedro pergunta a Jesus o que os discípulos ganhariam por segui-lo, indagação feita logo após o Senhor dizer ao jovem rico que vendesse todos os seus bens e os desse aos pobres. O Sumo Pontífice observa que a resposta de Jesus aos discípulos não segue direção que ele esperavam, mas promete o Reino dos céus como herança, mas “com a perseguição e com a cruz”.

“Por isso, quando um cristão é apegado aos bens, faz uma triste figura, como se quisesse as duas coisas; o céu e a terra. E o termo de comparação está naquilo que Jesus diz: a cruz, as perseguições. Isto quer dizer negar a si mesmo, sofrer todos os dias a cruz…”, ensina o Santo Padre.

O serviço e a humildade são características dos cristãos. Segundo o Papa Francisco, Jesus levou muito tempo para fazer entender isto aos seus discípulos. E é nesta intenção que também hoje devemos pedir ao Senhor que nos ensine este caminho de serviço e de humildade pois é feio ver um cristão que quer seguir Jesus e a mundanidade:

“É feio ver um cristão, seja leigo, consagrado, sacerdote, bispo, é feio quando se vê que quer as duas coisas: seguir Jesus e os bens, seguir Jesus e a mundanidade. E isso é um contra-testemunho e distancia as pessoas de Jesus.

 

Via Padres e Irmãos Paulinos

Jamaal, o muçulmano que escolheu morrer com os cristãos

Jamal Rahman_

Um “justo do Islã” que não quis se aproveitar da própria fé para salvar-se do ISIS

Lentamente, vão chegando as histórias dos cristãos etíopes assassinados no último vídeo divulgado pelo ISIS. Entre eles, uma história inesperada é contada por Giorgio Bernadelli emMissionLine, a revista do Pontificio Istituto Missioni Estere (PIME).

Entre os 28 homens que são apresentados no vídeo como “cristãos etíopes”, na verdade havia um muçulmano. Ele se chamava Jamaal Rahman e também era um migrante procedente da Etiópia. Mas sua família é islâmica. Como é possível? Ao que parece, porque ele mesmo decidiu ficar ao lado de um amigo seu cristão que, como ele, realizava essa viagem da esperança.

A notícia foi confirmada por “uma fonte insuspeita: um miliciano de Al Shabab, os fundamentalistas islâmicos da Somália”.

Atualmente, circulam duas versões da história. A primeira: como conta um jornal online da Somália, Jamaal teria se convertido ao cristianismo durante a viagem.

Mas há outra versão, muito mais verossímil, que procede igualmente de ambientes jihadistas: o muçulmano Jamaal teria se oferecido como refém voluntário ao jihadistas, em solidariedade com o amigo cristão com quem estava fazendo a viagem. Talvez tenha pensado que a presença de um muçulmano no grupo poderia salvar a vida dos outros.

Mas não foi assim: ele também foi assassinado, tratado como um apóstata. Parece uma nova história do “Justo do Islã”, quem decidiu opor-se abertamente ao ISIS, mesmo conhecendo o risco que corria.

A história e a decisão de Jamaal Rahman lembram a de Mahmoud Al ‘Asali, o professor universitário muçulmano que, no verão passado em Mossul, “declarou-se publicamente contra a perseguição dos cristãos da cidade”. Também ele pagou com a própria vida por este comportamento.

 

Via Aleteia

“A pior coisa que fiz na vida foi trabalhar em uma clínica de abortos”

Marianne Anderson trabalhou, de 2010 a 2012, no Centro de Abortos do Planned Parenthood de Indianápolis, o maior provedor de abortos de Indiana (EUA). Hoje, ela afirma que foi a pior coisa que fez na vida.

Quando começou a trabalhar lá, ela estava “em cima do muro” quanto ao aborto, ou seja, talvez o justificasse ao ver, em seu antigo hospital, meninas que haviam tentado praticar um aborto por conta própria, e isso a levou a desejar um lugar seguro para este procedimento.

Entretanto, na clínica, “várias vezes houve dificuldades com osabortos enquanto eu trabalhava lá; já tiveram de telefonar para o hospital, para socorrer uma cliente; outra quase morreu de hemorragia”, recordou.

Sua dramática experiência a leva a afirmar hoje que essa clínica deabortos é “uma fábrica de dinheiro, um lugar muito triste para trabalhar”. Marianne era a encarregada de aplicar a sedação intravenosa nas pacientes.

“Os chefes gritavam conosco quando não atendíamos o telefone no terceiro toque. Diziam que seríamos demitidos, pois precisavam dodinheiro“, contou.

“Na reunião semanal, eles nos recordavam que deveríamos dizer às clientes que evitassem os conselheiros (pessoas que advertem sobre os perigos do aborto), porque precisávamos do dinheiro.”

Marianne passou mal depois de ver a “Sala POC” (POC = “produtos da concepção”). “O médico colocava os POC em uma espécie de escorredor, para depois jogá-los no vaso sanitário”.

“Um médico chegou a conversar com um bebê abortado enquanto procurava todas as partes do seu corpo; ‘Vamos, bracinho, sei que você está aí, não se esconda de mim’. Isso me fez passar mal”, contou a enfermeira.

“O som que a máquina de sucção fazia quando era ligada ainda me persegue.”

Um dia, ela viu uma propaganda do livro “Unplanned”, escrito por Abby Johnson, ex-diretora do Planned Parenthood do Texas que abandonou o emprego em 2009 para se tornar ativista pró-vida. A enfermeira leu o livro, entrou em contato com a autora e esta a apresentou a Eileen Hartman, defensora local pró-vida que dirige nos Grandes Lagos o “Projeto Gabriel”, uma rede de voluntários da Igreja que ajuda as mulheres que enfrentam uma gravidez difícil ou não desejada.

Por meio de Eileen, a enfermeira conheceu toda a rede pró-vida. Muitas pessoas começaram a rezar por ela.

Marianne começou a ser um “problema” na clínica de abortos, pois “conversava demais com as meninas que ia abortar, perguntando-lhes se elas tinham certeza de querer fazer isso”. Em julho de 2012, ela foi despedida, mas no momento exato da demissão, ela recebeu um telefonema do Community North Hospital de Indianápolis, oferecendo-lhe uma vaga de emprego.

Ela aceitou e trabalha lá até hoje: “Agora, eu amo o meu trabalho; convivo com pessoas cristãs maravilhosas”, conta.

Marianne narrou sua experiência em um jantar do “Projeto Gabriel”, no último dia 6 de fevereiro: “Foi uma longa caminhada para mim. Falar sobre tudo isso é doloroso, mas ao mesmo tempo curativo”.

Recentemente, a enfermeira participou de um retiro dedicado à cura espiritual de pessoas que trabalharam em clínicas de aborto. Nele, pediram aos participantes que, cada dia, oferecessem o nome de um bebê abortado, dos abortos dos quais haviam participado. Ela não lembra o número de abortos dos quais participou, mas imagina que “precisarei de vários anos para chegar à lista completa”.

No entanto, em meio à sua dor, hoje ela se declara feliz.

(Com informações do National Catholic Register. Artigo publicado originalmente por Gaudium Press

Tudo por Jesus, nada sem Maria.

Jesus fez tudo através de Nossa Senhora. Ele veio ao mundo por ela; ela lhe deu a natureza humana que fez do Verbo encarnado o sumo Sacerdote. Ela foi o paraíso do novo Adão, como disse S. Luiz de Montfort; ela o embalou em seus braços; ensinou-o a andar, falar, rezar e o preparou para a grande missão de Salvador da humanidade.

Por Maria Ele foi levado ao Egito, para fugir da fúria diabólica de Herodes, e ali o protegeu.

Por Maria, Jesus começou os seus milagres, nas bodas de Canã da Galileia; a seu pedido, “quando ainda não havia chegado a sua hora.”

Maria o acompanhou em sua missão redentora e chegou até o Calvário com Ele.

Ninguém cooperou mais do que Maria com o Senhor na obra da salvação da humanidade. Por isso ela mereceu a glória da Assunção ao céu de corpo e alma. No céu ela continua a sua missão de Mãe dos viventes.

Jesus quis dá-la a nós aos pés da cruz, para ser a nossa Mãe espiritual. Na cruz, agonizando, com lábios de sangue, antes de “entregar o espírito ao Pai”, Ele nos fez filhos de Sua Mãe. Olhou para o discípulo (João) que tanto amava e disse: “Eis aí a tua Mãe.” E o apóstolo João a “levou para a sua casa.” (Jo 19,27)

Maria foi a última dádiva que Jesus nos deixou.

Rejeitá-la como Mãe seria, pois, terrível, seria o mesmo que dizer a Jesus: “Eu não quero receber a Tua Mãe para minha Mãe.” Sem dúvida esta recusa seria para Jesus pior do que aquela última estocada da ponta da lança no Seu divino coração; pior do que aquelas afrontas, daqueles tapas no rosto, pior do que os açoites e espinhos que Ele recebeu…

Seria uma insana ousadia recusar a Sua Mãe, para nossa Mãe. “Eis aí a tua Mãe.”

Por amor a Jesus, leve-a você também para a tua casa e Ela conquistará todas as graças de que você precisa para viver como Deus quer.

Se Jesus deixou-nos a Sua Mãe para nossa Mãe, é porque isto é necessário para a salvação de cada um de nós. Este gesto não foi apenas um carinho a mais para conosco; foi uma grande necessidade.

Grandes santos e doutores da Igreja, como S. Bernardo, Santo Afonso de Ligório, e outros, afirmam que: “Maria é necessária para a nossa salvação.”

S. Luiz de Montfort nos pergunta: Se Deus, que é onipotente, e portanto não precisava dela para salvar o mundo, e no entanto, quis precisar dela, será que você é tão orgulhoso que acha que pode se salvar sem o seu auxílio?

Só Jesus é o Salvador (At 4,12). Sabemos que só Jesus é “o único Mediador entre Deus e os homens” (1Tm 2,5), e nenhuma mediação é válida sem a de Jesus; mas Deus quis que Maria fosse uma mediadora “subordinada”. Ela é a grande Auxiliadora dos Cristãos; Aquela que nos leva à fonte da salvação, Jesus.

Ela é a mediadora de todas as graças, através de Jesus, não em paralelo, não de maneira substitutiva. A mediação de Maria, ensina o Concílio Vaticano II, valoriza ainda mais a mediação de Jesus.

Se Jesus quer precisar de nós para salvar o mundo, quanto mais Ele não quer precisar de Maria!

Se foi por Ela que Jesus veio a nós, então, dizem os santos, é também por Ela que devemos ir a Jesus.

A Igreja já cansou de ensinar que, em nada, a mediação de Maria substitui a única e indispensável Mediação de Jesus; é apenas uma mediação subordinada, auxiliar, materna.

Depois que o demônio consegue fazer alguém escravo do pecado, em seguida trabalha arduamente para afastá-lo de Maria, pois sabe que Ela é o Refúgio dos pecadores; isto é, aquela que poderá convencê-lo a deixar o pecado e voltar à fonte da graça.

Infelizmente, muitos trazem no coração uma certa rejeição a Maria, como se ela fosse uma “rival” de Jesus. É tentação! É uma forte tentação! Jesus continua a nos dizer hoje: “Eis aí a tua Mãe!” Leve-a para casa

 

Via Aleteia