PARADA GAY: UMA VERGONHA NACIONAL

000.jpg

A parada gay nada mais é do que uma vergonha nacional. A cada ano, vejo mais relatos de homossexuais, que se envergonham do que a parada gay se tornou, isto é, um meio de ataques gratuitos a pessoas e princípios religiosos.

Este é um daqueles artigos que eu fiquei uns quinze minutos parado, com o “WORD” aberto, e sem saber por qual parte começar. Pois bem, iniciemos com o óbvio: a parada gay já se tornou motivo de vergonha para os brasileiros e a muitos homossexuais; falo isso por ter amigos gays que não só não apoiam esta passeata, como também são a favor da extinção deste movimento (GLBT), e não são dois ou três, existem outros que temos notícias, através das mídias e redes sociais. Neste fim de semana fomos brindados novamente com mais uma deplorável demonstração de desumanidade, falta de pudor, canalhice, e ausência de senso democrático destes autointitulados: “porta-vozes da causa gay”.

Inflamados por uma doutrinação marxista de longa data, e crendo que no embate, na revolta e na revolução social irão conseguir respeito a força, eles não medem esforços para derrubar aqueles que eles denominam como inimigos da causa gay. E neste processo difamatório, escracho, e de uma falta de decência sem limites, atacam PESSOALMENTE, religiosos, políticos e jornalistas; e de modo generalizado – meios midiáticos, o cristianismo, e principalmente a Igreja católica, considerando-os “conservadores, reacionários e opressores”. Baseando-se, obviamente, nas doutrinas socialistas e nos discursos da esquerda, sendo suas formas de agir (protestar), propriamente, uma espécie de revolução do oprimido, o sistema de luta de classes aos moldes marxistas, obstante, não é raro ver defesas e apoios a partidos comunistas nesta passeata, usando constantemente como exemplos, comunistas famosos.

Como diria meu grande professor de história no ensino médio, “Chiquinho”: “quando falta argumento, qualquer bos+@ voadora serve”, e neste moderno processo de dicotomia entre ação/discurso, esses determinados manifestantes gays mostram o quanto são disformes as suas pregações de moralidade em relação a vivência coerente para com este discurso moral anterior, ou seja, clamam por respeito, igualdade e liberdade, mas não impõe a si as mesmas condições que impõe aos demais. O respeito ao diferente, a liberdade e a igualdade devem ser somente para eles, não para todos.

Exigem respeito — do qual obviamente por natureza o merecem, mas andam nus na frente de crianças, e senhoras às 15 horas na maior avenida do país; exigem liberdades, porém, são extremamente difamatórios e violentos nas linguagens que utilizam para manifestarem suas posições, mostrando-se tão intolerantes e opressores quanto aqueles que acusam de o ser. Não estou ressaltando isto como se fosse uma estratégia montada por um grupo de intelectuais, eu estou ressaltando como sendo uma burrice, pois este sistema de luta de classes é falido.

Um século de implementação política aos moldes de Karl Marx já nos mostrou isso; este motor comunista é falho, é antidemocrático, é ditatorial. Dividir a sociedade não fará que este movimento ganhe apoio popular, muito pelo contrário: isto é tão básico quanto respirar, mas parece que no árduo processo de tirarem suas roupas para desfilarem na avenida paulista, acabam por tirar também suas massas cefálicas.

É humilhante ver homens e mulheres usarem e defenderem estratégias comunistas que escravizaram, e mataram milhares de homossexuais. Che Guevara, que a muito vem sendo o “santo” da parada gay — ganhando até um “cosplay” homossexual famoso no Brasil, Jean Wyllys —, ele foi um dos assassinos de homossexuais mais cruéis que existiram; em Cuba, na revolução de Fidel, os gays eram mandados para campos de concentrações e obrigados a trabalharem de forma escrava. Reinaldo Arenas, um homossexual cubano que foi um dos revolucionários de Fidel (antes de descobri-lo como gay) conta-nos em seu livro “Antes que anoiteça”, sobre as perseguições, humilhações públicas, tratamentos hostis e surras intermináveis que sofreu, ou viu amigos homossexuais sofrerem. Segundo Reinaldo, os gays mais “chamativos” eram obrigados a usarem coleiras onde os policiais colocavam um gancho para levá-los aos campos de concentrações: “[…] a bicha de coleira; este era o tipo de homossexual escandaloso que constantemente era preso em uma sauna ou praia. O sistema fazia com que ele usasse, conforme pude verificar, uma coleira que estava constantemente em seu pescoço; a polícia o prendia com uma espécie de gancho e ele era levado assim para os campos de trabalho forçado”. (ARENAS, 2009, p. 106). Ao finalizar o livro citado, ele se matou!

Agora diga-me, por que os homossexuais, andam com uma boina de Che, e defendem ditaduras como de Fidel, em plena avenida paulista? Por que adotam políticas de ação de esquerda, políticas do qual eles próprios foram vítimas? Qual nome pode ser concedido a isso, senão burrice?

O mais assustador de tudo isso é que o governo federal e o município de São Paulo patrocinam a passeata (aliás, assustador para quem não conhece o PT), nossos políticos não estão sabendo diferenciar uma manifestação democrática de um ultraje social e religioso. A cidade onde acontece esta manifestação leva o nome de um santo católico; o nosso país tem um povo veementemente cristão, que merece ser respeitado assim como os homossexuais, porém, não me recordo de nenhuma manifestação popular cristã, seja ela protestante, católica ou ecumênica, que tenha ultrajado a imagem de um homossexual.

Muitos poderão dizer que nossas crenças e opiniões são ofensivas aos homossexuais, porém, ofensivas em que sentido? Ter, pois, opinião, posicionar-se respeitosamente a favor, ou contra algo, isto faz parte de uma coisinha chamada democracia, coisinha que talvez, eles que se dizem protetores do sistema democrático, nem sequer sabem o que significa. Quando um cristão diz não ser a favor da prática homossexual, ele não sai na rua transando com sua parceira do sexo oposto como uma forma de protesto. A opressão que eles dizem lutar contra, luta, aliás, que possuem todo direito de travarem DEMOCRATICAMENTE, direito esse, que encerra-se quando para manifestarem contra as “opressões” que dizem sofrer, utilizam-se também uma forma opressora de ação, sendo que o silêncio omisso de nossos políticos nos levam a crer que eles concordam, com as cenas deploráveis que lá acontecem. Clodovil que foi homossexual a sua vida inteira (segundo ele mesmo), dizia-se envergonhado do que estes movimentos causavam à imagem dos homossexuais, basta procurar seus discursos no “youtube” para conhecer suas opiniões sobre este tema.

Por fim, enquanto esta mentalidade de luta de classes, oposição a força, e de guerra social existir, não haverá um consenso mínimo para que se forme socialmente um respeito mútuo entre opiniões contrárias, respeito que possibilite a vivência harmoniosa de movimentos que se divergem, mas que se respeitam e não se ataquem, aliás, isto é democracia. Nesta mentalidade marxista de oposição, sempre haverá uma sociedade dividida entre aqueles que lutam a favor, e aqueles que lutam contra, porém, este embate que hoje ocorre não é democrático, este é um embate ditatorial, isto se resume em um grupo suprimindo os outros a força, por meio de ataques abertos e ofensivos aos princípios de milhões de cidadãos brasileiros.

A cada ano, vemos o assassinato do que restou de senso ético nesta nação. Talvez depois de lermos tudo isso, cabe apenas a resposta do verdadeiro crucificado, “perdoai, eles não sabem o que fazem”. (Lucas 23, 34)

Autor 

Anúncios

LEIA ANTES: os comentários devem ser respeitosos e relacionados estritamente ao assunto do post. Toda polêmica desnecessária será prontamente banida. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, de maneira alguma, a posição de "Kerigma, A Proclamação da Palavra". Não serão aprovados os comentários escritos integralmente em letras maiúsculas. A edição deste blog se reserva o direito de excluir qualquer comentário que julgar oportuno, sem demais explicações. O espaço para comentários é encerrado automaticamente após quinze dias de publicação do post.

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s