A CNBB decrépita e a Juventude da Fé Católica.

Da matéria de Alexandre Trindade, Assessor de Imprensa da Câmara dos Deputados, sobre o encontro de Lula com religiosos, dentre os quais, Dom Pedro Luiz Stringuini, bispo de Mogi das Cruzes e em cujo perfil no facebook encontramos a reportagem:

Entre os debates públicos mais preocupantes, o bispo ressaltou a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, em análise na Câmara dos Deputados. A CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil já se manifestou contra a redução da maioridade penal. Dom Pedro relatou debate realizado em Mogi e demonstrou sua preocupação ao notar fortes sinais de conservadorismo numa parcela de nossa juventude, inclusive nos seminarista [sic], que segundo ele “estão inseridos numa juventude mais conservadora, uma juventude mal informada, manipulada pela mídia”.

O blog “Os amigos do presidente Lula” (!) cita o bispo ipsis verbis:

“É importante reconhecer o senhor e os avanços em seus oito anos de governo. Mas, diante da crise atual, esse esforço tem de ser continuado […] Realizamos um grande debate sobre o assunto na Câmara Municipal de Mogi, e, em determinado momento, me surpreendi com a presença de um grupo de jovens que não conhecia. Para nossa surpresa, eram jovens a favor da redução da maioridade penal, e jovens da periferia (…)Comentamos na Igreja como os novos seminaristas estão mais conservadores. Não só eles. Eles estão inseridos numa juventude mais conservadora, uma juventude mal informada, manipulada pela mídia”,

Fratres in Unum pode confirmar que, em reunião à portas fechadas na Assembléia Geral dos Bispos em Aparecida deste ano, nossos ilustres pastores debateram calorosamente sobre a guinada conservadora da juventude católica. Lamentavam, sobretudo, sua militância na internet.

Entre vestes rasgadas e arroubos escandalizados, um importante arcebispo teve de tomar a palavra para dizer o óbvio: “não há como esperar nada de diferente dos jovens, já que nossa casa está uma completa bagunça”.

Lamentavelmente, boa fatia de nosso episcopado não enxerga um palmo diante da face, não vê a trave nos próprios olhos e ainda tem coragem de falar em juventude “mal informada, manipulada pela mídia” (!), quando, na verdade, foi justamente o advento da livre informação, o acesso a documentos do Magistério da Igreja e a difusão da Fé pelos blogs e redes sociais que retirou os fiéis da caverna de ignorância em que nossos bispos enfiaram a Igreja nas últimas décadas.

Os tiozões da CNBB acham que para atrair os jovens basta promover liturgias bizarras, com braços pra cima e iê-iê-iê. Crêem que importar o mundanismo para dentro da Igreja é o suficiente, aquele mundanismo que eles, nas décadas de 60 e 70, utopicamente e sem Fé, viam como a salvação da Religião.

Destroem a catequese, banem qualquer reverência na liturgia, aparelham as paróquias e pastorais de militantes esquerdistas, proscrevem qualquer jovem minimamente conservador dos seminários — e para tudo isso, não hesitam em lançar mão de todos os procedimentos, mesmo os mais vis, os mais cruéis, numa verdadeira inquisição progressista! Não são capazes de reconhecer o fracasso de sua geração, que esvaziou igrejas, destruiu altares, extirpou, ou ao menos tentou extirpar, a fé do povo brasileiro.

Seus projetos são um verdadeiro fiasco em todos os sentidos: não conseguem, com toda a estrutura da Igreja no Brasil, colher sequer um terço das assinaturas pretendidas para uma reforma política ridícula e tendenciosa. E ainda abrem a boca para se colocar contra a maioria esmagadora (87%) da população, que quer a redução da maioridade penal.

Ah, façam-nos um favor! Reconheçam a falência de sua geração decrépita, má formada (basta ver o nível intelectual da maior parte de nossos bispos), manipulada pelos inimigos da Igreja. A ideologia senil dos senhores perdeu a batalha para a juventude da Fé verdadeira.

Fratres In Unum

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