É um pássaro? É um avião? Não! É o Padre Pio de Pietrelcina!

A Bíblia e a história da vida dos santos nos mostram que muitos santos e profetas receberam de Deus a capacidade de manifestar dons extraordinários. Os dons mais conhecidos são: o dom de cura, o dom de discernimento dos espíritos (saber o que se passa no coração de uma pessoa) e o dom de profecia. Mas e voar? Nunca ouvi falar de santo voador, até conhecer um episódio da vida de Padre Pio de Pietrelcina que é digno dos heróis da Marvel!

O local em que Padre Pio vivia – o convento San Giovani Rotondo – estava em região dominada pelos nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Naturalmente, toda essa região era alvo dos bombardeios das tropas americanas.

A população local se apegava à esperança de que, apesar do quadro desfavorável, Deus os pouparia do pior, em consideração à santidade do capuchinho estigmatizado. Muitos andavam com fotos de Padre Pio no bolso, com a fé de que, assim, ficariam imunes aos bombardeios. E a fé do povo simples, pelo visto, não foi em vão.

Diversos pilotos americanos e ingleses relataram que, ao sobrevoar Gargano, tiveram seus bombardeios frustrados por um misterioso frade, que lhes aparecia flutuando no céu, com as mãos erguidas, como se quisesse detê-los. Voltando às suas bases em Foggia e Bari, alguns o descreviam como “um anjo de barba, sem asas”, e outros achavam que era um fantasma.

Logo, os soldados souberam que ali próximo vivia Padre Pio, um frei com grande fama de santidade. Quatro oficiais americanos, protestantes, foram então visitá-lo, e o reconheceram como o homem que lhes apareceu nos ares. Outro milagre aconteceu: Padre Pio falou com eles em dialeto local, mas os homens juravam que ele havia conversado com eles em inglês. Eis o verdadeiro dom de línguas!

Depois desse fato, grande foi o número de soldados das tropas aliadas que vieram a San Giovani Rotondo. Muitos deles, sendo protestantes, se converteram ao catolicismo.

Convenhamos, um frade voador? Essa história seria um grande caô, um conto inverossímil, se não se tratasse de Padre Pio, o São Francisco de Assis do século XX.

Via O Catequista

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