Religiosa católica nos Estados Unidos ganha concurso de cozinha na TV

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O reality de concursos de cozinha “Chopped” (Picado), transmitido por Food Network, premiou na última segunda-feira, 9, a Irmã Alicia Torres, uma religiosa de 30 anos, membro das Franciscanas da Eucaristia, de Chicago (Estados Unidos).

Neste dia, os participantes do concurso eram pessoas que realizavam algum voluntariado social. Para ganhar, precisavam preparar uma guarnição, utilizando restos dos ingredientes que se utilizam para o jantar do Dia de Ação de Graças (como peru e feijão), assim como um prato principal e uma sobremesa.

Irmã Alicia transformou os restos de comidas em queijadinhas ao estilo mexicano. Também fez um prato do estilo mediterrâneo com peru ao curry, uns croquetes e um molho de queijo de cabra com feijão verde.

A religiosa ganhou um prêmio de mais de dez mil dólares, o qual será doado ao refeitório da missão Nossa Senhora dos Anjos, onde sua congregação atende aos necessitados e onde é encarregada da cozinha.

“O Senhor me deu este talento. Acho que a cozinha é o lugar no qual tenho a oportunidade de expressar toda a minha criatividade”, disse Alicia Torres aos jurados.

A religiosa decidiu ingressar em “Chopped” logo depois de escutar que no programa estavam convocando as religiosas. Para ingressar no programa, passou por uma entrevista e foi escolhida para competir no episódio de Ação de Graças, junto a outras três pessoas.

A respeito da sua motivação para participar, a religiosa disse ao GrupoACI que “queria fazê-lo por Jesus: ser testemunha de quão plena pode ser avida dedicada a Deus. Também queria representar os que estão entre nós (da congregação), os mais pobres, pois eles são muito amados por Jesus”.

“Esta não é apenas uma oportunidade para ser um artista, porque o mais importante é mostrar uma profunda gratidão a Deus e aos nossos benfeitores pela sua generosidade, a qual sustenta nossa vida e nosso trabalho”.

A criatividade surgiu na caridade

Irmã Alicia Torres é uma das fundadoras da sua congregação, a qual tem uma devoção especial ao Santíssimo Sacramento e tem um apostolado dedicado à evangelização e ao serviço dos pobres.

“Nossa vocação religiosa consiste em ter uma vida de oração, de testemunho e de serviço. Minha participação no ‘Chopped’ me dá uma oportunidade para compartilhar esta mensagem com o mundo”.

Foi durante seu trabalho no refeitório de beneficência onde a religiosa desenvolveu suas capacidades culinárias, pois tinha que inventar cardápios com os alimentos que recebia de doação.

“Nós nunca soubemos exatamente que tipo de comida receberíamos, sendo assim precisávamos ser flexíveis e criativos. Realmente tive que ampliar meus horizontes a fim de preparar comidas saudáveis e deliciosas”, disse.

Em seguida, a Irmã Alicia comentou ao Grupo ACI que gosta da comida mexicana e que sempre busca uma maneira de preparar pratos elegantes e de experimentar diferentes sabores.

“Recentemente, fiz tacos de peixe com batata doce. Algumas vezes, quando estou cozinhando, os que estão comigo duvidam um pouco das misturas que faço… mas nove de cada dez viram um êxito culinário!”, comentou.

Ainda adolescente e antes de entrar para o convento, a religiosa já fazia pães e bolos em sua cozinha. Além disso, seus pais sempre lhe ensinaram a importância de compartilhar a comida em família.

“Temos o objetivo de saciar não só a fome material, mas também a fome espiritual. Começamos qualquer comida com um serviço de oração, com uma Liturgia da Palavra, pois a maioria de nossos vizinhos não são católicos, mas batistas. O fato de colocar a Palavra de Deus no centro nos ajuda a permanecermos unidos”.

Depois da oração, as irmãs e os voluntários partilham a comida com seus hóspedes. A religiosa contou que vários ficam no local até duas horas. “É impressionante ver como o Senhor une os irmãos e irmãs em Cristo para compartilhar a comida, a fé e um momento de diversão”, manifestou.

“Em nossa vida, nos esforçamos por compartilhar o amor e a alegria com todos o que nos encontram. Acredito que muitas pessoas se sentem atraídas pela alegria que as irmãs transmitem e isso faz com que se perguntem se a alegria também é possível para eles”, concluiu a religiosa.

Via ACI Digital

Por que a tolerância laica não vale para os católicos?

Em mais uma demonstração de “tolerância seletiva” por parte dos radicais da cultura laica atual, a revista norte-americana Crisis publicou um artigo do qual extraio os seguintes trechos:

Em seu zelo por proteger os estudantes de quaisquer comentários ou opiniões que possam ferir os seus sentimentos, muitos professores da Universidade Marquette criaram “espaços seguros” em suas salas de aula, controlando todas as conversas para garantir que ninguém seja ofendido (…) A professora Cheryl Abbate deixou claro que a sala de aula não é lugar para que os estudantes questionem o valor do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. Esse tipo de questionamento deve ser guardado para conversas privadas, para não ofender os outros (…) Um estudante abordou a questão com a professora depois da aula: “Eu não concordo com o casamento gay e gostaria de ser honesto quanto a isso”. A professora respondeu: “Ok, mas há algumas opiniões que não são adequadas, porque machucam”.

Quando o estudante respondeu que “desafiar esta proibição é meu direito como cidadão americano”, a professora Abbate replicou: “Bom, nesta aula você não tem direito a fazer comentários homofóbicos, racistas ou sexistas. Digo isso desde já: nesta aula, comentários homofóbicos, racistas e sexistas não vão ser tolerados. Se você não gosta, é mais do que livre para não frequentar esta aula”.

No “espaço seguro” criado pela professora Abbate, os alunos homossexuais têm o direito de não ser ofendidos, mas onde ficam os direitos de quem quer manifestar outros pontos de vista sobre a finalidade da sexualidade humana? Existe um espaço seguro para eles? Para a professora Abbate, é inquestionável a política de “espaço seguro” que só é segura para quem concorda com ela sobre o valor do “casamento” homossexual.

Ah, sim, um “detalhe”: a Universidade Marquette é uma universidade católica.

Bem-vindos à “tolerância” dos laicos radicais! No dicionário deles, “tolerância” significa que todos têm o direito de concordar com eles – e a obrigação também. “Viva e deixe viver” significa “Viva do jeito que nós mandamos”. Já “fanatismo” se aplica apenas a quem tem opiniões contrárias às das classes que eles consideram oprimidas. “Fóbicos” são só os que se opõem à sua agenda. E muito pouca gente vai questioná-los, por conta do pesado apoio da mídia laicista e da pressão onipresente para que todos sejam politicamente corretos.

O papa Bento XVI falava com frequência da “tirania do relativismo”. Essencialmente, isto significa que, quando uma cultura decide que não existe nenhuma base fundamental para a verdade (excluindo, portanto, não só a Escritura, mas também a lei natural), o resultado é que também não existe base real alguma para qualquer discussão ou para a deliberação sobre qualquer assunto. Assim, quem ganha não é quem se baseia na razão, mas quem grita mais alto ou quem tem mais poder, dinheiro, influência política ou tudo isso junto.

Num mundo relativista, o caminho a ser seguido não é o da razão e do respeito à lei natural (na filosofia), nem o dos princípios constitucionais (na política), nem o da Escritura e da tradição (na teologia). O caminho a ser seguido é o de ganhar poder e pôr em prática uma ideologia que exclui todos os pontos de vista opostos a ela.

As revoluções que se dizem inspiradas pelos ideais de “liberdade” inauguram, com frequência, reinados de terror: os que se acham oprimidos assumem o poder e viram opressores das pessoas que, segundo eles próprios, estão do lado “errado”.

tirania do relativismo impõe um clima venenoso e perigoso, com pouco espaço para a discussão verdadeira e menos ainda para uma autêntica tolerância.

Via: ALETEIA

Ele me conquistou antes de nascer

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“Quando fiquei grávida, não tinha ninguém”, recorda Claire Crawford, uma jovem mãe que mora em Misisipi (Estados Unidos) e que, apesar de todas as contrariedades, rejeitou o aborto quando tinha 18 anos de idade. Seu testemunho foi divulgado no blog da plataforma pró-vida americana ‘Estudantes pela Vida’ (Students for Life).

“Venho de uma família numerosa”, relata a jovem. “Meus pais cometeram erros, como todos, mas sempre me deram tudo o que necessitava. Inclusive, meu pai juntava um dinheiro para pagar a minha universidade, desde quando era um bebê. Cresci em uma boa vizinhança. Dirigia um automóvel bonito e frequentei uma boa escola”.

Apesar de tudo isto, lamenta, “quando fiquei grávida, não tinha ninguém. Fiz algumas escolhas antes de engravidar e estas me levaram a tal situação. Nem podia acreditar que de verdade estava grávida”.

Claire assinala: “O pai de meu filho e eu tivemos uma relação difícil e se tornou cada vez mais difícil. Mas ele era tudo o que tinha. Infelizmente nos separamos quando eu tinha aproximadamente 7 meses de gestação”.

Mas sua complicada situação não foi uma desculpa para acabar com a vida de seu bebê.

“Inclusive sem trabalho, automóvel e dinheiro, sabia que queria ter o meu bebê e ia trabalhar o quanto fosse possível para que isso pudesse acontecer. ‘Onde há força de vontade, há uma solução’ era minha frase favorita para dizer àqueles que me questionavam”, recorda.

Em sua gravidez, escreve Claire, “chorei amargamente durante muitos dias”, e inclusive houve ocasiões “nas quais pensava que deveria ter ou sofrer um aborto. Implorava a Deus que me ajudasse”.

Anja, uma estudante pró-vida com quem tinha uma grande amizade, levou Claire a um Center for Pregnancy Choices (CPC, centro pró-vida), onde fez uma ecografia gratuita. Nessa ocasião estava com 11 semanas e 6 dias de gestação.

“Vi o meu pequeno bebê. Escutei o seu coração bater. Fiquei alegre e nervosa, tentando controlar as minhas lágrimas, enquanto via meu pequeno bebê pular e dançar. Nesse momento foi quando decidi que ia fazer isto, custe o que custar”.

Mas as dificuldades não acabaram e em diversas ocasiões puseram à prova sua confiança em si mesma.

“Abandonei a universidade e perdi meus dois trabalhos quando tinha cinco meses de gravidez, ainda sem saber o que ia fazer ou como ia sustentar o meu bebê com apenas um dinheiro que economizava. Rezei a Deus a fim de que me iluminasse para fazer o que seria melhor para meu filho”.

Em seguida, Claire confessou: “Estou envergonhada de admiti-lo agora, mas vou ser franca. Havia momentos nos quais desejava ter abortado o meu bebê”. Entretanto, recorda, sua amiga Anja estava aí para ajudá-la no que precisasse.

Com 16 semanas de gestação, Claire contou para sua mãe que estava esperando um bebê. A notícia revitalizou a relação e ela pôde voltar para sua casa para comemorar seus 18 anos, quando estava com 8 meses de gravidez

“Minha mamãe comprou para Taylan suas primeiras mantas, babadores, pijamas, etc. Depois de algum tempo, ela finalmente aceitou minha gravidez e estava muito emocionada, pois seria avó pela primeira vez”.

O pequeno Taylan nasceu no dia 30 de julho deste ano. Apesar de “ainda existir vários desafios e momentos difíceis”, Claire assegura: “Minha vida sem ele não seria nada”.

Segundo Claire, compartilhar sua história poderia ajudar alguém a “ter a esperança que necessitam para seguir em frente”.

“Durante a minha gestação, passei por um dos momentos mais difíceis de minha vida, mas teve o melhor resultado. Faço aproximadamente 98 por cento do que devo fazer como mãe, com pouca ajuda. Nunca amei tanto alguém na minha vida”, conclui Claire.

 

(ACIdigital)

Quando o tiro sai pela culatra

Recentemente os brasileiros (sobretudo os internautas) tiveram acesso a um pavoroso vídeo chamado“Meu corpo, minhas regras”. O vídeo foi criado após uma polêmica envolvendo um filme chamado “Olmo e a Gaivota”, que é um misto de documentário e ficção, que retrata o drama de uma atriz que se prepara para uma peça e descobre que está grávida. Depois de várias críticas a temática do filme (que faz uma apologia nua e crua ao aborto), alguns atores (a maioria globais) resolveram fazer um vídeo defendendo a tese de que o aborto é uma opção da mulher e não um crime.

O vídeo foi postado no Youtube é para a surpresa dos envolvidos no vídeo, eledefinitivamente não agradou a maioria dos que assistiram e opinaram. Agora neste exato momento em que escrevo esta matéria, o famigerado vídeo tinha 577.219 visualizações. Um número embora expressivo, considerado até normal, se tratando de um vídeo polêmico. No entanto, o que me chama atenção é que destes que viram o vídeo 76.428 pessoas opinaram sobre ele, sendo 8.402 a favor e 68.026 contra.

No quesito visualizações, uma mesma pessoa pode simplesmente assistir várias vezes e cada vez que ela ver, conta uma visualização. Quem navega pela internet sabe que basta atualizar a página várias vezes que o contador anda. Mas no quesito “curtidas” a pessoa não pode curtir duas vezes, pois a curtida é referente o login da sua conta no youtube. E gente o número é de fato muito expressivo! Se fizermos uma conta simples, chegamos a conclusão de que 89% das pessoas que opinaram são contra o aborto. É uma goleada do tipo Alemanha 7 x 1 Brasil. Realmente o vídeo foi um tiro que saiu pela culatra.

Outros sites já falaram sobre como os movimentos abortistas tentam inseminar uma cultura de morte, querendo incutir na cabeça da população de que isso é uma escolha da mulher e que o aborto não pode ser tratado como um crime, mas não é sobre isso que quero falar aqui. Sobre isso aconselho os textos do professor Felipe Aquino no site da Canção Nova e no site da Cleofas.

O que quero falar aqui é outra coisa: O Brasil não aceita o aborto! O brasileiro está dizendo há muito tempo não a cultura de morte! O brasileiro quer a vida, escolheu a vida e defende a vida! O Brasil não quer o infanticídio! O brasileiro de modo geral rejeita o aborto. Óbvio que existem brasileiros que defendem esta atrocidade, tanto que chegam a gravar vídeos e encher o saco da gente com essa conversa mole, mas a nossa população na sua maioria já se pronunciou: Vida sim! Aborto nunca!

Como diz o professor Felipe Aquino no site da Canção Nova:

A vida humana começa com o embrião; e isso é um dado científico. Segundo o maior geneticista do século XX, Dr. Jerome Lejeune, que descobriu a Síndrome de Down, o embrião é um ser humano pois nele já estão todas as mensagens da vida desta pessoa.

Meu corpo minhas regras?

Cada pessoa é dona do seu corpo, mas nunca do corpo de outra pessoa. A partir do momento da fecundação, na barriga da mulher passa a existir um novo ser, uma nova pessoa. Esta nova pessoa é indefesa, é frágil e luta para viver. Cabe a nós defender este ser que a cada dia vai se formando de tudo e de todos, inclusive da mãe que irresponsavelmente decide matar seu próprio filho. Isso não é escolha. Isso é infanticídio. Escolha é outra coisa. E antes que venham argumentar as mesmas balelas de sempre, olha as motivações que são apresentadas para que se tire a vida de uma criança:

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Assassinato hoje é cada vez mais banal… Infelizmente.

Porém vendo a repercussão negativa desta porcaria de vídeo nos cabe comemorar por que vemos que definitivamente o aborto não é bem-visto pela nossa sociedade e mesmo com a luta dos abortistas em mudar conceitos, vemos que eles não têm tido muito sucesso, uma vez que na internet a grande maioria dos usuários é jovem.

O tiro saiu pela culatra e não há nada que se possa fazer.
Que Nossa Senhora do Bom Parto livre o Brasil do Aborto!

Obs.: Se você não viu o vídeo não faça questão de ver. Dá nojo! Mas mesmo assim, se você tiver conta no youtube vai lá e clica na opção “descutir”.  Eu que não vou postar aquela porcaria aqui, mas se quiser ir lá clique aqui.

Dominus Vobiscum

Carta aberta de um católico homossexual para um sacerdote católico homossexual

Um católico escreve a Krzysztof Charamsa, o padre da Cúria Romana que apresentou à mídia mundial o seu parceiro homossexual

Caro Krzysztof Charamsa,

Meu irmão,

Estou lhe escrevendo de Lourdes, onde oro por você à nossa Mãe de Misericórdia. Devo dizer que a sua declaração pública de homossexualidade realmente me marcou. Como você, eu sou um homem católico que experimenta a atração homossexual e é por esta razão que gostaria de responder à sua declaração pública.

É verdade que “muitos católicos homossexuais sofrem” diante do imobilismo da Igreja a respeito deles. As linhas que falam sobre a homossexualidade no Catecismo da Igreja Católica não constituem, em si mesmas, um programa pastoral. Nessa atmosfera, é normal que, às vezes, experimentemos “exclusão e estigmatização”.

Eu entendo, em parte, a “homofobia” de alguns de nossos irmãos católicos, porque eles nada sabem sobre a homossexualidade e muito menos como comportar-se diante de uma pessoa que se diz abertamente “gay”. Às vezes, eu me sinto como um marciano. Devemos reconhecer, no entanto, que as coisas estão mudando. Na Relatio Synodalis §76, os padres sinodais declaram: “Reserve-se particular atenção ao acompanhamento das famílias onde vivem pessoas homossexuais”. Percebemos que a Igreja entendeu que precisa envolver-se nesta pastoral. Na França, existe a Courage et Encourage, que presta apoio às pessoas que experimentam a atração pelo mesmo sexo, assim como às suas famílias, na jornada para seguir a Cristo.

Todos nós devemos rejeitar publicamente a violência contra os homossexuais. Não existe nenhuma violência que possa ser justificada. E se, entre nós, na Igreja, surgir alguma violência, peçamos perdão ao nosso Pai misericordioso. Não é abandonando a Igreja que poderemos curar essas feridas; é amando-a. Não devemos criar um cisma: uma “Igreja pró-gay” e uma “Igreja anti-gay”. É necessário avançarmos todos juntos, ouvindo-nos uns aos outros, sem julgamento, se o nosso objetivo comum é mesmo Cristo.

Podemos permanecer juntos?

A Igreja não deve apenas proclamar a verdade: ela deve proclamá-la com misericórdia. Este Jubileu, que abre tais portas, é um sinal para todos. A Igreja é nossa mãe, cuida de nós, nos mostra o Caminho: Cristo. Às vezes, eu também tenho vontade de romper o cordão umbilical que me liga a essa mãe: “Mamãe, me deixe em paz!”. Mas, então, eu olho para Jesus, nosso Deus, que ouviu a sua mãe até os 33 anos. “Eles não têm mais vinho…”.

A Igreja é também a família de todos, inclusive de todos aqueles que não podem, com suas próprias forças, fundar uma família. Não porque a Igreja os proíba, mas porque o direito da criança de crescer rodeada por um pai e uma mãe, de preferência o seu pai e a sua mãe, prevalece. E nós sabemos o quanto é difícil, para uma criança que não tem um pai que a ama, compreender o amor de Deus Pai, assim como é difícil, para aquele que não tem a mãe, compreender o amor da Igreja. O que vivemos nesta terra prefigura o que vamos viver no céu. Espero que aqueles que experimentam o saudável desejo da paternidade encontrem na Igreja os filhos e filhas que podem levar até Jesus.

Você respondeu ao chamado de Cristo ao aceitar o sacerdócio ministerial. Eu entendo que algumas das nossas escolhas na vida, às vezes, parecem pesadas e difíceis de manter. Mas peçamos, ao menos, ajuda para viver melhor os nossos compromissos. E eu sei que existem grupos de apoio para os sacerdotes que experimentam a atração pelo mesmo sexo. Fico triste por você não ter encontrado esse apoio e peço perdão pela Igreja se você não o encontrou. Agora que, para você e para Eduardo, começa uma nova estrada, eu peço ao Senhor que os guie nas novas fases da sua vida.

Fraternalmente,
por Maria a Jesus,

Clément Borioli

Via ALETEIA

E stado Islâmico executa 200 crianças

Os terroristas do autoproclamado Estado Islâmico executaram 200 crianças sírias e publicaram o vídeo na Internet.

A gravação mostra que as crianças foram alinhadas umas ao lado das outras e obrigadas a baixar as cabeças em direção ao chão. Estão de costas voltadas para os carrascos, que as mataram em segundos.

O vídeo foi divulgado pelo jornal britânico “Daily Mail”, mas editado: não tem som e a parte das imagens em que aparecem as crianças foi distorcida.

O jornal refere que pelo menos doze homens, empunhando armas automáticas e pistolas, foram responsáveis pelo massacre.

Via Jornal de Notícias

Entenda porque os atores “globais” estão em uma campanha a favor do aborto.

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Muitas pessoas surpreenderam-se nesta semana com um vídeo de alguns atores da Rede Globo defendendo abertamente o aborto. Além disto, ridicularizam o fato de Nossa Senhora ter gerado e gestado, sendo virgem, seu Filho Jesus. Além de cometerem pelo menos um delito neste vídeo, a saber, incitação ao crime (promover o aborto é promover um crime!) e atentar contra nós crentes, vilipendiando nossa fé, as “estrelas” da televisão deste país mostram-nos algo bem maior: seu desespero.

O que eles esperavam

Os defensores do assassinato das crianças estão desesperados, pois sua ideologia de morte está perdendo terreno cada dia mais. Vamos aos fatos: A Indústria do aborto, tão presente nos Estados Unidos, anseia muito pela legalização do aborto no Brasil, para ter mais um mercado consumidor onde possa faturar em cima do sofrimento de crianças e mães, por meio do procedimento em si, da venda de remédios e da comercialização dos corpos das crianças abortadas (clique aqui para ler a matéria) .

A Rede Globo e a mídia secular em geral, anseiam pela liberação do aborto porque este contribui para o seu projeto de Revolução cultural, cujo objetivo é destruir os valores cristãos na sociedade. Além disto, a vida promíscua que a maior parte destes midiáticos vive leva-os a querer a sua libertinagem ampliada a toda sociedade.

A própria ONU, usando da tática de manipulação da linguagem, ao defender nos países membros o “Direito Sexual e Reprodutivo” tem trabalhado arduamente para impor o aborto no mundo.

É sabido que, segundo os planos dos abortistas e pelo montante de dinheiro por eles investido, o aborto já deveria estar legalizado no Brasil há pelo menos uma década. O partido que há mais de dez anos está no poder se comprometeu com esta legalização.

A realidade

Não obstante toda ação para legalizar o aborto, isto não somente não aconteceu como a opinião pública tem sido cada vez mais contrária ao aborto, passando de 80% o número de brasileiros que desaprovam este assassinato.

Diversos países, além do Brasil, não obstante toda pressão política e financeira não têm avançado na liberação do aborto.

Para piorar as coisas para os abortistas a última eleição que tivemos para o Legislativo formou uma Casa ainda mais conservadora, impedindo que a legalização do aborto passe como lei.

Os defensores da vida têm se organizado de uma forma cada vez melhor no país, inclusive com ação política.

Por fim, estamos às vésperas de uma grande vitória pró-vida: logo irá para votação na Câmara o Projeto de Lei 5.069 que dirime as brechas na lei 12845 – sancionada pela Presidente Dilma em 2013 – que praticamente banaliza o aborto. Com sua aprovação o aborto continuará sendo um crime, os estupradores serão condenados e a indústria do aborto não poderá lucras às custas do drama alheio, clique aqui e veja o PL5069 – Por que apoiamos.

Por tudo isso os fautores da cultura de morte precisam criar filmes e campanhas publicitárias na tentativa de ganharem a opinião pública, sempre por meio da mentira e das meias verdades.

Se é verdade que a nossa luta é de Davi contra Golias, pois eles detêm a mídia, o dinheiro e a fama, nós detemos a verdade, algo que fala direto ao coração humano. Mas, assim como eles não descansam na busca de seu objetivo sórdido – o assassinato – muito mais nós – cidadãos comuns -devemos nos empenhar por um país de cultura de vida.

O que fazer?

Não dê audiência para estes atores. Não assista a seus filmes e novelas. Esta deve ser a resposta do povo brasileiro aos promotores do assassinato de bebês.
Não doe para o Criança Esperança. Conheça ações em defesa da vida próximas a você: em seu bairro, sua cidade, sua igreja e faça ali sua doação.
Informe-se sobre o PL 5.069 e divulgue-o, para que esta lei passe e o Brasil seja livre do aborto.

Por: Pe Sílvio R. Roberto, MIC