Membro do Estado Islâmico: “Chegaremos a Roma e faremos execuções massivas na Praça de São Pedro”

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A organização pela liberdade religiosa MasLibres.org publicou uma entrevista com um membro do Estado Islâmico, que assegurou que morrer por Alá é “o melhor destino que uma pessoa pode escolher”. “Convertam-se enquanto é tempo”, diz o terrorista.

O jovem muçulmano disse que caso não se convertam, “morrerão como infiéis. Essa é a lei de Alá. Nós sairemos vitoriosos. Chegaremos à Roma, à Praça de São Pedro e faremos execuções massivas de infiéis”.

A fim de proteger a segurança do repórter que realizou a entrevista, não puderam entrar em detalhes sobre sua realização, explicou Maslibres.org ao Grupo ACI. Mas, garantem que a entrevista foi feita há mais de um mês, quando os muçulmanos celebravam o Ramadã, e foi conduzida por uma equipe que está no Oriente Médio.

 Além desta entrevista, oferecem também imagens das atividades deste membro do grupo terrorista que são fotogramas do documentário.

O terrorista nasceu na Alemanha e tem nacionalidade polonesa, é conhecido como Adam A1 N e se considera como um “servidor de Deus, um crente fiel ao único deus”. Sua mãe é polonesa e católica e ela a considera “infiel”, enquanto seu pai é palestino procedente de Jordânia.

“Farei qualquer coisa por Alá e, se tiver que me converter em mártir, será o melhor destino que ele escolherá para mim. Ser crente é uma aventura maravilhosa na minha vida. Tinha quinze anos quando meus olhos se abriram para ver o único Deus. Então entendi a palavra de Alá dizendo que os infiéis são piores que animais”, afirmou.

Segundo expressou, uniu-se à organização terrorista de Ahrar Al Sham Abu Omer Al Shami durante uma viagem em 2012 na Síria. Posteriormente se uniu ao exército do califa Al Baghdadi, do Estado Islâmico. Ali, foi treinado e participou dos assaltos das cidades de Aleppo, Azas e Raqqa.

 Depois de estar oito meses no Estado Islâmico, voltou para a Alemanha para visitar sua mãe, pois estava doente. Foi deportado à Polônia pelo Serviço Federal de Inteligência, acusado de terrorismo.

O jovem assegurou ainda que permanecerá no Estado Islâmico “servindo com seus irmãos”.

Durante suas declarações, afirmou que nos ataques nos quais participou viu “a mão de Alá e seus milagres”.

“Quando estive lutando na Síria pude presenciar muitos milagres feitos por Alá. O sangue do meu companheiro de combate que morreu nos meus braços exalava um aroma do paraíso. Senti uma enorme alegria por estar com ele enquanto morria”, recordou.

Em seguida, Adam A1 N comentou que não quer viver na Polônia, “porque lá as pessoas são escravas”. “Quero ser livre dentro do Estado Islâmico”, ressaltou.

“Convertam-se enquanto é tempo”, adverte o jovem terrorista. Caso contrário, ameaça: “morrerão como infiéis. É a lei de Alá. Nós sairemos vitoriosos. Chegaremos à Roma, à Praça de São Pedro e faremos execuções massivas de infiéis”.

O jovem assinala que faz parte da fé islâmica porque é “a religião da verdade” e que “hoje em dia Jesus seria muçulmano”.

Via ACI Digital

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Pároco de aldeias no Iraque: Francisco ajuda-nos a encontrar solidariedade

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“Quando Francisco fala da tragédia dos refugiados, a mídia lhe dá amplo espaço e isto nos ajuda a encontrar finalmente solidariedade, a não cair no esquecimento”, afirma padre Samir.

O drama dos refugiados no Curdistão iraquiano esteve presente na Audiência Geral desta quarta-feira (26) através do testemunho do Padre Samir Yousif, sacerdote caldeu e pároco de cinco vilarejos em Amadiyak, nas montanhas na fronteira com a Turquia. O Papa Francisco – informou o L’Osservatore Romano – fez questão de encontrar o sacerdote pessoalmente, assinalando a ele um lugar na primeira fila, ao lado dos bispos, justamente para confirmar e relançar a sua atenção para o drama vivido pelos cristãos, e não somente, naquela região.

Uma catástrofe apocalíptica

O sacerdote caldeu mostrou ao Pontífice dois álbuns de fotografias para documentar “a catástrofe apocalíptica: vi cenas de dor e desespero inimagináveis, pessoas mortas de fome no meio da rua, relatou ele”. Continuamente “chegavam até nós milhares e milhares de pessoas em fuga, sem nada, escapadas sem ter podido pegar nem mesmo uma roupa ou um documento, para fugir da morte certa”. E assim – explica – “em um momento são apagadas raízes que remontam ao primeiro século cristão, porque nós, cristãos, não somos naquela terra nem hóspedes nem estrangeiros”.

“Na minha paróquia – continuou – fazemos o impossível para acolher os refugiados fugidos da fúria do Estado Islâmico, dando a eles de comer, um teto e garantindo também remédios, ao menos para as primeiras necessidades”. Para fazer isto contamos com a caridade do Papa que por duas vezes o Cardeal Fernando Filoni, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, nos entregou pessoalmente” e também “com a ajuda da Conferência Episcopal Italiana, da Caritas e de outros organismos” que responderam prontamente aos apelos do Pontífice, a quem “eu disse obrigado pela sua intervenção dirigida à comunidade internacional: a sua voz, podes estar certo, é muito ouvida em todo o mundo árabe”. “Quando Francisco fala da tragédia dos refugiados, a mídia lhe dá amplo espaço e isto nos ajuda a encontrar finalmente solidariedade, a não cair no esquecimento”, assegurou.

Padre Samir, que precedentemente também foi Pároco em Mossul, não perdeu “a esperança de um futuro de paz, reconciliação e justiça, não obstante tudo”. Ademais – precisou – “entre as cinquenta mil pessoas que estamos acolhendo neste momento, não existem somente cristãos de diversas denominações, mas também muçulmanos: a loucura do Isis é somente uma violência cega e não pode ser vencedora”.

Mesmo atingida duramente – avaliou – “a Igreja Caldeia hoje está viva, tendo ficado até mesmo mais forte e unida justamente pela dura prova a que está sendo submetida”; e assim – completou – “não nos falta a esperança de imaginar que um dia, não muito distante, o Papa possa ir nos encontrar na Diocese de Amadiyak e Zaku dos caldeus para nos confirmar na fé e nos encorajar a não termos medo”.

 

Fonte: Rádio Vaticano

Dom Jean-Clément Jeanbart, Arcebispo do Aleppo (Síria) enviou uma carta de agradecimento aos fiéis franceses por terem participado da iniciativa de ChristianBells de tocarem os sinos das igrejas na França no dia da Assunção da Virgem (15 de agosto) a fim de manifestar seu apoio aos cristãos perseguidos no Oriente Médio.Para o Arcebispo, a iniciativa #ChristianBells animou muito a fé dos cristãos no Oriente Médio. “Este despertar da filha preferida daIgreja (França) foi para muitos deles uma fonte de esperança e uma razão para acreditar que não abandonaram a sua irmã na Síria, a primeira de todas as Igrejas”.Dom Jeanbart, esteve recentemente na Europa e disse que se sentiu “reconfortado ao ver uma grande quantidade de fiéis assistirem as celebrações, mas é muito amargo e doloroso ver o olhar de tristeza e desespero dos cristãos no Oriente, ao ver as carências de todo tipo que sofrem todos os dias e as desgraças que constantemente pressionam a sua existência”.O Prelado afirmou através desta carta que “mais de 135 dioceses europeias, entre elas 76 na França, se comprometeram em tocar os sinos em todas as suas Igrejas, pedindo aos cristãos que pensem em seus irmãos que sofrem na Síria e para rezarem à Rainha da Divina Misericórdia, pedindo seu amparo nos momentos de grande provação”.“O anúncio desta iniciativa de boa vontade animou muitos fiéis de Aleppo e foi motivo de consolo, pois seus irmãos franceses se preocupam com eles”, manifestou o Arcebispo.“Oremos para que o Senhor continue respondendo positivamente às orações, dirigidas à sua querida mãe e que, assim como despertamos com água e luz, Ele nos conceda em um futuro próximo a paz e a harmonia desejada!”, exortou o Prelado.Em meio às tribulações e ante a perseguição que sofrem incessantemente, o Prelado compartilhou uma boa notícia: no dia seguinte da festa da Assunção voltou a água e a energia elétrica à cidade de Aleppo, logo depois de ter passado mais de um mês sem estes serviços durante uma onda de calor.“A água e a eletricidade estão de volta para que a vida dos cidadãos mais desfavorecidos seja um pouco menos dolorosa. Demos graças à Mãe do Senhor, alto no céu e sempre presente com sua família!”.

Dom Jean-Clément Jeanbart, Arcebispo do Aleppo (Síria) enviou uma carta de agradecimento aos fiéis franceses por terem participado da iniciativa de ChristianBells de tocarem os sinos das igrejas na França no dia da Assunção da Virgem (15 de agosto) a fim de manifestar seu apoio aos cristãos perseguidos no Oriente Médio.

Para o Arcebispo, a iniciativa #ChristianBells animou muito a fé dos cristãos no Oriente Médio. “Este despertar da filha preferida daIgreja (França) foi para muitos deles uma fonte de esperança e uma razão para acreditar que não abandonaram a sua irmã na Síria, a primeira de todas as Igrejas”.

Dom Jeanbart, esteve recentemente na Europa e disse que se sentiu “reconfortado ao ver uma grande quantidade de fiéis assistirem as celebrações, mas é muito amargo e doloroso ver o olhar de tristeza e desespero dos cristãos no Oriente, ao ver as carências de todo tipo que sofrem todos os dias e as desgraças que constantemente pressionam a sua existência”.

O Prelado afirmou através desta carta que “mais de 135 dioceses europeias, entre elas 76 na França, se comprometeram em tocar os sinos em todas as suas Igrejas, pedindo aos cristãos que pensem em seus irmãos que sofrem na Síria e para rezarem à Rainha da Divina Misericórdia, pedindo seu amparo nos momentos de grande provação”.

“O anúncio desta iniciativa de boa vontade animou muitos fiéis de Aleppo e foi motivo de consolo, pois seus irmãos franceses se preocupam com eles”, manifestou o Arcebispo.

“Oremos para que o Senhor continue respondendo positivamente às orações, dirigidas à sua querida mãe e que, assim como despertamos com água e luz, Ele nos conceda em um futuro próximo a paz e a harmonia desejada!”, exortou o Prelado.

Em meio às tribulações e ante a perseguição que sofrem incessantemente, o Prelado compartilhou uma boa notícia: no dia seguinte da festa da Assunção voltou a água e a energia elétrica à cidade de Aleppo, logo depois de ter passado mais de um mês sem estes serviços durante uma onda de calor.

“A água e a eletricidade estão de volta para que a vida dos cidadãos mais desfavorecidos seja um pouco menos dolorosa. Demos graças à Mãe do Senhor, alto no céu e sempre presente com sua família!”.

Via ACI Digital

Estado Islâmico liberta 22 cristãos assírios sequestrados há seis meses

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O Estado Islâmico (ISIS) libertou 22 cristãos assírios que estiveram sequestrados durante meses, informou ontem a Federação Assíria da Suécia.

Os reféns do ISIS, estavam entre as mais de 200 pessoas sequestradas em fevereiro deste ano e foram liberados no nordeste da Síria. O grupo terrorista os enviou em um ônibus perto da cidade de Hasakah, lugar no qual foram recolhidos por habitantes locais.

O presidente da Federação Assíria da Suécia, Afram Yakoub, indicou à agência de notícias árabe ‘Al Jazeera’ que “a maioria dos libertados são idosos e estão com problemas de saúde”. Além disso, 14 reféns libertados são mulheres.

Desde que começaram os sequestros massivos, somente 45 pessoas conseguiram ser resgatadas das mãos do Estado Islâmico.

Yakoub explicou realizaram negociações “entre os líderes assírios e os líderes sunitas que juraram lealdade ao ISIS”. Logo após um acordo eles foram libertados sem pagar resgate ao ISIS. O diretor da organização assíria também denunciou que “durante seu cativeiro, o ISIS tratou de convence-los para a converter-se ao Islã”.

Além disso, embora não estejam feridos, o ISIS separou os homens das mulheres e crianças, e os aglomeraram dentro de pequenas habitações. “Nos alimentaram com uma comida horrível”, disse ainda um dos sequestrados falando dos mal tratos que sofreram nas mãos dos Jihadistas.

O diretor afirmou que estão em curso negociações para assegurar a libertação de outros

200 sequestrados e “o que sabemos é que já estão na Síria, na província de Hasakah ou na província de Raqqa”.

“Desde fevereiro deste ano havíamos perdido toda a nossa esperança, mas o que aconteceu hoje nos devolve a esperança”, disse ontem à agência de notícias.

Há apenas uma semana, o ISIS sequestrou 230 pessoas, entre eles 60 cristãos, no Quariatain, localizada na zona central da Síria.

Via ACI Digital

Estado Islâmico sequestra 230 pessoas na Síria, entre eles 60 cristãos

Aproximadamente 230 pessoas, entre elas 60 cristãos, foram sequestradas em um novo ataque dos terroristas do Estado Islâmico (ISIS) em Al Quaryatayn, região localizada na zona central da Síria. Este ataque ocorreu no dia 06 de agosto.

Conforme informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos, o paradeiro destes novos reféns dos muçulmanos é desconhecido. Neste grupo estão 19 menores e 45 mulheres, os quais foram capturados no monastério de Mar Elian, cujo abade, Jack Murem, foi sequestrado há dois meses por homens armados não identificados.

De acordo ao jornal britânico The Catholic Herald, foi publicada uma lista na qual poderia estar os nomes dos sequestrados cristãos.

A respeito deste novo sequestro, o Patriarca daIgreja Sírio-Católica, Ignace Youssif III Younan, assinalou a Rádio Vaticano: “não falamos de etnias porque somos iguais aos muçulmanos da Síria. Isto é uma ‘limpeza’ religiosa! ”.

O Prelado disse que os líderes sírios não estão interessados em defender as minorias: “não querem saber de nada. Não lhes importa a liberdade religiosa destas comunidades que conseguiram sobreviver por muitos séculos, apesar dos ataques contra o Evangelho. Isto é uma ‘limpeza’ religiosa! Nós não queremos isto! ”.

“Tudo o que está acontecendo é por culpa dos governantes maquiavélicos, pois somente estão procurando oportunidades econômicas e pensam que se a nós – sem defesas e inocentes – podemos ficar, pois fiquemos e, em todo caso, aqueles que não quiserem ficar que saiam pelo mar”.  

Em seguida, o Patriarca questionou: “como o Estado Islâmico conseguiu chegar lá, como conseguiu penetrar em Al Quaryatayn, cidade na qual o exército estava presente? ”.

“Os próprios habitantes, os (muçulmanos) sunitas, estão a favor destes terroristas e também esperavam o momento para atacar os soldados”.

Este sequestro ocorreu no dia 6 de agosto, um ano e um dia depois da invasão na cidade de Qaraqosh, da qual fugiram mais de 120 mil cristãos e como consequência desta invasão, a planície do Nínive ficou sem população cristã, fazendo com que a sua maioria deles busque refúgio em Erbil, na região curda do Iraque

Via ACI Digital

No aniversário do êxodo de cristãos do Iraque, Papa pede que o mundo não “olhe para o outro lado”

 Papa Francisco recordou o primeiro aniversário do êxodo de mais de 120 mil cristãos obrigados a fugir da Planície de Nínive (Iraque) com motivo da invasão terrorista do Estado Islâmico e pediu ao mundo não ficar mudo nem “olhar para o outro lado, ante o fanatismo, a intolerância e a perseguição que sofrem os fiéis.

O Santo Padre manifestou sua preocupação pelos milhares de refugiados obrigados a fugir da perseguição no Oriente Médio através de uma mensagem enviada ao Bispo Auxiliar de Jerusalém dos Latinos e Vigário Patriarcal para o Jordânia, Dom Maroun Lahham.

No texto, o Pontífice reconhece de novo que “são os mártires de hoje, humilhados e discriminados por sua fidelidade ao Evangelho”.

O texto foi enviado com motivo do primeiro aniversário da chegada dos refugiados iraquianos à Jordânia, no dia 8 de agosto de 2014. Ali serão celebradas várias atividades nas quais participará o Secretário Geral da Conferência Episcopal Italiana, Dom Nunzio Galantino.

“Em outras ocasiões já chamei a atenção para as perseguições desumanas e inexplicáveis que acontece em diversas partes do mundo, – sobretudo aos cristãos, sendo vítimas do fanatismo e da intolerância -, normalmente mudo e inerte ao cenário de perseguição”, reconheceu o Santo Padre.

O Papa Francisco quer que suas palavras se recordem como “sinal de uma Igreja que não esquece e não abandona os seus filhos exilados por causa de sua fé: saibam que uma oração cotidiana se levanta por eles, junto ao reconhecimento pelo testemunho que nos oferecem”.

O Bispo de Roma também menciona “as comunidades que souberam cuidar desses irmãos, evitando olhar para o outro lado”.

“Vocês anunciam a ressurreição de Cristo compartilhando a dor e a ajuda solidária que prestam a milhares de refugiados; com seu caminho de sofrimento, que muitas vezes escurece a esperança; com seu serviço fraterno que também corre o risco de momentos de escuridão na existência”, disse o Santo Padre dirigindo-se a eles. 

Diante desta realidade o Papa deseja que o Senhor os recompense, como só Ele pode fazer: “com a abundância dos seus dons”.

Na mensagem, o Pontífice chama a atenção da comunidade internacional e solicita que “a opinião pública mundial esteja mais atenta às perseguições contra os cristãos e, de maneira geral, das minorias religiosas”.

“Renovo o desejo de que a Comunidade Internacional não assista muda e inerte a tal inaceitável crime, que constitui uma preocupante deriva dos direitos humanos mais essenciais e impede a riqueza da convivência entre os povos, as culturas e os fiéis”.

Atualmente, milhares de refugiados foram privados de suas casas pela perseguição que sofrem por causa da sua fé. Principalmente, pelo autodenominado Estado Islâmico que opera no Iraque e na Síria.

Na madrugada do dia 6 e 7 de agosto de 2014, cerca de 120.000 cristãos fugiram da Planície de Nínive, por medo de serem assassinados pelos terroristas. Atualmente, vivem refugiados no Curdistão iraquiano e são atendidos nos campos pela Igreja local.

Em memória deste êxodo, a Igreja no Iraque celebrou no dia 6 de agosto uma jornada de oração pela paz. Também existe uma campanha internacional nas redes sociais através dos hashtags #PrayForIraq #WeAreChristians e #6deAgosto. 

Via ACI Digital

Estado Islâmico sequestra três cristãos na Líbia

O grupo terrorista do Estado Islâmico (ISIS) sequestrou no dia 11 de julho três cristãos no povoado do Nufliyah, localizado em Sirte (no norte da Líbia), segundo confirmou Mohammed Hijazi, porta-voz militar do governo líbio.

Conforme informou a agência vaticano Fides, um ganense, um nigeriano e um egípcio copto foram sequestrados. Sirte é considerada um dos baluartes do Estado Islâmico no país africano.
Por sua parte, os terroristas islâmicos reivindicaram a autoria do sequestro ao publicar nas redes sociais fotos dos documentos de identidade dos reféns. Fontes egípcias consultadas pela Agência Fides indicaram que iniciaram ações para obter a libertação dos três cristãos mediante o pagamento de um resgate.

Esta não é a primeira vez que o ISIS ataca os cristãos na Líbia. Em fevereiro deste ano, decapitaram 21 egípcios coptos e em abril fizeram o mesmo com outros 30 cristãos coptos. Em junho também sequestraram 86 cristãos eritreus, entre eles mulheres e crianças.

Por outro lado, ontem, Fides também reportou o sequestro de quatro italianos em Mellitah. Trata-se de quatro técnicos, funcionários de uma companhia italiana que trabalha nas plataformas petrolíferas localizada ao norte da Líbia. No momento, não se têm notícias sobre a natureza do sequestro nem de seus autores.