A mulher católica e o feminismo

Por Tatiana Maria Guedes

hqdefault (2)Querendo a todo custo transformar a mulher num novo homem e o homem numa nova mulher, a sociedade moderna relativista está, inegavelmente, perdendo seus valores. “O homem e a mulher são criados, isto é, são queridos por Deus: por um lado, em perfeita igualdade como pessoas humanas e, por outro, em seu ser respectivo de homem e de mulher”. (cf. CIC §369). Ou seja, homem e mulher são iguais enquanto pessoas; em dignidade, porém, diferentes e complementares enquanto masculino e feminino. E essa diferença é querida por Deus. Foram criados para se complementarem, para serem “ajuda” um para o outro. Lutar de todas as formas para que a mulher ocupe, a qualquer custo, o lugar do homem é lutar contra o projeto da criação de Deus; contra o plano divino para cada um de nós. O feminismo traz uma falsa ideia de liberdade da mulher.

Essa ideologia que, aparentemente, está a favor das mulheres, nada mais faz do que tirar delas o que lhes pertence por natureza; por criação: a vocação à maternidade e ao amor; ser mulher na plenitude querida por Deus. A exaltação dos métodos anticoncepcionais que se configurou, erroneamente, como um passo importante para a aquisição da liberdade da mulher, a transformou nada mais do que em um objeto de prazer próprio e dos outros, sem a preocupação de possíveis consequências como a gravidez, a responsabilidade e o compromisso.

O que se vê com isso são mulheres frustradas, vazias de sentido e numa busca frenética e em vão de serem o que não são só para se sentirem melhores e aceitas. Onde está a liberdade e a felicidade nisto? “Diferente da do varão é a constituição da mulher; mais, sabemos hoje que é diferente até às determinantes biofisiológicas mais profundas. Manifesta-se exteriormente só em certa medida, na construção e na forma do corpo. A maternidade manifesta tal constituição dentro de si, como particular potencialidade do organismo feminino, que devido à capacidade criadora serve para a concepção e geração do ser humano, com o concurso do varão. O ‘conhecimento’ condiciona a geração.” (São João Paulo II, Teologia do Corpo).

A mulher é muito mais do que um pedaço de carne destinado ao uso exclusivo pela busca do prazer e que pode ser, depois, descartado. Por meio da mulher, da sua modéstia, pureza e feminilidade podemos perceber a obra-prima da perfeita criação de Deus. O feminismo é contrário à nossa fé. Não devem e, mais ainda, não podem existir católicos que levantem a bandeira do feminismo pensando poder conciliar. Não! Ao querer emancipar a mulher à qualquer custo, o feminismo exclui a essência natural da mulher, reduzindo-a a uma imitação esdrúxula do modo de ser do homem.

O feminismo se opõe à criação de Deus; ao plano divino do Criador. Tenhamos coragem de nos levantar contra este atentado à natureza humana. A mulher católica não deve se render ou ser conivente com o feminismo. Ao contrário, devemos levantar nossas vozes, defender nossos valores e dar testemunho cristão com nossa postura e coragem, recuperando o nosso lugar na Criação, sendo mulheres em toda a nossa plenitude.

Via Kevin Eger

NÃO ORE PARA NAMORAR

Se você é cristão, talvez o termo “orando juntos” soe familiar, mas se você não é, bem, deixe eu tentar te explicar: este é o status que duas pessoas assumem quando elas se gostam e decidem ouvir a opinião de Deus a respeito do assunto – orando juntas. Até aí parece que está tudo bem, orar não é o problema (na verdade é a solução!). O que me ocorre é que essa prática vem sido aplicada de forma equivocada, parece que a oração está entrando em campo aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo.

Quando duas pessoas tomadas pela ansiedade e pelo medo de “perder” a pessoa que elas gostam decidem orar juntas, elas comprometem o coração uma da outra de uma forma intensa e submersa em expectativas. Esse comprometimento acontece automaticamente, não tem como evitar. Quando assumimos o compromisso de “orar juntos”, o nosso coração já está na outra pessoa e o nosso desejo é que esse namoro seja da vontade de Deus. Mas aí eu te pergunto: e se não for? E se Deus responder que não é isso que Ele tem para mim ou para você? E se Deus mostrar que não passa de uma carência numa outra área das nossas vidas que estamos tentando compensar num relacionamento amoroso? Como vamos resolver o problema, jogando um “Deus não quis” para a outra pessoa?

Pois bem, as coisas não são tão simples assim quando lidamos com os nossos sentimentos, quiçá com os sentimentos do outro. Criar expectativas que você não consegue suprir é defraudação emocional. Como ficam ambos os corações nessa história toda? É preciso respeitar a individualidade do outro e entender que se declarar e gerar expectativas, sem ter uma resposta da parte de Deus, é cruel. A falta do comprometimento real só nos direciona a um caminho: cobrança, medo, desconfiança e, principalmente, insegurança.

Jesus nos convida a viver pela fé, inclusive nessa área. Faz parte do desafio sermos movidos pela fé e convicção, não pelos nossos desejos, carências ou nossos medos (neste caso o medo de “ficar sozinho”, por exemplo). Afinal, tudo o que não provém da fé é pecado (Rm 14:23). Precisamos viver como cristãos, que realmente creem que o mesmo Deus que cuida de todas as outras áreas das nossas vidas, se preocupa e cuida dessa área também.

Finalmente, o que queremos saber é: temos que orar para namorar? A resposta é sim. Mas isso deve ser feito antes de falar com quem gostamos e antes de dar início a um compromisso-sem-compromisso. É preciso refletir e perguntar ao nosso Pai que nos conhece melhor do que ninguém quais são as motivações do nosso coração. É desta forma que encontraremos convicções em Deus suficientes para decidir compartilhar nossos sentimentos com alguém. Ore antes de namorar, mas não ore – junto – para namorar.

Texto: Ana Paula P e Jordana Xavier.

Via: República

Quando a Dory me lembrou de Deus

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A peixinha mais famosa do cinema está de volta! O filme “Procurando Dory” chega hoje as telonas e é, sem dúvidas, um dos filmes mais esperados pelas crianças (e adultos). Em “Procurando Nemo”, Dory ajudou ao peixe Marlin, a encontrar o seu filho Nemo que havia sido levado por mergulhadores. Desta vez, é a Dory que está à procura de sua família. Mas hoje não quero escrever uma crítica ao filme. Hoje quero falar de Deus! Mas o que tem a ver a Dory com Deus? Calma, eu já explico.

Para quem conhece a Dory, sabe que ela sofre de perda de memória recente, ou seja, em questão de segundos ela esquece tudo o que fez, ouviu, disse e viveu, e isso é que torna a personagem ainda mais cômica e única. Pois bem, é nesse ponto que eu queria chegar. Em uma recente homilia, o Papa Francisco disse: “na confissão, é verdade, há um juízo, porque o sacerdote julga, dizendo: ‘erraste nisto, fizeste…’. Mas é mais do que um juízo: é um encontro, um encontro com o Deus bom que perdoa sempre, que perdoa tudo, que sabe festejar quando perdoa e que esquece os teus pecados quando te perdoa”. Deus ESQUECE os meus, teus, vossos, os nossos, pecados! Um coração verdadeiramente arrependido, que se apresenta num confessionário buscando a reconciliação com Deus, tem em resposta a alegria do coração do Pai e a sua alma lavada pela misericórdia de Deus que tudo perdoa, e perdoando, esquece.

Costumamos comparar a nossa forma de perdoar, com a maneira única de Deus. Nós, mesmo quando perdoamos alguém, não esquecemos a dor ou o incômodo que aquela pessoa nos causou e por vezes pensamos que Deus é assim. Vamos ao confessionário arrependidos, recebemos a absolvição e mesmo assim, ficamos remoendo os pecados passados. Mas Deus não age dessa forma.

O amor de Deus é sempre fiel e constante. Ele não muda de acordo com as nossas faltas e acertos, mas desde sempre e para toda a eternidade o seu amor nos acompanha. E é uma profunda experiência com esse amor que tudo perdoa, que nos faz acreditar e ter esperança no futuro, na eternidade, onde não haverá dor e nem ranger de dentes.

Diferente da Dory que esquece tudo sem querer, Deus escolhe esquecer as nossas faltas por muito nos amar. Em Miqueias 7,18-19 diz:

“Qual deus é como tu, que tira a culpa e perdoa o crime, que não guarda para sempre a sua ira, porque prefere o amor? Manifesta novamente a tua misericórdia por nós, calca os pés as nossas faltas e lança no fundo do mar todos os nossos pecados”.

O Senhor lança os nossos pecados nesse mar de misericórdia e os apaga, deleta, esquece, dando-nos uma página em branco para um novo recomeço. E para completar, é Ele que vem ao nosso encontro para que reatemos um relacionamento com Ele. Na Sua humildade, mesmo sabendo que estamos errados, ele se abaixa para nos alcançar, para relacionar-se conosco, para constranger-nos mais uma vez o seu amor incondicional.

Há mais uma pequena semelhança entre Dory e Deus. A Dory não teme envolver-se com os bichinhos diferentes da espécie dela, e faz de tudo para comunicar-se com eles. Um exemplo disso é o conhecido “baleiês”. Deus, da mesma forma, não mede esforços para se comunicar conosco. Seja com a sua Palavra, seja pelas situações, seja pela boca de um irmão ou a vida de um santo. Em tudo Ele deseja nos comunicar o seu amor, para que assim possamos comunicá-lo aos outros.

Que jamais esqueçamos desse amor e misericórdia que nos transforma. Dizia São João Paulo II: “perdoar é amar até o fim”, e é dessa forma que Ele nos ama.

Ps.: Quando cair, não desista! Mergulhe no mar da misericórdia de Deus e “continue a nadar”.

Mayara Raulino

Via: Com. Shalom

Cruz de Cristo, cruz do mundo!

Está próxima a Páscoa. Jesus, o Filho de Deus humanizado, passando pelo vale da morte, saiu deste mundo e passou (fez a Passagem, a Páscoa) para o Pai. Este caminho do Senhor Jesus não é um fato particular entre tantos deste nosso mundo; é o fato, o caminho fundamental, que dá sentido à história e à vida do homem neste mundo. A morte e ressurreição de Jesus são a chave para compreender a realidade humana.

Sexta-Feira Santa. Um homem, o santo Filho de Deus macerado na cruz. Toda maldade humana, todo absurdo do mundo, toda falta de sentido caem sobre Ele. No Justo crucificado ante o silêncio de Deus, que nada faz para salvá-Lo, aparece todo drama do mundo. Por que tanta dor e injustiça? Por que o bem parece tão impotente? Por que Deus permite? Por que Se cala? Será que não vê? Será que não existe? Na cruz de Cristo está simbolizado todo o drama do mal do mundo… Mal sem explicação, que desmoraliza, nos faz sofrer…

Sábado Santo: o Justo morto entrou no estado de aniquilamento total: Jesus “desceu” à morte, àquela situação de nadificação, de nada, com tudo que ela tem de dramático, de amedrontador, de amargo: experimentou a nossa “morte de pecado”. Deus não O salvou e Ele desceu à morada dos mortos… Silêncio de Cristo, silêncio de Deus, silêncio triste do coração do homem, que se sente sozinho, incapaz, abandonado, diante do mal do mundo…

Domingo de Páscoa: Deus, o Pai, que Se calou na Sexta, que parecia ausente no Sábado, agora toma a palavra: derrama sobre Seu Filho entregue e abandonado toda a potência vivificante do Espírito Santo. O Filho é arrancado da morte, o “Filho-feito-homem” entra na glória e na plenitude do Pai, pleno do Espírito Santo! Aquele que parecia derrotado, abandonado por Deus, agora é Senhor e Cristo, Senhor do universo, Senhor da história, sentido e esperança de todas as coisas! O Pai julgou o pecado do mundo: ao ressuscitar o Filho Jesus, o Pai desmascara o pecado, o Pai deixa claro que não é conivente com a maldade: se Ele Se calou na Sexta e no Sábado, no Domingo revelou toda a Sua glória e toda a Sua justiça, ressuscitando Jesus e Dele fazendo cabeça da nova criação e início de uma humanidade ressuscitada, de um mundo novo!

Vamos celebrar a Páscoa; ela já se aproxima! Não se trata de uma simples recordação! Celebrando-a, entramos em contato com a própria vitória de Cristo e enchemos a nossa vida de esperança. A Páscoa não é teoria, não é crença morta! Ela é a experiência que dá sentido à história do mundo e à nossa história. No Crucificado que ressuscitou, sabemos que toda dor e tristeza humanas estão redimidas!

Dom Henrique Soares

O Padre Pio e os anjos da guarda

O Padre Pio, durante sua vida, teve encontros com anjos e chegou a conhecê-los bem. E também recebeu locuções interiores que teve de discernir de quem vinham e como deveria agir com relação a elas.

Em uma carta escrita em 15 de julho de 1913 a Anitta, ele oferece uma série de valiosos conselhos sobre como agir com relação ao anjo da guarda, às locuções e à oração.

Querida filha de Jesus:

Que o seu coração sempre seja o templo da Santíssima Trindade, que Jesus aumente em sua alma o ardor do seu amor e que Ele sempre lhe sorria como a todas as almas a quem Ele ama. QueMaria Santíssima lhe sorria durante todos os acontecimentos da sua vida, e abundantemente substitua a mãe terrena que lhe falta.

Que seu bom anjo da guarda vele sempre sobre você, que possa ser seu guia no áspero caminho da vida. Que sempre a mantenha na graça de Jesus e a sustente com suas mãos para que você não tropece em nenhuma pedra. Que a proteja sob suas asas de todas as armadilhas do mundo, do demônio e da carne.

Você tem uma grande devoção a esse anjo bom, Anita. Que consolador é saber que perto de nós há um espírito que, do berço ao túmulo, não nos abandona em nenhum instante, nem sequer quando nos atrevemos a pecar! E este espírito celestial nos guia e protege como um amigo, um irmão.

É muito consolador saber que esse anjo ora sem cessar por nós, oferece a Deus todas as nossas boas ações, nossos pensamentos, nossos desejos, se são puros.

Pelo amor de Deus, não se esqueça desse companheiro invisível, sempre presente, sempre disposto a nos escutar e pronto para nos consolar. Ó deliciosa intimidade! Ó deliciosa companhia! Se pudéssemos pelo menos compreender isso…!

Mantenha-o sempre presente no olho da sua mente. Lembre-se com frequência da presença desse anjo, agradeça-lhe, ore a ele, mantenha sempre sua boa companhia. Abra-se a ele e confie seu sofrimento a ele. Tome cuidado para não ofender a pureza do seu olhar. Saiba disso e mantenha-o bem impresso em sua mente. Ele é muito delicado, muito sensível. Dirija-se a ele em momentos de suprema angústia e você experimentará sua ajuda benéfica.

Nunca diga que você está sozinha na batalha contra os seus inimigos. Nunca diga que você não tem ninguém a quem abrir-se e em quem confiar. Isso seria um grande equívoco diante desse mensageiro celestial.

No que diz respeito às locuções interiores, não se preocupe, tenha calma. O que se deve evitar é que o seu coração se uma a estas locuções. Não dê muita importância a elas, demonstre que você é indiferente. Não despreze seu amor nem o tempo para essas coisas. Sempre responda a estas vozes:

“Jesus, se és Tu quem está me falando, permite-me ver os fatos e as consequências das tuas palavras, ou seja, a virtude santa em mim.”

Humilhe-se diante do Senhor e confie nele, gaste suas energias pela graça divina, na prática das virtudes, e depois deixe que a graça aja em você como Deus quiser. É a virtude que santifica a alma, e não os fenômenos sobrenaturais.

E não se confunda tentando entender que locuções vêm de Deus. Se Deus é seu autor, um dos principais sinais é que, no instante em que você ouve essas vozes, elas enchem sua alma de medo e confusão, mas logo depois a deixam com uma paz divina. Pelo contrário, quando o autor das locuções interiores é o diabo, elas começam com uma falsa segurança, seguida de agitação e um mal-estar indescritível.

Não duvido em absoluto de que Deus seja o autor das locuções, mas é preciso ser cautelosos, porque muitas vezes o inimigo mistura uma grande quantidade do seu próprio trabalho através delas.

Mas isso não deve assustá-la; a isso foram submetidos os maiores santos e as almas mais ilustradas, e que foram acolhidas pelo Senhor.

Sacerdotes para a Igreja e para o mundo

Já afirmei, mais abaixo, que este IV Domingo da Páscoa a Igreja sempre nos faz escutar algum trecho do capítulo 10 do Evangelho de São João. Aí Jesus Se nos apresenta como a Porta do redil das ovelhas e como o Bom Pastor. Por isso mesmo, este Domingo é chamado comumente de Domingo do Bom Pastor; é também dia de oração pelas vocações sacerdotais.
Hoje não é dia do padre, não é dia do Bispo, não é dia do Papa… Não inventemos estas coisas, que distraem e dispersam do essencial! Hoje é dia de contemplar o Cristo morto e ressuscitado, Bom Pastor: “Ressuscitou o Bom Pastor, que deu a vida por Suas ovelhas e quis morrer pelo rebanho. Aleluia!” – reza a Liturgia Sagrada!
Rezemos hoje para que muitos jovens escutem o chamado do Senhor e, em meios às vicissitudes da vida, em meio aos escândalos reais ou forjados por um mundo hipócrita, saibam os que foram chamados ao sacerdócio, dizer um “sim” generoso, cheio de total confiança no Senhor e de amor à Igreja, nossa Mãe católica, santa Esposa do Cordeiro.
Que nossos jovens descubram a beleza indizível
de ser padre,
de ser outro Cristo,
de ser homem de Deus,
presença de Jesus Cristo entre os irmãos:
Cristo que dá vida no Batismo,
que perdoa na Confissão,
Cristo que santifica o amor humano no Matrimônio,
que conforta na doença pela Unção dos Enfermos,
Cristo que Se oferece como sacrifício ao Pai e alimento aos irmãos na Eucaristia! Ser padre:
ser no mundo sinal de Cristo,
presença de Cristo que aconselha,
que acolhe, que socorre,
que exerce a misericórdia,
que mostra o caminho!
Que muitos jovens possam, sem medo e sem divisão de coração, consagrar toda a vida a Jesus pelo celibato fiel e generosamente vivido, sendo sinal do mundo que há de vir, quando “nem eles se casam nem elas se dão em casamento!”
Rezemos, caríssimos meus no Senhor, rezemos pelas vocações:
que o Senhor nos envie os padres santos e sábios de que a Igreja tanto precisa: homens totalmente para Deus, homens totalmente para os irmãos,
homens que tenham profunda consciência da santidade do sacerdócio,
homens fidelíssimos a Cristo e à Sua Igreja católica,
homens de plena e leal comunhão e obediência ao Papa e aos Bispos em comunhão com ele!
Eis os padres que agradam a Deus,
eis os padres de que a Igreja precisa,
eis os padres que orgulham o Povo de Deus,
eis os padres que serão sinais de Cristo luz do mundo!
Via Henrique Soares da Costa