Jihadista do Estado Islâmico mata a própria mãe, em público, após ela pedir que abandonasse o grupo

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) informou nesta sexta-feira (8) que um jihadista sírio de 20 anos matou em público a própria mãe após ela tentar convencê-lo a abandonar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

Leena Al-Qasem, de 40 anos, viajou os 50 quilômetros entre Tabaqa, onde residia, e Raqqa, reduto do EI na Síria, para pedir que Ali Saqr retornasse para casa. A mãe temia pela morte do jovem em um dos bombardeios à cidade realizados pela coalização internacional liderada pelos Estados Unidos.

O terrorista lutou ao lado do Exército Sírio Livre e também da Frente Al-Nosra, braço sírio da Al-Qaeda, antes de unir-se ao EI. De acordo com o OSDH, ele relatou o pedido da mãe aos superiores, que determinaram a detenção da mulher por abandono da fé.

Após a prisão, o jovem foi incumbido de matar Lina com um tiro na cabeça em uma praça, diante de quase 100 pessoas, dando mais uma prova das crueldades que o grupo, que se diz religioso, é capaz de fazer.

O Observatório contabilizou cerca de 50 “crimes” que a monstruosa doutrina do Estado Islâmico pune com a morte, entre eles adultério, homossexualidade, zoofilia e “exposição dos órgãos genitais”.

O EI comete com frequência todo tipo de atrocidades, que vão da destruição de monumentos considerados patrimônio mundial da humanidade até as execuções por decapitação ou a escravidão e agressões sexuais.

Via Ucho.info

Tropa de elite do Estado Islâmico se rende ao exército sírio

Uma fonte exclusiva da Inteligência militar da Síria revelou à Sputnik que um destacamento inteiro das “forças de operações especiais” do Estado Islâmico se rendeu nesta quinta-feira (29) às forças do governo sírio na província de Quneitra, na região das Colinas de Golã.

“No decorrer de uma operação especial bem-sucedida na província de Quneitra um destacamento inteiro das forças de operações especiais do EI se rendeu ao exército do governo. Durante combates brutais próximo ao povoado Khan Arnab mais de 50 terroristas foram cercados e baixaram suas armas após a morte de seu comandante Mujahid ibn Zara” – disse o interlocutor da agência.

Nas suas palavras, grande parte dos terroristas rendidos passou por um intenso treinamento militar em campos de treinamento dos EUA no território da província de Deir ez-Zor, no leste da Síria, aprendendo técnicas avançadas de sabotagem, trabalho com explosivos, orientação em campo de batalha e transferência de coordenadas de localização.

O destacamento chegou a promover diversos atos terroristas de grande proporções na cidade de El Hasaka, no nordeste do país, e minou prédios do governo em Damasco, acrescentou a fonte.

“Entre os prisioneiros também foram identificados combatentes treinados num campo perto da cidade de Al-Dar al-Kabir, no oeste da Síria. Um deles confessou que o seu grupo concluiu um curso especial voltado para sistemas de segurança de instalações estratégicas do exército sírio e estava planejando promover amplas sabotagens em posições e unidades do exército sírio equipados com sistemas de mísseis tático-operacionais Scud [R-300]” – acrescentou o interlocutor.

Via Sputnik News

“Deus nos salvou dos monstros do Estado Islâmico”, narra refugiada no Iraque

Início » Notícias » Mundo

“Deus nos salvou dos monstros do Estado Islâmico”, narra refugiada no Iraque

Por Blanca Ruiz

88318

 

MADRI, 09 Set. 15 / 08:00 am (ACI).- A plataforma MásLibres.org, entidade que defende a liberdade religiosa dos cristãos onde eles são perseguidos, esteve durante os últimos quinze dias no Curdistão iraquiano. Além de trabalhar ajudando os refugiados, também produziram diversos vídeos através dos quais mostram a realidade destas pessoas obrigadas a deixar tudo para evitar a morte nas mãos do Estado Islâmico.

Este foi o caso de Waffa, uma jovem que, apesar de ter perdido tudo, agradece a Deus porque ela e sua família saíram vivos depois da fuga. “Dou graças a Deus porque o ISIS não assassinou as nossas crianças, nenhum dos nossos filhos ou os homens”. “Deus nos salvou daqueles monstros”.

Os doze voluntários espanhóis da plataforma MásLibres.org, voltam a Madri depois de conviver no Curdistão iraquiano com refugiados perseguidos pelo Estado Islâmico. Segundo afirmaram a situação “é devastadora e clama por uma solução que permita retornar aos seus lugares de origem”.

Em um dos vídeos feitos por maislibres.org, Waffa nos dá seu testemunho, a jovem é uma das muitas refugiadas cujos voluntários do projeto #CampamentoIrak estiveram durante estes dias.

“Não quero ir embora do meu Iraque, porque amo o meu país. Inclusive passando por estes momentos tão ruins, muito difíceis para todos, quero voltar para minha cidade. Mas sei que se retornamos será muito difícil, porque nossos povos e provavelmente muitas casas foram destruídas; terão saqueado nossos pertences, mas começaremos uma nova vida e trabalharemos para levantar nossos povoados”, afirmou a jovem que foi obrigada a fugir da cidade de Qaraqosh.

Posteriormente passou por Kirkuk e por Erbil, e finalmente reencontrou-se com sua família.

Via ACI Digital

Estado Islâmico ameaça acabar com cristãos e judeus de todo o mundo

Embora muitos líderes mundiais, como a presidente Dilma Rousseff, defenda que poderia haver alguma chance de diálogo com o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), essa premissa se mostra impossível.

Em outubro de 2014, o EI declarou que os cristãos eram seus maiores inimigos, embora nenhum grupo cristão tenha atacado os muçulmanos extremistas. Porém, o porta-voz do grupo, Abu Muhammad al-Adnani, enfatizou que eles preparam uma “limpeza religiosa” de escala mundial para os próximos anos.

“O Estado Islâmico é apenas 1% do movimento islâmico no mundo. Mas este 1% tem o poder de um tsunami nuclear. É incrível”, disse o jornalista alemão Juergen Todenhoefer, que conseguiu viver entre os jihadistas por algum tempo.

Os líderes do EI vêm amaçando constantemente os países que fazem parte da coalização que luta contra eles na Síria e no Iraque. Pediram inclusive que os muçulmanos que vivem nesses países lutem contra as autoridades em nome de Alá. “Quebre a cabeça deles com uma pedra, ou mate-os com uma faca, ou atropele-os com seu carro, ou derrube-os de um lugar alto, ou sufoque-os, ou envenene-os… você pode destruir tanto seu sangue quanto sua riqueza”, ensinaram em um vídeo divulgado na internet.

Convictos que estão lutando (e vencendo) a batalha do final dos tempos, o EI agora emitiu uma nova mensagem que ameaça tanto judeus como cristãos de todo mundo. “Assim que essa campanha de cruzadas acabar aqui, depois, se Deus quiser, nos encontraremos em Jerusalém e depois atacaremos Roma. Mas, antes, os exércitos da cruz serão derrotados em Dabiq”, insta o novo comunicado do EI divulgado esta semana.

Profecias dos escritos sagrados muçulmanos chamados de Hadith apontam para a batalha de Dabiq como o marco do “fim do mundo”. Também ensina que o Apocalipse será anunciado pela guerra em Damasco, capital da Síria, por um “anticristo”, chamado pelo Islã de ad-Dajjal.

Esse ad-Dajjal declarará uma grande guerra até ser derrotado após o surgimento de uma figura messiânica chamada de “Madhi”. Esse poderoso guerreiro se levantará na Arábia Saudita, na cidade sagrada de Meca, onde reunirá seu exército. Receberá então o apoio de Jesus Cristo que, segundo o Hadith, aparecerá “em algum momento durante o final dos dias”.

Com o nome de “Morra na sua raiva”, a mensagem desta semana mostra que os jihadistas apostam que mais voluntários farão ataques em nome do EI fora do Oriente Médio. “Prometemos aos cristãos que vão continuar a viver em estado de terror, medo e insegurança”, afirma al-Adnani, no áudio difundido na internet. Lembrando de ataques de terroristas que agiram de forma independente no Canadá, Austrália e Bélgica. “Vocês ainda não viram nada”, finalizou.

Esse tipo de apelo já deu resultado na África, através dos ataques de grupos como Boko Haram e Al-shabab, além de outros menos conhecidos que atuam nessa rede internacional de terrorismo islâmico especialmente na Ásia e África. Reforça ainda que o ataque a uma cafeteria na Austrália realmente tinha ligação com o EI, embora as autoridades do país tenham negado.

Porém, com os ataques em Paris à redação do semanário Charlie Hebdo, ficou claro que nenhum país ocidental está a salvo. Ao exigir que os muçulmanos se unem e derrotem todos os “inimigos” em seu próprio território, virtualmente nenhuma nação está segura. No Brasil já foram identificados ativistas nas redes sociais e um homem andou pregando em favor do EI numa mesquita no Rio de Janeiro.

Via CPAD News

Arcebispo do Iraque suplica ao Ocidente: “Salvem-nos do Estado Islâmico! ”

O Arcebispo sírio-católico de Mossul (Iraque), Dom Youhanna Boutros Moshe, fez um chamado aos governos do mundo inteiro a aumentarem seus esforços para derrotar o Estado Islâmico (ISIS), para que eles devolvam as terras e as propriedades aos mais de 120 mil cristãos iraquianos exilados.

Após um ano que o ISIS invadiu Mossul, o Prelado pediu “às pessoas que têm a responsabilidade de resgatar as comunidades cristãs deslocadas, cujos membros desejam voltar para casa”.

Em uma entrevista com a organização internacional Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Arcebispo declarou: “A intervenção militar seria a ‘melhor opção’”.

“Pedimos a todos que pressionem aqueles que estão no poder, para que libertem o mais rápido possível todos os povos, para que possam voltar para suas casas e sigam com suas vidas”, assinalou o Arcebispo.

Os comentários do Arcebispo demonstram a frustração de numerosos clérigos do Oriente Médio com respeito à resistência do Ocidente de comprometer-se em uma ação em grande escala para enfrentar e vencer o extremismo na região, mas lamentavelmente esta ideia foi rejeitada por muitos líderes da Igreja.

Dom Moshe acrescentou: “Se o Ocidente fosse incapaz de redobrar seus esforços na luta contra o ISIS, deveria abrir suas portas aos cristãos e às outras minorias que procuram asilo”.

“Faço um chamado à comunidade internacional: Se não puderem proteger-nos, devem abrir-nos as portas para que possamos iniciar uma nova vida fora da nossa pátria. Entretanto, nós preferimos ficar no Iraque e estar protegidos aqui”, manifestou o Arcebispo.

Do mesmo modo, o Prelado comentou sobre sua situação: “Sou como alguém que está sonhando ou está bêbado. Não entendo o que está acontecendo ao meu redor. Isto é um pesadelo”.

Sobre as notícias relacionadas à destruição de objetos religiosos e Igrejas em Mossul, o Arcebispo indicou: “Não sabemos nada sobre as nossas Igrejas e monastérios, porque não temos ninguém em Mossul que nos ajude com esta informação. Todo o patrimônio cristão está em Mossul e em Qaraqosh”.

Via ACI Digital

Estas são as condições que o Estado Islâmico impõe aos cristãos para permanecerem na Síria

Os terroristas do Estado Islâmico criaram um “contrato de proteção” através do qual enumeram condições absurdas que os cristãos deverão cumprir para permanecer na Síria. O descumprimento de somente uma destas condições anula o acordo e converte aqueles que incorrem nessa “falta” em “inimigos de combate”.

O jornal Avvenire da Conferência Episcopal Italiana, informou que este “contrato” criado no dia 30 de agosto foi divulgado logo após de algumas informações sobre uma possível libertação de 270 sequestrados cristãos em Qaryatain, localizado na província de Damasco, e que ainda estão nas mãos dos jihadistas.

O “contrato de proteção” (aqd dhimma, em árabe) foi criado pelo líder máximo do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, e estabelece as seguintes condições:

·         Não construir novas igrejas nem conventos (mosteiros).

·         Não mostrar cruzes nem usar microfones durante as orações.

·         Não usar sinos.

·         Não agir contra do Estado Islâmico, alojando por exemplo espiões ou prófugos, com o dever de informar eventuais ações do inimigo.

·         Respeitar o islã e os muçulmanos.

·         Pagar a jizya: imposto para os não muçulmanos na terra do Islã, fixada em quatro denários de ouro para os ricos, dois para aqueles que têm menos e um para os pobres.

·         Estão proibidos de portar armas.

·         Está proibido vender porco e vinho aos muçulmanos.

·         Cumprir as regras impostas pelo ISIS sobre o código de vestimenta nas normas do comércio.

Via ACI Digital

Membro do Estado Islâmico: “Chegaremos a Roma e faremos execuções massivas na Praça de São Pedro”

image

A organização pela liberdade religiosa MasLibres.org publicou uma entrevista com um membro do Estado Islâmico, que assegurou que morrer por Alá é “o melhor destino que uma pessoa pode escolher”. “Convertam-se enquanto é tempo”, diz o terrorista.

O jovem muçulmano disse que caso não se convertam, “morrerão como infiéis. Essa é a lei de Alá. Nós sairemos vitoriosos. Chegaremos à Roma, à Praça de São Pedro e faremos execuções massivas de infiéis”.

A fim de proteger a segurança do repórter que realizou a entrevista, não puderam entrar em detalhes sobre sua realização, explicou Maslibres.org ao Grupo ACI. Mas, garantem que a entrevista foi feita há mais de um mês, quando os muçulmanos celebravam o Ramadã, e foi conduzida por uma equipe que está no Oriente Médio.

 Além desta entrevista, oferecem também imagens das atividades deste membro do grupo terrorista que são fotogramas do documentário.

O terrorista nasceu na Alemanha e tem nacionalidade polonesa, é conhecido como Adam A1 N e se considera como um “servidor de Deus, um crente fiel ao único deus”. Sua mãe é polonesa e católica e ela a considera “infiel”, enquanto seu pai é palestino procedente de Jordânia.

“Farei qualquer coisa por Alá e, se tiver que me converter em mártir, será o melhor destino que ele escolherá para mim. Ser crente é uma aventura maravilhosa na minha vida. Tinha quinze anos quando meus olhos se abriram para ver o único Deus. Então entendi a palavra de Alá dizendo que os infiéis são piores que animais”, afirmou.

Segundo expressou, uniu-se à organização terrorista de Ahrar Al Sham Abu Omer Al Shami durante uma viagem em 2012 na Síria. Posteriormente se uniu ao exército do califa Al Baghdadi, do Estado Islâmico. Ali, foi treinado e participou dos assaltos das cidades de Aleppo, Azas e Raqqa.

 Depois de estar oito meses no Estado Islâmico, voltou para a Alemanha para visitar sua mãe, pois estava doente. Foi deportado à Polônia pelo Serviço Federal de Inteligência, acusado de terrorismo.

O jovem assegurou ainda que permanecerá no Estado Islâmico “servindo com seus irmãos”.

Durante suas declarações, afirmou que nos ataques nos quais participou viu “a mão de Alá e seus milagres”.

“Quando estive lutando na Síria pude presenciar muitos milagres feitos por Alá. O sangue do meu companheiro de combate que morreu nos meus braços exalava um aroma do paraíso. Senti uma enorme alegria por estar com ele enquanto morria”, recordou.

Em seguida, Adam A1 N comentou que não quer viver na Polônia, “porque lá as pessoas são escravas”. “Quero ser livre dentro do Estado Islâmico”, ressaltou.

“Convertam-se enquanto é tempo”, adverte o jovem terrorista. Caso contrário, ameaça: “morrerão como infiéis. É a lei de Alá. Nós sairemos vitoriosos. Chegaremos à Roma, à Praça de São Pedro e faremos execuções massivas de infiéis”.

O jovem assinala que faz parte da fé islâmica porque é “a religião da verdade” e que “hoje em dia Jesus seria muçulmano”.

Via ACI Digital