TENHAM FILHOS

maxresdefault-2“Se eu pudesse dar só um conselho para os meus amigos, seria esse: tenham filhos. Pelo menos um. Mas se possível, tenham 2, 3, 4… Irmãos são a nossa ponte com o passado e o porto seguro para o futuro. Mas tenham filhos.

Filhos nos fazem seres humanos melhores. 

O que um filho faz por você nenhuma outra experiência faz. Viajar o mundo te transforma, uma carreira de sucesso é gratificante, independência é delicioso. Ainda assim, nada te modificará de forma tão permanente como um filho.

Esqueça aquela história de que filhos são gastos. Filhos te tornam uma pessoa com consumo consciente e econômica: você passa a comprar roupas na Renner e não na Calvin Klein, porque no fim, são só roupas. E o tênis do ano passado, que ainda tá novinho e confortável, dura 5 anos… Você tem outras prioridades e só um par de pés.

Você passa a trabalhar com mais vontade e dedicação, afinal, existe um pequeno ser totalmente dependente de você, e isso te torna um profissional com uma garra que nenhuma outra situação te daria. Filhos nos fazem superar todos os limites.

Você começa a se preocupar em fazer algo pelo mundo. Separar o lixo, trabalho comunitário, produtos que usam menos plástico… Você é o exemplo de ser humano do seu filho, e nada pode ser mais grandioso que isso.

Sua alimentação passa a importar. Não dá pra comer chocolate com coca-cola e oferecer banana e água pra ele. Você passa a cuidar melhor da sua saúde: come o resto das frutas do prato dele, planta uma horta pra ter temperos frescos, extermina o refrigerante durante a semana. Um filho te dá uns 25 anos a mais de longevidade.

Você passa a acreditar em Deus e aprende como orar. Na primeira doença do seu filho você, quase como instinto, dobra os joelhos e pede a Deus que olhe por ele. E assim, seu filho te ensina sobre fé e gratidão como nenhum padre/pastor/líder religioso jamais foi capaz.

Você confronta sua sombra. Um filho traz a tona seu pior lado quando ele se joga no chão do mercado porque quer um pacote de biscoito. Você tem vontade de gritar, de bater, de sair correndo. Você se vê agressivo, impaciente e autoritário. E assim você descobre que é só pelo amor e com amor que se educa. Você aprende a respirar fundo, se agachar, estender a mão para o seu filho e ver a situação através de seus pequenos olhinhos.

Um filho faz você ser uma pessoa mais prudente. Você nunca mais irá dirigir sem cinto, ultrapassar de forma arriscada ou beber e assumir a direção, pelo simples fato de que você não pode morrer (não tão cedo)… Quem é que criaria e amaria seus filhos da mesma forma na sua ausência?! Um filho te faz mais do que nunca querer estar vivo.

Mas, se ainda assim, você não achar que esses motivos valem a pena, que seja pelo indecifrável que os filhos têm.

Tenha filhos para sentir o cheiro dos seus cabelos sempre perfumados, para ter o prazer de pequenos bracinhos ao redor do seu pescoço, para ouvir seu nome (que passará a ser mãmã ou pápá) sendo falado cantado naquela vozinha estridente.

Tenha filhos para receber aquele sorriso e abraço apertado quando você chegar em casa e sentir que você é a pessoa mais importante do mundo inteirinho pra aquele pequeno ser. Tenha filhos para ganhar beijos babados com um hálito que listerine nenhum proporciona. Tenha filhos para vê-los sorrirem como você e caminharem como o pai, e entenda a preciosidade de se ter uma parte sua solta pelo mundo. Tenha filhos para re-aprender a delícia de um banho cheio de espuma, de uma bacia de água no calor, de rolar com o cachorro, de comer manga sem se limpar.

Tenha filhos.

Sabendo que muito pouco você ensinará. Tenha filhos justamente porque você tem muito a aprender. Tenha filhos porque o mundo precisa que nós sejamos pessoas melhores ainda nessa vida.”

Bruna Estrela

Adotados por homossexuais agradecem Dolce e Gabbana por sua defesa da família composta por pai e mãe

ROMA, 18 Mar. 15 / 03:40 pm (ACI).- Seis pessoas criadas por casais homossexuais enviaram uma carta aos estilistas italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana para exortá-los a continuar defendendo a família natural e o direito das crianças a terem uma mãe e um pai, apesar dos ferozes ataques de parte da comunidade gay internacional que, através do cantor Elton John, lançou um boicote contra a sua marca de roupa e que visa destruir a sua reputação.

A carta foi publicada em asktheBigot.com e os assinantes são cinco mulheres e um gay, vários deles autores de livros que abordam a problemática da criação de crianças em lares homossexuais. “Vocês demonstraram ser extremamente corajosos. Vocês nos deram uma grande inspiração para preparar cartas e envia-las à Corte Suprema contra o matrimônio gay”, expressaram.

À continuação, a íntegra da carta:

Estimados Dolce e Gabbana,

Saudações dos Estados Unidos. Os seis assinantes desta carta fomos todos criados por pais e mães gays e lésbicas. Cinco de nós somos mulheres e um é gay, embora todos criamos nossos filhos com seus pais do sexo oposto.

Queremos agradecer-lhes por darem voz a algo que aprendemos por experiência: Todo ser humano tem uma mãe e um pai, e cortar isso da vida de uma criança significa roubar a sua dignidade, humanidade e igualdade.

Sabemos que os pais homossexuais podem ser amorosos, dado que amamos os nossos pais e eles nos amam. Não obstante, todos nós experimentamos em primeira pessoa a dura reação que segue quando se questiona a visão dominante da “paternidade homossexual” como universalmente positiva.

Sabemos que chegarão a estar sob uma tremenda pressão, especialmente agora quando na Itália e Estados Unidos estão sendo empurrados para ignorar a nossa preocupação pelos nossos direitos a ter uma mãe e um pai, com o fim de agradar ao poderoso lobby gay.

Ninguém recebe ataques mais ferozes de parte do lobby do que aqueles que vêm da própria comunidade gay e questionam as suas políticas: filhos de casais homossexuais, tanto como os gays que os defendem (como vocês dois).

O mais provável é que muitos na comunidade internacional tentem conseguir cancelar os seus espetáculos, censurar os seus anúncios e destruir a sua reputação na internet.

Vocês demonstraram ser extremamente corajosos. Vocês nos deram uma grande inspiração para preparar cartas e envia-las à Corte Suprema contra o matrimônio gay.

Queremos elogiar a sua coragem e agradecer-lhes por sua inspiração. Também imploramos que não se rendam quando a reação violenta cresça em intensidade. Se vocês se retratarem e se desculparem pelo que disseram, deixarão as crianças de lares homossexuais ainda mais vulneráveis e desacreditadas.

É importante para o nosso bem e para o bem das crianças italianas que não se desculpem ou repensem. Por favor, apoiem a ideia de que todas as crianças precisam estar unidas com suas mães e pais. É um direito humano.

Se podemos ajudá-los de algum jeito, por favor, faça-nos saber. Nem todos somos cristãos, mas queremos enviar a vocês as nossas bençãos e prometer-lhes que seremos compradores por toda a vida de Dolce e Gabbana a partir de agora.

Heather Barwick, colaboradora de Federalista

Rivka Edelman, Co-autora do Jephthah’s Daughters: Innocent Casualties in the War for Family Equality”

Katy Faust, redatora em asktheBigot

Robert Oscar Lopez, Co-autor do Jephthah’s Daughters: Innocent Casualties in the War for Family Equality”

Denise Shick, autora do “My Daddy’s Secret”

Dawn Stefanowicz, autora de “Fuori Dal Buio: La Mia Vita Con Un Padre Gay”.
Via ACI DIgital

Por que a família natural é melhor para os indivíduos e para a sociedade

É comum ouvir dizer: “muitos jovens, infelizmente, sucumbiram aos ídolos mundanos do prazer, do dinheiro e do poder”; “eles estão muito apaixonados por si mesmos e não sabem se envolver com outras pessoas. Eles não querem se casar; ou, quando casam, não querem ter filhos”.

Bem, nós, católicos, podemos dizer a eles algumas coisas para que entendam que as famílias formadas de acordo com o plano de Deus vão lhes dar toda a felicidade que eles estão procurando.

Estamos totalmente comprometidos em promover o matrimônio sacramental e uma sólida vida de família. E, como antropólogos, nós já vimos em várias ocasiões que a verdade dos ensinamentos católicos pode ser demonstrada por estudos científicos. Nenhuma sociedade na história humana sobreviveu sem casamentos sólidos e sem uma sólida e natural vida de família. Nenhuma.

É claro que chegar até os jovens com esta mensagem é um tremendo desafio. É um desafio porque vivemos numa época em que muitas vozes na sociedade afirmam que o casamento e a família são meras convenções, construções sociais que podem ser reformuladas e reconstruídas da forma que bem quisermos. Essas vozes proclamam que a única coisa que importa é que duas pessoas se amem, não vindo ao caso se elas assinam ou deixam de assinar uma certidão de casamento nem se elas são ou não são pessoas de sexos diferentes.

Outras vozes afirmam que a família natural é obsoleta, uma coisa do passado que deve ser relegada às lixeiras da história. Outros ainda dizem que existem novas estruturas familiares que são tão boas quanto ou talvez até melhores do que a família natural. Muitos falam das vantagens de ser pais solteiros, de apenas morar junto com a namorada ou namorado, de se divorciar e voltar a casar tantas vezes quantas der vontade. Muitos elogiam os lares em que somente um dos pais biológicos está presente, acompanhado pela nova parceira ou parceiro; ou os lares em que nenhum dos pais biológicos está presente; ou até mesmo as “famílias” constituídas por uma única pessoa.

Uma família composta por um pai e uma mãe unidos em compromisso matrimonial para toda a vida e que criam os seusfilhos naturais e adotados em conjunto é algo que alguns enxergam como apenas uma das muitas opções familiares, e, talvez, nem sequer a melhor ou a mais comum de todas as alternativas. A Igreja, como bem sabemos, nos diz que toda criança merece ter o seu pai e a sua mãe juntos, em uma união sacramental que dure a vida inteira.

E as ciências sociais? O que elas têm a nos dizer sobre este assunto que é, sem dúvida, o cerne dos debates culturais do século 21?

O sociólogo mexicano Fernando Pliego resolveu examinar uma série de estudos técnicos para tentar entender se as atuais estruturas múltiplas de família produzem o mesmo nível de bem-estar para os seus membros e para a sociedade. Ele reuniu abrangentes e confiáveis estudos sobre a composição familiar realizados em 13 países democráticos espalhados pelos cinco continentes. Pliego encontrou ao todo 351 estudos, todos alicerçados em censos, pesquisas nacionais e estudos científicos de no mínimo 800 casos familiares para comparar as diferentes estruturas de família. O material examinado por ele continha 3.318 análises estatísticas de dados sobre a saúde, a educação, a pobreza, o acesso a serviços básicos, a violência familiar, a violência sexual, os índices de suicídio e de dependência química, entre outros indicadores que comparavam a realidade encontrada nas várias estruturas familiares em questão.

Esses estudos, realizados em 13 países diferentes, de cinco continentes diferentes, apresentaram resultados que são surpreendentemente semelhantes e coerentes entre si. Quase todos os estudos demonstram que, quando o pai e a mãe vivem juntos com seus filhos naturais e/ou adotados, os benefícios para a família são notavelmente superiores. Os membros dessas famílias tradicionais gozam de melhor saúde física, sofrem menos doenças mentais, têm maior renda e conseguem empregos mais estáveis. Esses pais e seus filhos têm melhores condições de moradia, desfrutam de relacionamentos mais amorosos e mais cooperativos e protagonizam menos casos de violência física ou sexual. Além disso, quando os laços entre os pais e os filhos são mais positivos, a incidência do uso de drogas, álcool e tabaco é menor, as crianças são mais sociáveis e mais cooperativas, cometem menos delitos e apresentam um desempenho melhor na escola.

 

Via Aleteia

Papa lamenta interpretações equivocadas sobre a família

Cidade do Vaticano (RV) – O substituto da Secretaria de Estado do Vaticano, Dom Angelo Becciu, em entrevista ao jornal italiano Avvenire, revela que o Papa sentiu-se surpreso e triste diante das repercussões de sua declaração sobre a paternidade responsável durante a coletiva de imprensa no voo de volta a Roma, após a visita às Filipinas.

O Arcebispo Becciu, um dos mais próximos colaboradores do Papa – e que estava presente no encontro com os jornalistas – disse que Francisco sentiu-se surpreso ao ler os jornais do dia seguinte nos quais “as suas palavras, voluntariamente expressas com a linguagem de todos os dias, não tivessem sido plenamente contextualizadas”, disse Becciu. Francisco teria ainda expresso sua tristeza “pela desorientação” causada especialmente às famílias numerosas.

“Ao ler as manchetes dos jornais, o Papa, com quem eu falei ontem, sorriu e ficou um pouco surpreso com o fato de que suas palavras – propositalmente simples – não tivessem sido completamente contextualizadas de acordo com um trecho claríssimo da Encíclica Humanae Vitae sobre a paternidade responsável”, afirmou Becciu diante da interpretação dos jornais para as palavras do Papa que dominou as manchetes: “para ser bons católicos não é necessário fazer filhos como coelhos”.

Pensamento claro

Uma vez que o raciocínio do Papa era claro, mas a leitura fornecida pelos jornais, isolando uma só frase, nem tão clara assim, Dom Becciu esclarece: “A frase do Papa deve ser interpretada no sentido de que o ato de procriação no homem não pode seguir a lógica do instinto animal, mas deve ser fruto de um ato responsável com raízes no amor e na doação recíproca de si mesmo. Infelizmente, com muita frequência, a cultura contemporânea tende a diminuir a autêntica beleza e o valor do amor conjugal, com todas as consequências negativas que disso derivam”.

Portanto, Dom Becciu oferece uma interpretação correta sobre a paternidade responsável à luz da Humanae Vitae: “aquela que nasce do ensinamento do Beato Paulo VI e da tradição milenar da Igreja reiterada na Casti Connubii (encíclica publicada por Pio XI, em 1930). Ou seja: que, sem jamais dividir o caráter unitivo e procriativo do ato sexual, este deve se inserir sempre na lógica do amor na medida que a pessoa como um todo (física, moral e espiritual) abre-se ao mistério da doação de si mesma no vínculo do matrimônio.

Número ideal

Dom Becciu ressalta ainda que não existe um número “ideal” de filhos por casal, negando que o Papa teria expresso um conceito taxativo de “três filhos por casal”.  “O número três refere-se unicamente à quantidade mínima indicada pela sociologia e demografia para assegurar a estabilidade da população. De nenhuma maneira o Papa quis indicar que representasse o número ‘justo’ de filhos para cada matrimônio. Cada casal cristão, à luz da graça, é chamado a discernir de acordo com uma série de parâmetros humanos e divinos aquele que seria o número de filhos que deve ter”, arrematou o arcebispo.

Desorientação

Diante da desorientação provocada nas famílias numerosas à frente das versões fornecidas pelos jornais, Dom Becciu disse que o Papa ficou “realmente triste” com a inexatidão. “Francisco não queria absolutamente renegar a beleza e o valor das famílias numerosas”, declarou o substituto da Secretaria de Estado, lembrando que na Audiência Geral após o retorno da Viagem Apostólica, Francisco disse que “a vida é sempre um bem e que ter tantos filhos é um dom de Deus para o qual devemos agradecer”. (RB)

 

Via Radio Vaticano

Traga Deus para o seu namoro e terá um casamento feliz – Parte I (Jason and Crystalina Evert)

“Por que guardamos a inocência dos nossos filhos, mas não guardamos a nossa?”, questionou Jason.

Todos fomos criados para o amor, mas o mundo nos oferece o oposto, embora saibamos que tipo de amor nosso coração deseja. São José Cristóvão dizia que no relacionamento deve-se desejar a vida do outro mais do que a própria vida e deve-se estar unido a ele de tal forma a desejar que ele encontre o céu.

Castidade não é um conjunto de regras para não ir para o inferno, mas a construção de um caminho para o céu com a outra pessoa.

Frequentemente, ouvimos tudo aquilo que não devemos fazer no namoro: engravidar a namorada, fazer sexo com ela.Mas o que podemos fazer? Elaborei, então, uma lista com algumas formas de salvarmos o casamento antes mesmo de conhecermos o cônjuge.

Primeiro passo:

Em vez de ficarmos olhando para fora, procurando o amor, olhemos para dentro de nós. Há muitas coisas que precisam ser curadas em nós antes do casamento, como raiva, ciúmes e pornografia.

Pensamos que a pornografia não pode nos causar mal nenhum, mas o que estamos alimentando dentro de nós? Se nos treinarmos por anos a encontrar mulheres por meio da luxúria, não saberemos o que fazer no dia em que amarmos de verdade.

Muitas mulheres têm dificuldades com a modéstia. Quando Adão viu Eva pela primeira vez, ele a viu nua e louvou a Deus, porque viu a coisa mais bela do mundo! Nosso corpo é um convite para o amor, mas o pecado tenta nos tirar isso, ele quer nos apresentar o corpo como um convite à luxúria. Então meninas, nos ajudem!

Quero dizer de uma roupa específica: o biquini. Havia um francês que gostava de ver as roupas íntimas das mulheres e queria fazer com que elas as usassem em público. Ele criou uma roupa de banho parecida com as roupas íntimas, mas as mulheres não queriam usá-la. A primeira mulher que usou o biquini em público foi uma striper.

É difícil, hoje, dizer para as mulheres não usarem biquínis, mas, às vezes, precisamos dar passos para trás se quisermos viver a santidade.

Segundo passo:

Comece seu relacionamento com a amizade. As meninas podem fazer esta pergunta: Quem é esse rapaz? Como ele trata a sua mãe? O que as “ex” dele pensam a seu respeito? Como ele trata as meninas que não o atraem?

Os homens podem se perguntar: Quem é essa menina? Eu gosto dela ou ela me atrai somente? Quero que meus filhos cresçam como ela?

Terceiro passo:

Encare seus medos. O maior medo dos homens é começar um relacionamento. Temos medo de nos doarmos e nos comprometermos, mas a nossa liberdade existe para o amor.

A melhor homilia que já ouvi foi de um padre que perguntou quantas das meninas ali haviam sido convidas para sair. Ele passou a homilia toda encorajando os rapazes a dar passos em um relacionamento. Ele dizia que se os rapazes se sentiam chamados a namorar, que tivessem essa coragem.

As meninas têm medo de ficar sozinhas e, por isso, vão baixando sua moral. Chegam até a pensar que se forem puras, os rapazes não vão querer nada com elas. Assim, mudam o jeito de se vestir, de dançar. Mas a luxúria não satisfaz os homens. Algumas mulheres perdem a esperança; no entanto, o que elas precisam fazer é gastar tempo para serem curadas. Mulheres são ótimas em esconder seus problemas atrás da maquiagem, das roupas novas. Muitas têm medo de chorar e vão se contentando com falsas consolações.

Para curar uma dor, uma ferida, você precisa encarar as causas delas. Busque uma direção e tente curar-se, Deus escuta sua oração.

Quarto passo:

Quando namorar, você precisa pensar se este namoro é para casar; se não for, termine-o. Se você não tem valores para casar, nem comece! Faça uma lista das características que você quer que seu esposo (a) tenha. Uma das coisas mais importantes na lista da minha esposa, era que o rapaz amasse a Deus e desejasse, realmente, viver a castidade. Se você sabe o que quer, não vai aceitar qualquer coisa.
Fonte:http://eventos.cancaonova.com/…/traga-deus-para-o-seu-namo…/

(Homens Católicos)

Matrimônio: O que o Shrek e o Papa Francisco têm a nos ensinar.

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Quando algum jovem me pergunta como é a vida de casado, eu respondo: assista aos filmes do Shrek! Nessa quadrilogia, o casal mais zoado e esculhambado dos filmes de animação fala sério quando o papo é matrimônio. E o melhor: tudo isso com uma visão muito positiva sobre os filhos e a família. Juntos, Shrek e Fiona ajudam um ao outro a ser pessoas melhores!

O matrimônio é também um trabalho para realizar em cada dia, poderia dizer um trabalho artesanal, uma obra de ourivesaria, uma vez que o marido tem a tarefa de fazer com a sua esposa seja mais mulher, e a esposa tem o dever de fazer que com que o marido seja mais homem. É preciso crescer também em humanidade, como homem e como mulher. – Papa Francisco. Discurso aos Noivos. 14/02/2014

Acompanhe a seguir o que os quatro filmes de Shrek podem nos ensinar sobre o matrimônio.

 

Shrek

Em meio a arrotos, peidos e petiscos nojentos, Shrek e Fiona vão descobrindo as afinidades e superando os preconceitos. O casal tem química e a atração é evidente, mas é preciso muito mais do que isso para o amor dar certo: Shrek precisa superar os traumas e ressentimentos acumulados em toda uma vida de segregação e isolamento, enquanto Fiona deve aprender que o amor é algo bem mais profundo do que imagina em seus sonhos melosos, e que seu futuro marido não necessariamente precisa se encaixar na figura de um príncipe elegante e encantado.

Shrek percebe que a princesa fresca é, na verdade, uma mulher destemida e forte; ela, por sua vez, encontra no ogro rude as qualidades de um bom marido: viril, protetor, engraçado, íntegro e… gentil (quem diria)!

O casamento só acontece no final do filme, mas o enredo é rico em reflexões para os noivos e casados. Os defeitos de ambos não somem como um passe de mágica, só porque estão apaixonados. Mas essas limitações e obstáculos não impedem que Shrek e Fiona se lancem na aventura de dizer “sim” um ao outro.

Alguns são chamados a se santificar constituindo uma família através do sacramento do Matrimônio. Há quem diga que hoje o casamento está “fora de moda”; Está fora de moda? Na cultura do provisório, do relativo, muitos pregam que o importante é “curtir” o momento, que não vale a pena comprometer-se por toda a vida, fazer escolhas definitivas, “para sempre”, uma vez que não se sabe o que reserva o amanhã.

Em vista disso eu peço que vocês (…) se rebelem contra esta cultura do provisório que, no fundo, crê que vocês não são capazes de assumir responsabilidades, que não são capazes de amar de verdade. Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês. Tenham a coragem de “ir contra a corrente”. – Papa Francisco. Discurso em 28/07, durante a JMJ Rio2013 

Shrek 2

Ao ritmo de “Accidentally in love”, é hilário (e muito fofo também) ver Shrek e Fiona curtindo a vida em comum. Não dá para o casamento ser assim o tempo todo, mas é preciso sabedoria para cultivar sempre o prazer de estar ao lado de quem se ama.

 

 

Vem ao meu pensamento o milagre da multiplicação dos pães: também para vós, o Senhor pode multiplicar o vosso amor e conceder-vo-lo vigoroso e bom todos os dias. Ele possui uma reserva infinita de amor! E oferece-vos o amor que está no fundamento da vossa união, enquanto o renova todos os dias, fortalecendo-o. Além disso, torna-o ainda maior quando a família cresce com os filhos. Neste caminho é importante, é sempre necessária a oração. Ele por ela, ela por ele, e ambos juntos. Pedi a Jesus que multiplique o vosso amor. Na oração do Pai-Nosso, nós dizemos: “O pão nosso de cada dia nos dai hoje”. Os cônjuges podem aprender a rezar com estas palavras: “Senhor, o amor nosso de cada dia nos dai hoje”… Papa Francisco. Discurso aos Noivos. 14/02/2014

Mas, se depois da tempestade sempre vem a bonança, o contrário também é verdadeiro. A vidinha perfeita do casal de ogros começa a vislumbrar a primeira crise… É chegado o dia em que Shrek teve que encarar o pai da moça, que odeia ogros e não faz a menor questão de esconder isso.

Tudo piora com a postura de Shrek, que não têm a menor paciência com as grosserias do sogrinho e chuta o pau da barraca. Assim são muitos jovens de hoje, que pensam: “não gosto do pai (ou da mãe) dela(e), mas isso não importa, estou casando somente com ela(e), não com seus pais”. Ah, tolinhos…

Orgulhoso e intempestivo, Shrek só quer ir embora e voltar para a paz do seu pântano. Ele não se dispõe a fazer nenhum esforço para mudar e se entender com o Rei Harold, e acaba magoando Fiona com sua arrogância. E ela lhe diz: “Lembre-se, Shrek; eu mudei muito por você!”.

Contudo, ouvi bem isto: saber entrar com amabilidade na vida dos outros. E não é fácil, isto não é fácil. Por vezes, recorremos a maneiras um pouco pesadas, como determinadas botas de montanha! O amor autêntico não se impõe com aspereza nem com agressividade. (…) Todos nós sabemos que não existe uma família perfeita, ou um marido perfeito, ou uma esposa perfeita. Nem sequer falemos de uma sogra perfeita… Existimos nós, pecadores. Jesus, que nos conhece bem, ensina-nos um segredo: nunca devemos terminar o dia sem pedir perdão, sem que a paz volte ao nosso lar, à nossa família. É normal que os esposos discutam, há sempre algo sobre o que discutir. Talvez tenhais discutido entre vós, talvez tenha voado um prato, mas por favor, recordai-vos disto: nunca termineis o dia sem fazer as pazes! Nunca, nunca, nunca!  Papa Francisco. Discurso aos Noivos. 14/02/2014

Shrek Terceiro

O ogro descobre que vai ser papai. Reação: medo e ansiedade.

Shrek não recebeu amor dos pais, e assim teme que não consiga ser um bom pai também. Além do mais, crianças são bagunceiras e barulhentas… Como será a vida com elas?

De um lado, temos Fiona, cuja postura é exemplar para os católicos: vê a chegada de uma nova vida como uma bênção. De outro, temos Shrek, que encarna a mentalidade antinatalista de nossa época, que vê os filhos como um estorvo. Por isso, muitos pensam que quanto menos filhos tiverem, melhor.

Estes matrimônios que não querem os filhos, que querem permanecer sem fecundidade. Esta cultura do bem-estar de dez anos atrás convenceu-nos: “É melhor não ter filhos! É melhor! Assim tu podes ir conhecer o mundo, de férias, podes ter uma casa no campo, tu estás tranquilo”… Mas é melhor talvez – mais cômodo – ter um cãozinho, dois gatos, e amor vai para o cão e os dois gatos. E verdade isto, ou não? Já viram isto, não é? E no final este matrimônio chega à velhice em solidão, com a amargura da triste solidão. Não é fecundo, não faz aquilo que Jesus faz com a sua Igreja: fá-la fecunda. – Papa Francisco. Homilia da Residência de Santa Marta. 02/06/2014

 

Shrek Para Sempre

Dos filmes da quadrilogia, esse é o MAIS RELEVANTE para a reflexão do tema matrimônio. Se você só puder ver um dos filmes, priorize esse.

A vida com os filhos e a esposa deixou de ser percebida fonte de felicidade por Shrek. A rotina assoberbante que envolve o cuidado com os filhos e a casa começa a pesar, a ponto de parecer um fardo.

Os velhos tempos de solteirice, que eram solitários e vazios, agora lhe vêm à mente como uma época de leveza e liberdade. Alimentando esse pensamento, Shrek corre o risco de perder sua família para sempre. Grande será a luta para ele reconquistar aqueles que ama; será preciso sofrer para redescobrir a intensa alegria de viver em meio a fraldas sujas, mamadeiras, brinquedos espalhados pela casa, choros e risos de crianças!

A vida matrimonial deve ser perseverante. Porque, ao contrário, o amor não pode andar em frente. A perseverança no amor, nos momentos belos e nos momentos difíceis, quando existem os problemas: os problemas com os filhos, os problemas econômicos, os problemas aqui e ali. Mas o amor persevera, vai em frente, sempre tentando de resolver as coisas, para salvar a família. Perseverantes: levantam-se em cada manhã, homem e mulher e levam para a frente a família. – Papa Francisco. Homilia da Residência de Santa Marta. 02/06/2014