Vou casar novo!

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, óculos e atividades ao ar livreVou casar novo, casarei com menos de 30 anos mas com a alegria e o entusiasmo de uma criança.

Olha o “risco”: Me casarei sem um emprego público e a tal da “estabilidade financeira “, em tempos de “crise econômica/política “, com uma pessoa que não estará formada. Pra sociedade atual é um risco,não é a hora! Pergunta se eu ligo…

Chega um ponto do seu relacionamento que não dá mais pra namorar apenas, é amor demais, vive-se uma vontade incontrolável de fazer o outro mais feliz.

Nos casaremos no auge da nossa juventude e aos poucos vamos aprender a ser jovens mesmo quando o espelho disser o contrário.

Espero ser um pai jovem (tiozão) e acumular muitas histórias pra contar aos meus filhos. Espero ser um homem de Deus pra que minhas filhas não percam a fé na humanidade. Espero ser um esposo dedicado, companheiro, batalhador e honesto.

Será a realização de um sonho antigo, sempre quis casar! Como será? Sei de pouco, sonho muito e o que mais me motiva é o desejo em fazê-la feliz e construir uma FAMÍLIA. Nossa Sagrada Família.Me emociono só de imaginar como será (mesmo eu não sabendo). Submissão, brigas, amor, dificuldades, fé, felicidade, Viagens, crises… Resumindo: alguém que Deus envia pra dividir uma vida real. Conto de fadas não!

Se você está solteiro: entregue seu coração para Deus. Se está namorando: aproveite essa fase com respeito e dedicação ao outro. Pra você que é noivo: confie na Providência Divina. E pra você que é casado: meus parabéns, admiro sua coragem e busque em Deus as forças para encarar essa missão tão maravilhosa! Dedique-se ao outro! ❤️

(Lucas Medrado)

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A mulher católica e o feminismo

Por Tatiana Maria Guedes

hqdefault (2)Querendo a todo custo transformar a mulher num novo homem e o homem numa nova mulher, a sociedade moderna relativista está, inegavelmente, perdendo seus valores. “O homem e a mulher são criados, isto é, são queridos por Deus: por um lado, em perfeita igualdade como pessoas humanas e, por outro, em seu ser respectivo de homem e de mulher”. (cf. CIC §369). Ou seja, homem e mulher são iguais enquanto pessoas; em dignidade, porém, diferentes e complementares enquanto masculino e feminino. E essa diferença é querida por Deus. Foram criados para se complementarem, para serem “ajuda” um para o outro. Lutar de todas as formas para que a mulher ocupe, a qualquer custo, o lugar do homem é lutar contra o projeto da criação de Deus; contra o plano divino para cada um de nós. O feminismo traz uma falsa ideia de liberdade da mulher.

Essa ideologia que, aparentemente, está a favor das mulheres, nada mais faz do que tirar delas o que lhes pertence por natureza; por criação: a vocação à maternidade e ao amor; ser mulher na plenitude querida por Deus. A exaltação dos métodos anticoncepcionais que se configurou, erroneamente, como um passo importante para a aquisição da liberdade da mulher, a transformou nada mais do que em um objeto de prazer próprio e dos outros, sem a preocupação de possíveis consequências como a gravidez, a responsabilidade e o compromisso.

O que se vê com isso são mulheres frustradas, vazias de sentido e numa busca frenética e em vão de serem o que não são só para se sentirem melhores e aceitas. Onde está a liberdade e a felicidade nisto? “Diferente da do varão é a constituição da mulher; mais, sabemos hoje que é diferente até às determinantes biofisiológicas mais profundas. Manifesta-se exteriormente só em certa medida, na construção e na forma do corpo. A maternidade manifesta tal constituição dentro de si, como particular potencialidade do organismo feminino, que devido à capacidade criadora serve para a concepção e geração do ser humano, com o concurso do varão. O ‘conhecimento’ condiciona a geração.” (São João Paulo II, Teologia do Corpo).

A mulher é muito mais do que um pedaço de carne destinado ao uso exclusivo pela busca do prazer e que pode ser, depois, descartado. Por meio da mulher, da sua modéstia, pureza e feminilidade podemos perceber a obra-prima da perfeita criação de Deus. O feminismo é contrário à nossa fé. Não devem e, mais ainda, não podem existir católicos que levantem a bandeira do feminismo pensando poder conciliar. Não! Ao querer emancipar a mulher à qualquer custo, o feminismo exclui a essência natural da mulher, reduzindo-a a uma imitação esdrúxula do modo de ser do homem.

O feminismo se opõe à criação de Deus; ao plano divino do Criador. Tenhamos coragem de nos levantar contra este atentado à natureza humana. A mulher católica não deve se render ou ser conivente com o feminismo. Ao contrário, devemos levantar nossas vozes, defender nossos valores e dar testemunho cristão com nossa postura e coragem, recuperando o nosso lugar na Criação, sendo mulheres em toda a nossa plenitude.

Via Kevin Eger

Como “escutar” Deus

Há pessoas que, ao orar, fazem o sinal da cruz como se estivessem digitando o número telefônico do céu; depois, começam a pedir tudo aquilo de que precisam, ou a ler metodicamente orações impressas em santinhos, cadernos, folhetos; e quando terminam, fazem o sinal da cruz novamente como se estivessem guardando o fone de ouvido e vão embora, satisfeitas porque já “cumpriram” suaoração. Mas não vão deixar Deus dizer nada?

Estamos muito acostumados a falar, falar e falar na oração. É preciso equilibrar a balança. Não só falar, mas também escutar; não só pedir, mas também agradecer, louvar, adorar. E sobretudodeixar Deus falar.

Alguém poderia dizer: “Mas Deus não fala! Nunca me disse nada!”. E a isso podemos responder: sim, Ele fala, mas você não ouviu porque estava ocupado demais falando de você mesmo.

Deus fala, em primeiro lugar, por meio da sua Palavra. Mas não somente. Fala também através de outros meios, alguns tão evidentes como as palavras do Papa Francisco, sempre certeiras, que nos comovem e fazem refletir. E pode falar através do comentário de uma pessoa, de algo que vivenciamos, ouvimos ou lemos aparentemente “por acaso”.

Seria fantástico se dedicássemos alguns momentos a fazer um breve “retiro” no qual nos dediquemos sem pressa a abrir-nos ao que Deus possa querer nos dizer.

Podemos começá-lo ou terminá-lo indo à missa; passar também um tempo em adoração diante do Santíssimo; caminhar ou sentar-nos em meio a uma bela paisagem, talvez no jardim de algum convento ou parque.

E, para orar, selecionar alguma passagem bíblica, talvez um dos textos da liturgia do dia, por exemplo, ou seu trecho favorito.

Também é possível aproveitar alguma mensagem do Papa; participar de algum retiro na paróquia ou comunidade religiosa; ou inclusive fazê-lo pela internet (existem retiros gratuitos que oferecem pregações em vídeo e também o material escrito para que a pessoa imprima, com reflexões e perguntas).

Enfim, as possibilidades são infinitas.

O importante é acostumar-nos a silenciar nossa própria voz para poder captar a de Deus.

Abrir o ouvido e o coração, e preparar-nos para acolher o que o Senhor quiser nos comunicar. Calar-nos um pouquinho, aprender a ouvir a voz de Deus.