Qual é a diferença entre a religião islâmica e a ideologia islamista?

Qual é a ideologia mais perigosa do mundo?

Na primeira metade do século XX, a resposta era o fascismo. Implantado na Itália, na Alemanha nazista e no Japão imperialista, essa ideologia matou 50 milhões de pessoas.

Na segunda metade do século XX, a resposta era o comunismo, que, dominando uma vasta porção do planeta, incluindo a União Soviética, a China, o Leste europeu e vários países da África e da América Latina, matou pelo menos 100 milhões de pessoas.

Hoje, a mais perigosa ideologia existente no mundo é oislamismo.

ATENÇÃO: a ideologia islamista não equivale à religião islâmica ou muçulmana como tal. O islamismo é uma forma radical e violenta do islã.

Assim como o fascismo e o comunismo, o islamismo é:

totalitário por natureza (quer controlar tudo e todos);expansionista (quer crescer e submeter o máximo possível de pessoas ao seu controle);extremamente violento (disposto a matar quem quer que se oponha a ele).

O islamismo se opõe à liberdade:

de pensamento e de expressão;de iniciativa, empreendedorismo e mercado;de religião – ou de não praticar religião alguma;de reunião e de associação;de imprensa.

O islamismo se opõe aos direitos humanos e não hesita em destruí-los nos lugares em que se implanta.

O islamismo rejeita o princípio da total separação entre a religião e o Estado. Em sua visão, um governo só é legítimo se estiver sujeito às leis religiosas, que, no caso, são as da sharia.

sharia, ou lei islâmica, se baseia nos ensinamentos do Corão (o livro sagrado islâmico) e da Suna (a compilação das palavras e atos atribuídos a Maomé). Na interpretação islamista da sharia, entre outras coisas:

toda pessoa nascida muçulmana deve permanecer muçulmana: caso se converta a outra religião, deve ser executada;adúlteros devem ser apedrejados até a morte;quem insulta o islã ou Maomé deve ser açoitado severamente ou executado;a poligamia masculina é aceita, assim como o casamento infantil.

Essa interpretação islamista dasharia é posta em prática, entre outros países, no Irã, no Sudão, na Arábia Saudita e em partes da Nigéria, do Iraque, do Paquistão, do Afeganistão e da Síria.

O islamismo quer, no entanto, que o mundo inteiro seja submetido àsharia e considera que qualquer um que se oponha ao seu expansionismo é “o inimigo” e deve ser destruído. Isto não vale apenas para o Ocidente, mas também para os próprios muçulmanos que não querem aderir ao islamismo. De fato, o islamismo já matou mais muçulmanos do que membros de qualquer outra religião – inclusive do cristianismo, cujos seguidores são perseguidos, presos, torturados e assassinados nas áreas sob controle islamista.

QUANTOS ISLAMISTAS HÁ NO MUNDO?

É uma pergunta complexa, porque, ao falarmos de “islamismo”, não estamos falando de uma pertença oficial a uma religião determinada, mas sim de uma mentalidade abraçada ou não por segmentos da religião muçulmana.

O instituto norte-americano de pesquisas Pew apresentou em 2013 alguns dados que podem dar ideia da quantidade de islamistas que há no mundo com base em seu apoio a princípios radicais dasharia:

Apoio ao apedrejamento de adúlteros até a morte:

86% dos muçulmanos do Paquistão80% dos muçulmanos do Egito65% dos muçulmanos da Jordânia

Apoio à pena de morte para muçulmanos que se convertem a outra religião:

79% dos muçulmanos do Afeganistão62% dos muçulmanos da Palestina58% dos muçulmanos da Malásia (considerados moderados)

Levando em conta que há cerca de 1,5 bilhão de muçulmanos no planeta, se 10% deles forem favoráveis à aplicação de tais princípios extremistas, poderemos estimar em assombrosos 150 milhões o número de islamistas “teóricos”. Desta quantidade, é preciso calcular quantos estarão dispostos a apoiar o islamismo não apenas de palavra, mas também com ações violentas, o que, na prática, significa concordar com o terrorismo perpetrado por grupos como oEstado Islâmico, a Al-Qaeda, oTalibã, o Hamas, o Hezbollah, oBoko Haram, o Al-Shabaab… Imaginemos que 2% dos 150 milhões de islamistas “de palavra” sejam islamistas “de fato”: teremos assim 3 milhões de pessoas – ou seja, 3 milhões de terroristas potenciais.

O PERIGO DA GENERALIZAÇÃO RADICAL

Diante deste panorama preocupante, é crucial não cairmos nós próprios no radicalismo de generalizar, esquecendo que uma coisa é aideologia islamista e outra coisa é a religião muçulmana.

Grande parte dos muçulmanos comuns conviveu pacificamentecom os cristãos e com outras minorias religiosas durante séculos e séculos em países como Síria, Líbano, Turquia, Jordânia, Malásia, Nigéria, Tunísia, Egito, Marrocos, e, antes da ascensão de extremistas ao poder, até em países tidos hoje por extremamente intolerantes, como o Irã, o Afeganistão e o Iraque. No Egito, a população foi às ruas massivamente, há poucos meses, para rejeitar a sharia que a Irmandade Muçulmana queria implantar no país: e derrubaram do poder a própria Irmandade Muçulmana. A Turquia é um país de maioria muçulmana, mas de orientação laica e costumes cada vez mais “ocidentalizados”. A comunidade persa da diáspora pós-Revolução Iraniana de 1979, também muçulmana, forma hoje uma elite cosmopolita, culta, tolerante e aberta, principalmente nos Estados Unidos. Há, portanto, grandes diferenças entre os muçulmanos comuns e os grupos radicalizados pela ideologia islamista.

Ao longo da história, todas as gerações tiveram de lidar com algum tipo de fundamentalismo que atentava contra os seus direitos. E as pessoas livres sempre conseguiram derrotar as tiranias dos totalitarismos.

Nós, não muçulmanos ou muçulmanos, temos hoje o desafio conjunto de derrotar o totalitarismo da ideologia islamista.

E o primeiro passo é entendermos de que se trata, com objetividade e sem generalizações… extremistas.

Via Aleteia

Estado Islâmico sequestra 230 pessoas na Síria, entre eles 60 cristãos

Aproximadamente 230 pessoas, entre elas 60 cristãos, foram sequestradas em um novo ataque dos terroristas do Estado Islâmico (ISIS) em Al Quaryatayn, região localizada na zona central da Síria. Este ataque ocorreu no dia 06 de agosto.

Conforme informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos, o paradeiro destes novos reféns dos muçulmanos é desconhecido. Neste grupo estão 19 menores e 45 mulheres, os quais foram capturados no monastério de Mar Elian, cujo abade, Jack Murem, foi sequestrado há dois meses por homens armados não identificados.

De acordo ao jornal britânico The Catholic Herald, foi publicada uma lista na qual poderia estar os nomes dos sequestrados cristãos.

A respeito deste novo sequestro, o Patriarca daIgreja Sírio-Católica, Ignace Youssif III Younan, assinalou a Rádio Vaticano: “não falamos de etnias porque somos iguais aos muçulmanos da Síria. Isto é uma ‘limpeza’ religiosa! ”.

O Prelado disse que os líderes sírios não estão interessados em defender as minorias: “não querem saber de nada. Não lhes importa a liberdade religiosa destas comunidades que conseguiram sobreviver por muitos séculos, apesar dos ataques contra o Evangelho. Isto é uma ‘limpeza’ religiosa! Nós não queremos isto! ”.

“Tudo o que está acontecendo é por culpa dos governantes maquiavélicos, pois somente estão procurando oportunidades econômicas e pensam que se a nós – sem defesas e inocentes – podemos ficar, pois fiquemos e, em todo caso, aqueles que não quiserem ficar que saiam pelo mar”.  

Em seguida, o Patriarca questionou: “como o Estado Islâmico conseguiu chegar lá, como conseguiu penetrar em Al Quaryatayn, cidade na qual o exército estava presente? ”.

“Os próprios habitantes, os (muçulmanos) sunitas, estão a favor destes terroristas e também esperavam o momento para atacar os soldados”.

Este sequestro ocorreu no dia 6 de agosto, um ano e um dia depois da invasão na cidade de Qaraqosh, da qual fugiram mais de 120 mil cristãos e como consequência desta invasão, a planície do Nínive ficou sem população cristã, fazendo com que a sua maioria deles busque refúgio em Erbil, na região curda do Iraque

Via ACI Digital

Estado Islâmico sequestra três cristãos na Líbia

O grupo terrorista do Estado Islâmico (ISIS) sequestrou no dia 11 de julho três cristãos no povoado do Nufliyah, localizado em Sirte (no norte da Líbia), segundo confirmou Mohammed Hijazi, porta-voz militar do governo líbio.

Conforme informou a agência vaticano Fides, um ganense, um nigeriano e um egípcio copto foram sequestrados. Sirte é considerada um dos baluartes do Estado Islâmico no país africano.
Por sua parte, os terroristas islâmicos reivindicaram a autoria do sequestro ao publicar nas redes sociais fotos dos documentos de identidade dos reféns. Fontes egípcias consultadas pela Agência Fides indicaram que iniciaram ações para obter a libertação dos três cristãos mediante o pagamento de um resgate.

Esta não é a primeira vez que o ISIS ataca os cristãos na Líbia. Em fevereiro deste ano, decapitaram 21 egípcios coptos e em abril fizeram o mesmo com outros 30 cristãos coptos. Em junho também sequestraram 86 cristãos eritreus, entre eles mulheres e crianças.

Por outro lado, ontem, Fides também reportou o sequestro de quatro italianos em Mellitah. Trata-se de quatro técnicos, funcionários de uma companhia italiana que trabalha nas plataformas petrolíferas localizada ao norte da Líbia. No momento, não se têm notícias sobre a natureza do sequestro nem de seus autores.

Muçulmanos estão tendo visões e sonhos de Jesus e se convertendo ao cristianismo

Uma revista da Califórnia publicou recentemente os resultados de uma pesquisa com mais de 600 ex-muçulmanos, que agora seguem Jesus. “Embora os sonhos pareçam desempenhar um papel menor na conversão dos ocidentais, mais de um quarto dos entrevistados ex-muçulmanos enfaticamente confirmam que os sonhos e visões desempenharam um papel vital em sua conversão, e os ajudou em momentos difíceis”, o levantamento afirmou.

Outros têm encontrado o percentual mais elevado. Karel Sanders, um missionário na África do Sul, informou que entre Africanos muçulmanos, “42% dos novos crentes vem a Cristo através de visões, sonhos, aparições angelicais e ouvir a voz de Deus.” De acordo com o site “Sexta-Feira Dawn Fax”, que se concentra em relatórios missionários de língua árabe, moderadores explicam experiências sobrenaturais, tais como sonhos, visões e curas através da oração de Jesus. “Este é um tema quente em nossa região. Pessoas de todo o Oriente Médio nos chamam, dizendo como eles foram curados através da oração em nome de Jesus”, citam os missionários. “Ouvintes muçulmanos costumam nos falar sobre sonhos e visões de Jesus, querendo saber o que isso significa para eles.”

O mesmo é contado em “I Dared to call him Father (Me atrevi a chamá-lo de pai)”, um livro fascinante, escrito por uma rica mulher ex-muçulmana paquistanesa chamada Bilquis Sheikh, que veio a Cristo através de uma série de acontecimentos místicos – começando com a presença do mal, que ela sentia, e era ligado ao assassinato recente de um cristão perseguido.

“A estranha sensação espinhosa cresceu dentro de mim enquanto eu caminhava lentamente ao longo dos caminhos de cascalho do meu jardim”, ela escreveu em um livro que acaba de ser relançado. “Eu parei de andar e olhei em volta. Como eu me inclinei para agarrar as hastes verdes, algo passou por minha cabeça, eu me endireitei, atenta. Senti uma névoa… Um frio, úmido. Uma presença profana – tinha flutuado por mim. Claro que não havia nada lá fora. Estaria lá? Como que em resposta, eu senti uma presença, muito real e misteriosa e um toque em minha mão direita.”

Esta experiência levou a uma série de sonhos que – como tantos outros – culminou na conversão da mulher muçulmana. São tais sonhos mais recorrentes agora – com a situação do mundo como ele é? Ou será que eles sempre ocorreram?

Sabemos que os sonhos podem ser importantes. Nós lembramos de Abraão. Nós lembramos de José, o pai de Jesus.

Mas eles também são cruciais no nosso próprio tempo e, no caso da mulher rica, cujo marido tinha sido um general e ministro do Paquistão, eles formaram uma parte importante de sua conversão – se não o mais importante papel. Conforme ela explica neste livro bem escrito (que foi publicado pela primeira vez em 1978), ela havia sido criada na fé muçulmana, que acreditava que, embora Jesus tenha nascido de uma virgem, ele não era o Filho de Deus. Ainda assim, a mulher sentiu-se impulsionada para explorar a Bíblia – e é aí que tudo começou.

Em um sonho, relatou Sheikh, “eu me encontrei jantando com um homem que eu sabia ser Jesus. Ele veio me visitar na minha casa e ficou por dois dias. Ele sentou-se sobre a minha mesa e em paz e alegria jantamos juntos”.

“De repente, o sonho mudou. Agora eu estava no topo de uma montanha com outro homem, João Batista. Ele estava vestido com uma túnica e calçado com sandálias. Como foi que eu misteriosamente sabia seu nome, também? Eu encontrei-me contando a João Batista sobre as minhas visitas recentes com Jesus”. O sonho – peculiar – a levou à pergunta que todos que poderiam saber responder (porque até aquele momento, Sheikh ainda não havia chegado ao trecho em que João Batista aparece na história) em sua leitura da Bíblia.

Ela se tornou uma cristã. Então, temos milhares de outros. Os relatórios incluíram moradores em lugares como Marrocos. Ouvimos pela primeira vez sobre isso no início de 1990.

“Um seguidor de Jesus da Guiné fala sobre uma pessoa de branco que lhe apareceu em sonho, chamando-o de braços abertos”, afirma a publicação da Califórnia.”Esse tipo de sonho, no qual Cristo aparece como uma figura de branco, é um padrão freqüente na obra missionária entre os muçulmanos.”

Os exemplos são numerosos. Um muçulmano da Malásia viu seus pais falecidos como convertidos aos cristianismo em um sonho, comemorando no céu. Jesus, com uma túnica branca, lhe disse: “Se você quiser vir a mim, vem!” Ele o fez.

Outro convertido, este novamente a partir do Oriente Médio, disse que ele estava deitado na cama com uma dor de cabeça muito forte. A figura branca com uma aparência maravilhosa, pacífica, apareceu e colocou as mãos sobre sua cabeça três vezes, e na manhã seguinte a dor de cabeça que era incurável até então, ​​havia cessado.

Um homem do oeste da África viu um religioso muçulmano no inferno, e um pobre cristão, que não podia mesmo dar esmolas, no céu. A voz explicou que o ponto decisivo não foi a esmola, mas a fé em Jesus.

Enquanto isso, um trabalho missionário entre os Tausugs, das Filipinas, maior grupo muçulmano daquele país, relata que um número de muçulmanos fiéis “viu Jesus” em seus sonhos após o Ramadã (mês em que os muçulmanos praticam um ritual de jejum). Um homem sonhou com Jesus matando um dragão enorme em um duelo e no dia seguinte teve o mesmo sonho, o que o levou a conhecer o Evangelho.

Um membro do povoado Yakan, na Província Basilan sonhou que o Profeta Maomé não podia olhar para Jesus no olho. Quando ele disse seu primo, um cristão, do sonho, seu primo lhe disse que o sonho significava que Jesus é maior do que Maomé.

Há histórias de guerra espiritual. Há relatos da Turquia. Há histórias de curas milagrosas. Há histórias do Iraque. Uma equipe que pertencem aos “Atletas em Ação”, um movimento de atletas missionários, relatou a partir de sua visita às repúblicas da Ásia Central do Turcomenistão e Quirguistão, que “uma das experiências mais interessantes da viagem foi para ouvir um grande número de pessoas dizendo como eles tornaram-se cristãos”. Anteriormente, eles haviam sido ateus ou muçulmanos. Alguns nos contaram como Deus havia falado com eles em sonhos. Outros nos contaram como eles tinham tido dores de cabeça por dias depois de ouvir sobre Cristo. Logo que decidiram tornar-se cristãos, a dor de cabeça havia passado. Uma mulher nos disse que na noite em que ouviu falar de Jesus, nada aconteceu até que ela foi dormir. Enquanto ela dormia, ela teve um sonho terrível, no qual uma figura satânica disse a ela “Você nunca vai escapar de mim”, porém agora ela também se tornou uma cristã.

Existem inúmeros relatos de que muitos dos Berberes que vivem nas montanhas da Argélia estão vindo a Cristo através de sonhos e visões semelhantes, formando células e igrejas, em sua maioria subterrâneas. Ahmed Ait Ben Youcef, um berbere nativo que atualmente vive no exterior, disse que encontrou Cristo no caminho que parece típico para berberes islâmicos anteriormente: “nós berberes sempre acreditamos em Deus, mas muitos o procuram à sua própria maneira, sob a pressão dos árabes islâmicos. Jovens ansiavam pelo caminho certo para nossas vidas e oravam a Deus para orientação. Um dos meus amigos morreu em um acidente de trânsito. Na noite seguinte, sonhei que ele, um outro amigo, e eu nos dirigíamos a uma cidade brilhante, rodeada por uma parede branca. Nesse sonho, meu amigo nos disse que agora ele vivia lá”.

Um muçulmano egípcio estava lendo os Evangelhos, e de acordo com mais um relatório ele tinha acabado de chegar a Lucas, Capítulo 3, quando um vento forte varreu a sala e uma voz disse: “Eu sou Jesus Cristo, a quem você odeia. Eu sou o Senhor que você está procurando.” Ele decidiu seguir a Jesus naquele dia.

Os relatórios são difundidos de tal forma que sites inteiros são dedicados a tais histórias – embora muitas vezes tomem o cuidado de manter o anonimato. Uma fonte bem informada, que por razões óbvias permanece não identificada, relata que um ex-islâmico “Imam” ou líder espiritual levou 3.000 muçulmanos para Jesus, tendo ele chegado a Cristo através de sonhos, em que um homem branco dizia-lhe para estudar a Bíblia. O método desse homem é simples: em uma conversa, ele diz aos outros: “você já viu um homem branco em seus sonhos recentemente? Se eles não tiverem visto, ele lhes diz: eu só estava me perguntando. Obrigado. Se responderem positivamente, ele continua perguntando se eles estão interessados ​​em aprender quem este homem branco é. E quem não está interessado na identidade de uma pessoa misteriosa que aparece em seus sonhos? O ex-Imam, em seguida, mostra-lhes várias passagens da Bíblia em que um homem branco vestido é mencionado, explicando: “Isso é Jesus. Ele quer falar com você, porque Ele quer que você o siga”.

Via: Noticias Gospel

Jamaal, o muçulmano que escolheu morrer com os cristãos

Jamal Rahman_

Um “justo do Islã” que não quis se aproveitar da própria fé para salvar-se do ISIS

Lentamente, vão chegando as histórias dos cristãos etíopes assassinados no último vídeo divulgado pelo ISIS. Entre eles, uma história inesperada é contada por Giorgio Bernadelli emMissionLine, a revista do Pontificio Istituto Missioni Estere (PIME).

Entre os 28 homens que são apresentados no vídeo como “cristãos etíopes”, na verdade havia um muçulmano. Ele se chamava Jamaal Rahman e também era um migrante procedente da Etiópia. Mas sua família é islâmica. Como é possível? Ao que parece, porque ele mesmo decidiu ficar ao lado de um amigo seu cristão que, como ele, realizava essa viagem da esperança.

A notícia foi confirmada por “uma fonte insuspeita: um miliciano de Al Shabab, os fundamentalistas islâmicos da Somália”.

Atualmente, circulam duas versões da história. A primeira: como conta um jornal online da Somália, Jamaal teria se convertido ao cristianismo durante a viagem.

Mas há outra versão, muito mais verossímil, que procede igualmente de ambientes jihadistas: o muçulmano Jamaal teria se oferecido como refém voluntário ao jihadistas, em solidariedade com o amigo cristão com quem estava fazendo a viagem. Talvez tenha pensado que a presença de um muçulmano no grupo poderia salvar a vida dos outros.

Mas não foi assim: ele também foi assassinado, tratado como um apóstata. Parece uma nova história do “Justo do Islã”, quem decidiu opor-se abertamente ao ISIS, mesmo conhecendo o risco que corria.

A história e a decisão de Jamaal Rahman lembram a de Mahmoud Al ‘Asali, o professor universitário muçulmano que, no verão passado em Mossul, “declarou-se publicamente contra a perseguição dos cristãos da cidade”. Também ele pagou com a própria vida por este comportamento.

 

Via Aleteia

Filha da católica condenada à morte no Paquistão: Espero com fé a sua libertação

Eisham Ashiq não pôde conter as lágrimas durante a sua participação no Congresso Internacional sobre Liberdade Religiosa Todos Somos Nazarenos #WeAreN2015. Foto: Flickr HazteOír (DC-BY-SEA-2.0)

Eisham Ashiq, a filha de 15 anos de Asia Bibi, cristã condenada à morte no Paquistão e acusada de blasfemar contra o Islã, assegurou recentemente que sua fé católica a sustenta para esperar a libertação de sua mãe.

Em uma entrevista difundida pela plataforma HazteOír, no marco do Congresso Internacional sobre Liberdade Religiosa Todos Somos Nazarenos #WeAreN2015 realizado de 17 a 19 de abril em Madri (Espanha), Eisham Ashiq assinalou que sua mãe permanentemente a encoraja a centrar-se nos seus estudos e na sua fé.

“A minha fé sempre me dá a coragem para acreditar que, se Deus quiser, minha mãe estará conosco. O primeiro que deverei fazer será agradecer a Deus o privilégio de ter a minha mãe em casa novamente levando uma vidapacífica”, assinalou a jovem, que ainda não tinha completado 10 anos quando a sua mãe foi presa.

Em 2009, Asia Bibi trabalhava recolhendo frutas com outras mulheres muçulmanas em Sheikhupura, perto de Lahore (Paquistão). Ao aproximar-se de um poço local para beber um pouco d´água, a acusaram de ter poluído a água inteira, apenas pelo fato de ser cristã.

Ao dia seguinte, ela foi atacada por um grupo e levada a uma delegacia de polícia como medida de “segurança”. Lá ela foi acusada de blasfêmia contra o Islã. Em 2010 Asia Bibi foi condenada à morte, mas houve um pedido de apelação. Na primeira quinzena do mês de abril, o Papa Francisco recebeu Eisham Ashiq e o seu pai (esposo de Asia Bibi), Ashiq Masih, no Vaticano. Nesta ocasião o Santo Padre lhes assegurou suas orações.

A seguir, a entrevista completa de HazteOír a Eisham Ashiq:

Que idade você tinha quando prenderam a sua mãe?

Eu tinha quase 10 anos.

Como era o dia a dia em casa com sua mãe?

No povoado não havia comodidades, a vida era difícil da manhã até à noite, mas tínhamos uma vida feliz junto a ela. Eu amo a minha mãe.

Ela falava para você e para os seus irmãos sobre quem é Deus?

Sim, é uma mulher temerosa de Deus e tem uma fé muito grande. Sempre nos falava de Deus e da Sua bondade.

Você lembra do dia que estava no colégio e prenderam a sua mãe?

Aquele dia eu estava junto com ela e lembro como os nossos vizinhos falavam mal da minha mãe.

O que esses homens fizeram com vocês?

Minha mãe estava no seu lugar de trabalho quando chegaram vários homens. Agarraram-na e a levaram al centro do povoado, onde já havia uma multidão reunida. Nossos vizinhos e os muçulmanos dos povoados próximos a golpearam inumanamente, a desmoralizaram e a humilharam. Depois, a polícia prendeu a minha mãe e a levou à delegacia. Enquanto a golpeavam ela pediu água, mas ninguém lhe deu um copo de água, não lhe davam descanso. Eu mesma necessitava água porque estava ali e me pisoteavam da pior maneira. Alguém me agarrou e me empurrou contra um muro. Estavam abusando da minha mãe, arrancaram a sua roupa.

Como foi sua vida familiar após este momento?

Sem minha mãe, nossa vida está totalmente atormentada. Embora meu pai cuide de nós, sentimos muita saudade dela. Não é possível substituir a minha mãe. Queríamos compartilhar com minha mãe muitas coisas que não podemos compartilhar com meu pai.

Tinham amigos muçulmanos antes de que acusassem a sua mãe de blasfêmia? Eles os deixaram de lado?

Éramos a única família cristã neste povoado muçulmano. Deixamos o povoado porque nossos amigos nos deixaram de lado. Eram mal-educados conosco e decidimos sair deste lugar.

O que a sua mãe fala quando você vai visita-la no presídio?

Recentemente fomos visita-la. Falamos sobre muitas coisas, mas lembro que acariciou o meu rosto e me aconselhou que a centrar-me nos meus estudos e na minha fé.

Você tem medo?

Sim, temos medo da acusação de blasfêmia sobre a minha mãe e enquanto morarmos no Paquistão temos diversas razões para temer. Recentemente uns suicidas com explosivos nos atacaram em duas Igrejas de Youhanabad. Noventa por cento das pessoas abandonaram suas casas porque os muçulmanos ameaçaram queimar a nossa colônia. Eu estou pessoalmente agradecida ao exército, pois controlaram esta situação.

Qual será a primeira coisa que farão quando, se Deus quiser, sua mãe saia da prisão?

A minha fé sempre me dá a coragem para acreditar que, se Deus quiser, minha mãe estará conosco. O primeiro que deverei fazer será agradecer a Deus o privilégio de ter a minha mãe em casa novamente levando uma vida pacífica.

Você acha possível um futuro de paz para os cristãos no Paquistão?

Na minha humilde opinião e nas minhas atuais circunstâncias acho que não é possível a paz para os cristãos no Paquistão.

 

Via ACI Digital

Morreu o adolescente queimado vivo no Paquistão por ter dito: “sou cristão”

Nauman Masih, o adolescente que foi queimado vivo por declarar-se cristão, faleceu nesta quarta-feira em um hospital de Lahore (Paquistão) após ter perdoado os extremistas muçulmanos que o atacaram.

O fato ocorreu no dia 10 de abril quando Nauman atravessou a rua com uns jovens muçulmanos desconhecidos que iam em direção à mesquita. Eles detiveram Nauman e ao perceber que era cristão o atacaram a golpes e jogando gasolina sobre o seu corpo atearam fogo e fugiram

“Os jovens que me agrediram eram uns perfeitos desconhecidos. Começaram a me agredir quando souberam que eu era cristão. Tentei escapar, mas me perseguiram e jogaram gasolina em mim”, declarou o adolescente à polícia. O adolescente teve 55 por cento do corpo queimado.

Os médicos esperavam a recuperação de Nauman, pois na terça-feira ele foi operado. Mas, lamentavelmente, ele faleceu nesta quarta-feira de manhã.

“Estou muito impactado de ter que anunciar uma notícia tão triste. Nauman Masih, o menino de 15 anos atacado por muçulmanos no Paquistão, que se ofenderam pela sua aderência à fé cristã, morreu esta manhã”, informou site da associação cristã anglo-paquistanesa (BPCA) em sua página Web.

O BPCA indicou que o hospital onde internaram a Nauman “não tinha uma unidade especial para queimados e não houve a possibilidade de transladá-lo a outro hospital”. Nauman “sofreu com valentia e falou do perdão aos seus agressores. Morreu como um mártir e sem dúvida está hoje com o Senhor”.

“Por favor, rezem pelos seus familiares, que tiveram cinco dias de extrema angústia e para que as autoridades procurem a justiça”, expressou.

Após o seu acidente, Nauman teve a oportunidade de contar seu caso à advogada Gulnar Gill, do Tribunal Superior do Lahore, uma região onde os cristãos são vítimas de extremistas muçulmanos.

Em março desde ano, o grupo talibã paquistanês Jamaat-ul-Ahrar atacou duas igrejas cristãs em Lahore, deixando 80 pessoas feridas e 14 mortas, entre eles Akash Bashir, um jovem salesiano de 19 anos que se lançou contra o atacante para evitar a morte dos fiéis da sua paróquia.

Do mesmo modo, em novembro de 2014 um grupo de cem muçulmanos queimaram vivos em Lahore um casal de jovens cristãos, acusando-os de ter, supostamente, queimado algumas páginas do Alcorão. O nome dele era Shahzad, tinha 26 anos de idade. Sua esposa, Shama, tinha 24 anos e estava grávida.